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sábado, 10 de novembro de 2012

Dragon Force Basquetebol, 3 jogos ... 3 vitórias!

Tendo como técnico João Tiago (ex-adjunto do espanhol Moncho López) o plantel do Dragon Force FC é constituído pelos seguintes atletas:

- Agenor Bonito
- Eduardo Guimarães
- Francisco Rothes
- Hugo Sotta
- Joaquim Barbosa
- João Alves
- João Gallina
- José Miranda
- Marcelo Júnior
- Miguel Soares
- Pedro Bastos
- Pedro Figueiredo

1ª. Jornada
Dragon Force 105 - FC Gaia 44

Estatísticas da partida no blog Bibó Porto, Júnior (clica para visualizar). 

2ª. jornada
CDC Juv. Pacense 40 - Dragon Force 73

Estatísticas da partida no blog Bibó Porto, Júnior (clica para visualizar).

3ª. Jornada
Gondobasket 37 - Dragon Force 96

Estatísticas da partida no blog Bibó Porto, Júnior (clica para visualizar). 

No próximo dia 21 de Novembro, a Dragon Force desloca-se a Ovar para defrontar os locais.



Classificação até segunda jornada:

# Equipa J V D FC PM PS Dif Pontos
Dragon Force 2 2 0 0 178 84 94 4
Ovarense 2 2 0 0 168 93 75 4
F.C. Gaia 2 1 1 0 129 148 -19 3
CDC Juv. Pacense 3 0 3 0 107 202 -95 3
Vasco da Gama 1 1 0 0 57 36 21 2
Fides Gondobasket 2 0 2 0 105 181 -76 2

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Basquetebol * Dragon Force FC vai disputar a Fase Distrital Norte

O FC Porto inscreveu na CNB2 da Associação de Basquetebol do Porto uma equipa de basquetebol sénior denominada Dragon Force FC, e jogará no Dragão Caixa.

A Dragon Force FC irá assim competir na I Fase Distrital Norte do XVII Campeonato Nacional Séniores/Sub 20 Masculinos (CNB2).

Esta I Fase é disputada ao longo de 10 jornadas, competindo as equipas distribuídas por três grupos a Norte e três grupos a Sul, seguindo-se uma II Fase que iniciará em Fevereiro de 2013.

A Fase final disputar-se-á entre 31 de Maio e 2 de Junho de 2013.



De recordar que o técnico espanhol  Moncho Lopez é  responsável pelas camadas jovens do clube e, em entrevista ao Jornal de Notícias no dia 20/08/2012 , assumiu que este é um novo começo que pode trazer frutos no futuro.
«O FC Porto, mais uma vez, está à frente no que diz respeito à gestão desportiva e estamos a adaptar-nos a uma nova era. A prática desportiva está a sofrer os efeitos da crise e vamos apostar forte na formação. Queremos explorar todos os recursos para, mais tarde, voltarmos a ter uma equipa sénior».

(Clique na imagem para visualizar)


A 12 de Outubro realiza-se a primeira jornada, que será disputada no Dragão Caixa diante do FC Gaia.

Calendário da competição (clica para visualizar)

Tendo como técnico João Tiago (ex-adjunto do espanhol Moncho López) o plantel do Dragon Force FC é constituído pelos seguintes atletas:
- Agenor Bonito
- Eduardo Guimarães
- Francisco Rothes
- Hugo Sotta
- Joaquim Barbosa
- João Alves
- João Gallina
- José Miranda
- Marcelo Júnior
- Miguel Soares
- Pedro Bastos
- Pedro Figueiredo

Orgânica da competição

sexta-feira, 20 de julho de 2012

FC Porto não participa na Liga Portuguesa de Basquetebol 2012/2013

Publicado em porto24.pt

O FC Porto falhou o prazo limite de inscrição na Liga portuguesa de basquetebol e vai ficar afastado da temporada 2012/2013, revelou esta quinta-feira fonte da Federação Portuguesa de Basquetebol (FPB).

O prazo de inscrição terminou esta quinta às 18h e nenhum pedido de inscrição por parte da equipa dos “dragões”, finalistas na última temporada e campeões em 2010/11, foi recebido nos serviços administrativos do organismo.

Segundo a mesma fonte, o FC Porto não deu, para já, qualquer justificação ou explicação à FPB por esta ausência do próximo campeonato nacional.

Nas últimas semanas, a imprensa desportiva avançou que o FC Porto iria extinguir a seção de basquetebol sénior, informação que foi sempre rejeitada oficialmente pelo clube nortenho.

Sem os “dragões”, a Liga vai ser disputada por 11 equipas.

Comunicado da Direcção do FC Porto


Face à actual conjuntura federativa, à forma como o basquetebol tem vindo a ser gerido em Portugal e à actual situação económica, a direcção do FC Porto deliberou tomar as seguintes medidas:

1 – Suspender a sua equipa sénior de basquetebol;

2 – Proceder à liquidação e dissolução da Futebol Clube do Porto – Basquetebol, S.A.D., iniciando desde já todas as “démarches” para tal desiderato, solicitando a convocatória da competente assembleia-geral para o efeito e transferindo a actividade da modalidade para o Futebol Clube do Porto;

3 – Convidar o treinador Moncho López para dirigir todo o basquetebol do clube;

4 – Utilizar a infraestrutura Dragão Caixa para a competição da sua equipa de juniores;

5 – Reunir as condições necessárias, no mais curto espaço de tempo, no sentido de retomar a actividade da equipa sénior de basquetebol;

6 – Reorganizar o projecto do basquetebol do FC Porto com o objectivo de contribuir para que a selecção nacional volte a ser um espaço privilegiado para os jogadores formados em Portugal.

Porto, 19 de Julho de 2012

A Direcção do Futebol Clube do Porto 

Entrevista de Alberto Babo ao jornal Record

O ex-treinador do FC Porto, Alberto Babo, disse que o final do basquetebol profissional no clube poderá representar "um passo atrás, para, mais tarde, dar dois em frente".

O técnico referiu ter acompanhado a evolução da situação "com alguma perplexidade", mas acredita que "se o projeto for gerido com qualidade, poderá ser o mais acertado".

"Com esta desistência, de uma equipa deste nível, perde claramente o basquetebol português. Espero que as pessoas que vão ficar ligadas ao basquetebol portista sejam capazes de seguir a história do clube. E, quando surgir novamente ao nível profissional, surjam com outra alma, outra pujança, com outra vontade de mostrar que efectivamente este passo atrás foi para dar dois em frente", afirmou.

Babo disse ainda que "o basquetebol nacional está mal de saúde" e aponta o dedo "a todos os intervenientes da modalidade".

"O basquetebol não está nada bem, tem tido grandes recuos em termos de competição. Há equipas a desistir, há equipas a falhar `playoffs' em pleno campeonato e há selecções a jogar com jogadores que não têm experiência a nível internacional para ombrear com grandes equipas", referiu.

O treinador foi mais longe: "Aponto o dedo a toda a gente. Desde a federação, aos treinadores, aos directores, toda a gente envolvida. Há quem goste muito de basquetebol, mas só quem tem paixão pela modalidade é que conseguirá transmitir aquilo que queremos que o basquetebol seja. São essas pessoas que são esquecidas e não são aproveitadas para as coisas que são importantes para o basquetebol".

Alberto Babo esteve, nos últimos três anos, no comando da equipa angolana do Petro de Luanda, conquistado, em 2011, o título nacional. O treinador português destacou-se no basquetebol ao serviço do FC Porto, como jogador e mais tarde como treinador principal, entre 2006 e 2009.


Bom dia amigos,

É de lamentar que o FC Porto não vá participar na Liga Portuguesa de Basquetebol 2012/2013.

As dificuldades financeiras evocadas, para mim não são justificação para esta decisão. Muito do dinheiro  esbanjado no futebol, em atletas de valor duvidoso, daria para financiar as modalidades. 
Sabemos que as receitas nas modalidades são escassas, e provêm dos patrocínios, televisões e das receitas de bilheteira.
Deveria-se ter acautelado esta situação, nomeadamente na parte para a qual o clube tem poder de decisão.
Bilhetes com preço um pouco mais elevado para público e sócios, acabar com os bilhetes de borla para as claques, que acaba por os vender antes dos jogos a preço de sócio ao comum dos portistas.
Quanto à medida de apostar na formação, o FC Porto sempre a teve e de referência. Não atirem com areia aos olhos dos adeptos.
Se Moncho Lopez  não aceitar o projecto, tragam Alberto Babo, portista de coração, treinador que conhece o clube como a sua palma das mãos, e que nos anos 90 formou talentos como Rui Santos, Paulo Pinto, Nuno Marçal, etc

Quanto ao palhaço do Mário Saldanha, ao qual o FC Porto exigiu um pedido de desculpas públicas pelas afirmações falsas de que na final dos playoffs de basquetebol houve invasão de campo, e desta forma havia sido inviabilizado a entrega do troféu ao Benfica, cá estaremos para ver o seu futuro, porque o nosso já sabemos para esta época.

Sempre me orgulhei do ecletismo do nosso clube, e cujo estatuto de Instituição de Utilidade Pública sempre honrou, substituindo-se ao Estado na função de proporcionar aos jovens a prática desportiva.

O Basquetebol é uma modalidade histórica e merece que sejam enveredados todos os esforços para que a equipa sénior volte a competir.

Depois do fim do atletismo por causa do idiota Fernando Santos, esta foi mais uma machadada.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Basquetebol, ainda há esperança para a sua continuidade no clube

Segundo avança o jornal "O Jogo" numa reunião, ontem à tarde, no Dragão Caixa, os responsáveis pela secção comunicaram à equipa técnica, que se fez representar pelo treinador principal, Moncho López, e o adjunto Diogo Gomes, e aos jogadores (o capitão Nuno Marçal, André Bessa e David Gomes estiveram presentes) que a equipa principal estava acabada e não iria competir, na próxima época.
Esta reunião aconteceu na sequência de uma outra, que terminou já na madrugada de ontem, entre altos responsáveis do clube e elementos da SAD. As dificuldades financeiras que os dragões atravessam foram a justificação apontada para esta decisão.
Os escalões de formação continuam em atividade, pelo que a modalidade não fecha portas no FC Porto.
Refira-se que o FC Porto ainda não anunciou qualquer posição oficial e poderá vir a reintegrar no clube a equipa que, nas últimas épocas, representou a SAD, e que teria, no futuro, o mesmo enquadramento do hóquei em patins e do andebol. Este seria um caminho para manter a equipa profissional de basquetebol portista.

As dificuldades financeiras para mim não são justificação para esta decisão, embora saiba das dificuldades de obtenção de receitas. 
Não me importo nada que o FC Porto compita só com atletas portugueses da sua formação, que tantos valorosos jogadores tem dado ao basquetebol nacional. Se Moncho Lopez fica caro, tragam Alberto Babo, portista de coração, treinador que conhece o clube como a sua palma das mãos.
O FC Porto não é só futebol, muito dinheiro se tem esbanjado na aquisição de futebolistas de qualidade duvidosa. Os empresários tomaram conta das SAD's e ditam muitas vezes as suas políticas de contratações, embora não com tanta veemência no nosso FC Porto, graças ao nosso Presidente.

Sempre me orgulhei do ecletismo do nosso clube, e cujo estatuto de Instituição de Utilidade Pública sempre honrou, substituindo-se ao Estado na função de proporcionar aos jovens a prática desportiva.

O Basquetebol é uma modalidade histórica e merece que Pinto da Costa lute pela sua manutenção.

Depois do fim do atletismo por causa do idiota Fernando Santos, não quero mais uma machadada.

Espero uma decisão oficial do clube para falar mais do assunto.

Até lá ...


NÃO AO FIM DO BASQUETEBOL DO NOSSO PORTO * SEGUNDA-FEIRA NO DRAGÃO CAIXA
(Clique na imagem para entrar)


quinta-feira, 31 de maio de 2012

Dr. Júlio Machado Vaz, parabéns pela sua honestidade intelectual!

No programa Trio d’Ataque desta terça-feira, o comentador residente adepto do benfiquista, Dr. Júlio Machado Vaz, na rubrica "Topo e Fundo", colocou no fundo Carlos Lisboa.
Na análise aos recentes acontecimentos referentes ao quinto jogo da fase final dos playoff’s de basquetebol, no qual o seu clube conquistou justamente o título de campeão nacional em pleno Dragão Caixa, demonstrou a todos nós adeptos, que apesar de defendermos intransigente o nosso clube, a nossa paixão clubística não se pode sobrepor à razão, e devemos ser sensatos e equilibrados na análise do sucedido.


Carlos Lisboa desiludiu e envergonhou, o benfiquista e homem Dr. Júlio Machado Vaz, e por conseguinte criticou-o e lamentou que ainda não tivesse vindo a público desculpar-se, pois sendo considerado por muitos o melhor jogador português de basquetebol de todos os tempos, é uma figura não só do Benfica como da modalidade, do seu país, na qual se insere a cidade do Porto e seus adeptos.

Só lamento que o Dr. Júlio Machado Vaz tenha colocado no "Topo" Carlos Lisboa, facto que é incoerente. O "Topo" deveria ser para os jogadores do Benfica que souberam ser campeões, pelo menos até ao momento em que naquele acto provocatório Carlos Lisboa "incendiou" o Pavilhão, a partir daí também os jogadores do Benfica entraram no jogo da provocação aos adeptos e a resposta poderia ter culminado numa batalha campal, face à resposta desmesurada de alguns adeptos do FC Porto e da Polícia.

Dou os parabéns ao Dr. Júlio Machado Vaz, pois ao contrário do “artista” que participa no Dia Seguinte e outros, não decora cartilhas, pensa por cabeça própria, pois tem a inteligência que alguns adeptos do seu clube não têm.



O facto de uma opinião ser amplamente compartilhada por energúmenos benfiquistas não é nenhuma evidência de que não seja completamente absurda!
Devemos agir de acordo com os nossos princípios, ou seja, ser autênticos.  
"Sint ut sunt aut non sint"

Muitos benfiquistas vivem constantemente manipulados pelo discurso da cartilha do Leitor, discurso, da mera palha, que não mata a fome a burros, enquanto o FC Porto conquista títulos. 
Estes benfiquistas não passam de marionetas.

Além do clubismo, devemos agir de acordo com os nossos princípios éticos, e repudiar qualquer acto que vá contra os mesmos.

Foi o que fez o Dr. Júlio Machado Vaz.
Parabéns pela sua honestidade intelectual, patenteada na análise a este triste episódio do basquetebol nacional!

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Basquetebol * Mais coração que razão leva-nos à perca do título

Liga Portuguesa Basquetebol * Jogo 5 da Final dos Playoffs
 
FC Porto 53 - Benfica 56

Dragão Caixa
Assistência: 2.237 espectadores

Árbitro principal: Fernando Rocha
Árbitros auxiliares: Luís Lopes e Sérgio Silva

FC PORTO FERPINTA (53): Reggie Jackson (3), Carlos Andrade (3), João Santos (5), Greg Stempin (16) e Rob Johnson (10); Diogo Correia (4), João Soares (0), Miguel Miranda (3), José Costa (5), Nuno Marçal (4)
Treinador: Moncho López

BENFICA (56): Marcus Norris (2), Ted Scott (14), João Gomes (4), Seth Doliboa (5) e Élvis Évora (6); Heshimu Evans (7), Diogo Carreira (12), Fred Gentry (6), Tomás Barroso (0)
Treinador: Carlos Lisboa

Ao intervalo: 21-32
Por períodos: 17-19, 4-13, 18-13 e 14-11

 
Ontem, fizemos um jogo mais com coração de que com razão, e por esse motivo os turnovers, essencialmente no 2º. período, sucederam-se, não tivemos discernimento, falhamos cestos incríveis, o jogo colectivo e individual eficaz e eficiente foi inexistente, e com naturalidade o Benfica cavou um fosso de 11 pontos, com que partiu para o intervalo. 

Em meia parte do jogo fazer 21 pontos, é muito pouco para uma equipa que ambiciona o título. No 2º. período fizemos 4 pontos!!!

No 3º. período entramos agressivos e conseguimos aproximar-nos no marcador, com os visitantes a demonstrar nervosismo e também a cometer turnovers.

No 4º. período, ambas as equipas cometeram erros atrás de erros e quando nós com um triplo ficamos a um ponto, e a esperança da reviravolta veio à tona, eis que o Benfica na resposta tem a sorte do jogo e responde com outro triplo por Doliboa.

Até final do jogo foi mais do mesmo, com o triplo de João Santos a segundos do fim a colocar-nos a 1 ponto, mas o nervosismo e os erros infantis voltaram a suceder, e quando deveríamos cometer falta rápida, fomos impotentes e  permitimos ao Benfica selar o jogo com mais dois pontos. 

Foi um mau jogo de basquetebol, não pela derrota do FC Porto, mas pela qualidade. Venceu a equipa que teve mais discernimento e menos nervosismo.

De facto como disse uma ocasião o nosso ex treinador Alberto Babo, os norte-americanos é que marcam a diferença. 
Ora, o Benfica conta nas suas fileiras com norte-americanos de qualidade inegável, enquanto o FC Porto só tem um de qualidade, Stempin, e outro que escapa o Johnson, o que é muito pouco para se vencer campeonatos.
Na época passada Ogirri e Terrell eram de qualidade e por conseguinte o plantel tinha mais valor e sagrou-se justamente campeão nacional, este ano falhamos nas contratações dos norte-americanos e perdemos o campeonato.

Com 16 pontos e 12 ressaltos, o portista Greg Stempin distinguiu-se como o MVP da partida, cujo final foi estragado pela atitude irresponsável de Carlos Lisboa, o treinador do Benfica, que, com um gesto grosseiro e absurdo, provocou, desde o centro da arena, os adeptos portistas, que, até então, não tinham feito mais do que prestar um apoio fantástico à sua equipa. 


A polícia bateu indiscriminadamente, tendo uma actuação lamentável.




A derrota de ontem não apaga a excelente época da nossa equipa.  Um abraço de força.

Vencemos:

A Taça da Liga (clica para visualizar).

A Supertaça (clica para visualizar).

A Taça de Portugal (clica para visualizar).
  
E para o ano há mais!!!

Comunicado do FC Porto

O FC Porto requisita a polícia para garantir a segurança de todos os intervenientes e espectadores nos espectáculos desportivos que se disputam em nossa casa. Infelizmente, na noite desta quarta-feira, a polícia agrediu gratuitamente uma série de espectadores, entre os quais mulheres e crianças, que nenhum crime cometeram, apenas se deslocaram ao Dragão Caixa para assistir a um jogo de basquetebol.
Incompreensível e inaceitável que a polícia se esqueça da sua primeira missão é proteger os cidadãos e prefira bater indiscriminadamente.
Mas porque tudo tem uma origem, convém historiar. O treinador Carlos Lisboa, do Benfica, podia perfeitamente festejar a vitória de forma urbana e civilizada, mas preferiu fazê-lo provocando e insultando com palavrões os adeptos do FC Porto. Ao mesmo tempo, um roupeiro do mesmo clube arremessou objectos para a bancada, o que originou um clima de tensão que inviabilizou a entrega da Taça. Convém recordar que em momento algum houve invasão do terreno de jogo por um só adepto que fosse. A polícia de imediato deveria ter dado essa indicação, mas preferiu utilizar a força de forma despropositada e desproporcionada.
O FC Porto exige que se apurem responsabilidades e se encontrem o responsável ou os responsáveis por se ordenar a agressão à bastonada de cidadãos anónimos, como um grupo de jovens raparigas barbaramente agredidas pela polícia.

Moncho Lopez "Estive presente em fases finais de Campeonatos da Europa, em Jogos Olímpicos, competições internacionais de clubes, ganhei muitas finais, também perdi muitas, mas sempre vi o treinador campeão a levar a mão ao peito, ao coração, mostrar carinho aos seus adeptos, porque é aí que se sente o clube. Levar os dedos àquela parte... cada um sente o clube onde quer"
Carlos Lisboa tem uma dupla responsabilidade: "Estamos a falar de um treinador que é diretor das modalidades, e isso devia ser um motivo mais para saber o que se tem de fazer. Está a representar os directores-técnicos das modalidades, os treinadores do campeonato e, além disso, quem o viu jogar diz que tinha muito jeito, mas eu não imagino o melhor jogador de sempre em Portugal - Sérgio Ramos, que jogou em Espanha, em Itália e esteve num Europeu com a Selecção - a fazer algo semelhante se no futuro for treinador do Benfica."

domingo, 20 de maio de 2012

Basquetebol * Jogo à Campeão trás decisão do título para o Dragão Caixa

Liga Portuguesa Basquetebol * Jogo 4 da Final dos Playoffs

Benfica 65 - FC Porto 74

BENFICA (65) – Marcus Norris (18), Ted Scott (8), Betinho (10), Heshimu Evans (9) e Elvis Évora (2).
Jogaram ainda: Diogo Carreira (3), Seth Doliboa (15), Frederick Gentry (0) e Tomás Barroso (0).
Treinador: Carlos Lisboa

FC PORTO (74) – José Costa (7), Carlos Andrade (9), João Santos (11), Gregory Stempin (4) e Miguel Miranda (14).
Jogaram ainda: Reginald Jackson (4), Robert Johnson (18), João Soares (7), Diogo Correia (0) e David Gomes (0).
Treinador: Moncho López

Parciais: 14-12, 16-20, 15-20 e 20-22

Publicado em fcporto.pt

A discussão do título regressa, quarta-feira, ao Dragão. Depois da vitória deste domingo, no Pavilhão da Luz, por 65-74, o FC Porto Ferpinta repôs o empate (2-2) na final dos Playoffs da Liga, adiando a decisão para o quinto e último jogo com o Benfica.

Num encontro que os azuis e brancos não podiam perder, o norte-americano Rob Johnson distinguiu-se como o MVP.

Pressionado pela urgência de vencer e pelo ambiente adverso, o campeão respondeu à altura do desafio e só não foi mais forte do que o adversário no primeiro período (14-12).

Com progressos significativos na linha de lances livres (88% de eficácia), que se revelaram absolutamente decisivos nos minutos finais, e dominador na proximidade das tabelas (40 ressaltos contra 33), os Dragões arrancaram para uma exibição determinada que lhes permitiu atingir o intervalo em vantagem (30-32) e ganhar os três últimos parciais (16-20, 15-20 e 20-22).

O desempenho de Rob Johnson, melhor marcador e MVP da partida, foi determinante no processo de inversão do resultado e de consolidação da vantagem portista, com o norte-americano a somar 18 pontos e 6 ressaltos, bem secundado por Miguel Miranda, com 14 pontos e 9 ressaltos.

Moncho López "Encostados às cordas"
A derrota deixou o FC Porto sem qualquer margem de erro na luta pelo título, como foi reconhecido por Moncho López. "Estamos encostados às cordas. Temos de jogar de forma mais inteligente, mais forte e com mais paciência. Houve alturas em que estivemos perto de igualar e não houve serenidade necessária para chegar ao empate", sublinhou o treinador do FC Porto, acreditando que é possível vencer hoje: "Ficou a sensação que podemos ganhar a este Benfica. Mas precisamos de um ataque mais fluído."

Com a final empatada (2-2), a atribuição do título decide-se na quarta-feira, no Dragão Caixa, no quinto e último jogo dos Playoffs, a partir das 21h00.

Todos ao Dragão Caixa para empurrar a equipa para a revalidação do título.

sábado, 19 de maio de 2012

Basquetebol * Obrigados a ganhar a quarta partida

Liga Portuguesa Basquetebol * Jogo 3 da Final dos Playoffs

Benfica 67 - FC Porto 67

BENFICA (67) – Marcus Norris (15), Ted Scott (14), Betinho (7), Heshimu Evans (16) e Elvis Évora (5).
Jogaram ainda: Diogo Carreira (3), Seth Doliboa (7), Frederick Gentry (0) e António Monteiro (0).
Treinador: Carlos Lisboa

FC PORTO (66) – Reginald Jackson (6), Carlos Andrade (14), João Santos (4), Gregory Stempin (5) e Robert Johnson (6).
Jogaram ainda: José Costa (6), João Soares (8), Miguel Miranda (7), Harry Cadell (0), Nuno Marçal (0), David Gomes (4) e Diogo Correia (6) .
Treinador: Moncho López

Parciais: 20-17, 13-9, 14-15 e 20-25

Publicado em fcporto.pt

O FC Porto Ferpinta perdeu, este sábado, o terceiro jogo da final dos playoffs da Liga e o primeiro na Luz, por 67-66. Com o Benfica agora em vantagem (2-1), os Dragões, campeões e vencedores da fase regular, ficam obrigados a ganhar a quarta partida, que se disputa este domingo, às 17h30, novamente em Lisboa, para trazer a discussão do título para o Dragão.

Os azuis e brancos, que voltaram a revelar alguma desconcentração no ataque, factor que já havia ditado a derrota (80-82) no segundo jogo, disputado no Dragão, atingiram o intervalo a perder por 33-26 e só no último minuto do encontro ameaçaram seriamente dar a volta ao resultado, conseguindo um parcial favorável de 13-2, que, no entanto, seria insuficiente para garantir, pelo menos, a disputa de tempo extra.

Carlos Andrade, com um duplo-duplo de 14 pontos e 11 ressaltos, foi o melhor e o único dos Dragões a atingir uma pontuação de dois dígitos, seguido por João Soares, com 8 pontos e 6 ressaltos.

O FC Porto actual detentor do título de campeão nacional e pode passar o testemunho ao Benfica caso não vença amanhã no Pavilhão da Luz o quarto jogo do play-off.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Basquetebol * FC Porto 80 - Benfica 82

Liga Portuguesa Basquetebol * Jogo 2 da Final dos Playoffs

Dragão Caixa

Árbitro principal: Luís Lopes
Árbitros auxiliares: Carlos Santos e Pedro Rodrigues

FC PORTO FERPINTA (80): Reggie Jackson (7), Carlos Andrade (15), João Santos (7), Miguel Miranda (19) e Rob Johnson (11); Ricky Cadell (2), José Costa (9), Greg Stempin (1), Diogo Correia (0), David Gomes (0), Nuno Marçal (9),
Treinador: Moncho López

BENFICA (82): Marcus Norris (6), Ted Scott (17), João Gomes (14), Heshimu Evans (18), Élvis Évora (12); Fred Gentry (7), Miguel Minhava (0), Diogo Carreira (8), António Monteiro (0)
Treinador: Carlos Lisboa

Ao intervalo: 38-46
Por períodos: 24-15, 14-31, 21-17 e 21-19

Publicado em fcporto.pt

A final está empatada. Ao segundo jogo no Dragão, o FC Porto Ferpinta cedeu uma derrota (80-82), que Carlos Andrade quase evitou no último segundo, depois de uma recuperação fantástica acelerada por quatro triplos consecutivos. Mas é o parcial (14-31) do segundo período que serve de primeira razão para o desaire, que obriga o campeão a vencer um dos dois jogos na Luz.

Depois da vitória da véspera, os Dragões pareciam determinados a conquistar uma vantagem decisiva na discussão do título, mesmo contando apenas pontualmente com Greg Stempin, condicionado por uma lesão no cotovelo, depois de ter sido o melhor marcador do encontro de sábado, com 26 pontos.

A entrada decidida no jogo chegou a gerar uma vantagem de 13 pontos (24-11), ainda no decurso do primeiro período, mas a exibição desconcentrada e particularmente ineficaz em termos defensivos no segundo quarto condicionou o restante desempenho do campeão nacional, que, após ameaças repetidas, encurtou distâncias drasticamente nos últimos instantes da partida, com José Costa e Miguel Miranda a partilharem a conversão de quatro triplos e a igualarem a partida a 80 pontos.

A perder por dois pontos nos últimos segundos, a última posse de bola dava ao FC Porto Ferpinta a possibilidade de ganhar a partida com novo lançamento exterior ou de forçar o prolongamento, que Carlos Andrade falhou por pouco na penetração para o cesto.

Moncho López "Acredito na vitória"
Moncho López declarou-se "triste" após a derrota caseira, assinalando o treinador portista que "o Benfica reagiu muito bem à derrota e fez um bom jogo". No entanto, salientou: "Lutámos muito e podíamos ter ganho. Temos de nos superar no trabalho defensivo e a nível coletivo, e assumir que o Benfica é uma equipa difícil, para podermos jogar olhos nos olhos." Já a pensar no terceiro jogo, Moncho López afirma que "é muito difícil ganhar na Luz", mas deixa uma garantia: "Claro que acredito na vitória. Não creio que estejamos mais longe do título, mas claro que gostava de ir à Luz com duas vitórias."

Com a final empatada a uma vitória, os azuis e brancos ficam forçados a vencer um dos dois jogos da Luz, no próximo fim-de-semana, para poderem trazer a quinta partida e a decisão do título para o Dragão Caixa.

sábado, 12 de maio de 2012

Basquetebol * FC Porto 77 - Benfica 71

Liga Portuguesa Basquetebol * Jogo 1 da Final dos Playoffs

Dragão Caixa
Assistência: 1.657 espectadores

Árbitro principal: Fernando Rocha
Árbitros auxiliares: Sérgio Silva e Pedro Coelho

FC PORTO FERPINTA (77): Reggie Jackson (5), Carlos Andrade (10), João Santos (16), Greg Stempin (26) e Rob Johnson (10); Diogo Correia (1), João Soares (0), Ricky Cadell (0), Miguel Miranda (6), David Gomes (0), José Costa (0), Nuno Marçal (3)
Treinador: Moncho López

BENFICA (71): Marcus Norris (6), Ted Scott (26), João Gomes (14), Seth Doliboa (0) e Élvis Évora (1); Heshimu Evans (10), Diogo Carreira (8), Fred Gentry (4), Tomás Barroso (0), António Monteiro (2)
Treinador: Carlos Lisboa

Ao intervalo: 39-34
Por períodos: 21-12, 18-22, 18-19 e 20-18

Publicado em fcporto.pt

O campeão entrou a vencer na final dos playoffs. E a revelar, por várias vezes, capacidade para quebrar a barreira dos 10 pontos de vantagem. Ficou-se pela ameaça e por uma exibição minimamente equilibrada, que bastou para bater o Benfica (77-71). Domingo, no segundo jogo, os mesmos intérpretes prosseguem a discussão do título. De novo no Dragão Caixa, a partir das 19h15.

Final é assim mesmo: intensa, tal qual a defesa portista no primeiro período, fase em que o vencedor da fase regular não permitiu mais do que a conversão de 12 pontos ao adversário, num curioso contraste com o desempenho de João Santos. Em menos de sete minutos de utilização no quarto inicial, o extremo dos Dragões somou 10 pontos, em consequência de uma exibição que era, até então, absolutamente eficaz e selada com um triplo ao som da buzina.

Em circunstâncias semelhantes, no final do tempo disponível para lançar e com a conversão de um triplo, mas a meio do segundo período, Carlos Andrade deu ao FC Porto Ferpinta a primeira vantagem na casa das dezenas (36-26), mas uma sequência de lapsos acabaria por ditar a aproximação pontual do Benfica, que reduziu a diferença para metade (39-29) antes do intervalo.

Um parcial desfavorável de 0-7 à entrada do terceiro período provocaria uma breve inversão no resultado (39-41) e o despertar de Greg Stempin, que completou a partida com 26 pontos e cuja exibição reporia a ordem no jogo, capaz de resistir a um número total de 15 “turnovers, excessivo para uma final, e à bizarra exclusão de Carlos Andrade, a quem foi averbada a quinta falta com mais de cinco minutos para jogar, num lance em que o internacional português foi agredido por João Gomes.



Figura
João Santos
Elevada eficácia de um ganhador

O homem que procura o quarto título consecutivo - os dois primeiros no Benfica e o do ano passado pelo FC Porto - foi o mais esclarecido. Fez 16 pontos, falhando apenas dois lances livres, sendo a sua acção muito importante para a vitória do FC Porto.

A vantagem final dos Dragões, que se colocam na frente da discussão do título, só não atingiu a expressão merecida porque o relaxamento da equipa, já segura de que a vitória não fugiria, gerou o desperdício de cinco lançamentos livres nos últimos 1:33 minutos.

Moncho López "Vamos dar sempre tudo"
Moncho López classificou o clássico como "um jogo equilibradíssimo" e referiu que "a diferença esteve na capacidade defensiva, nos momentos em que o Benfica colocou alguns problemas". "Fico muito satisfeito, porque sabia que íamos depender das nossas sensações depois de tantos dias sem jogar e que podíamos não ser capazes de reagir quando o Benfica nos coloca problemas, mas fomos capazes", afirmou o técnico. Quanto aos jogos que faltam, Moncho López é claro: "Temos de continuar a assumir a dificuldade e o potencial do adversário, que é grandíssimo. Mas vamos dar sempre tudo e espero que, tal como hoje, a vitória seja nossa."

O segundo jogo da final dos playoffs, que se disputa à melhor de cinco, disputa-se já neste domingo, de novo no Dragão Caixa, a partir das 19h15.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Basquetebol * Antevisão de Moncho Lopez à final dos playoffs

Publicado em fcporto.pt

O FC Porto Ferpinta defronta o Benfica, este fim-de-semana, na final dos playoffs da Liga. Os dois primeiros jogos têm lugar no Dragão Caixa, no sábado (15h15) e no domingo (19h15). Moncho López antecipa encontros difíceis, mas está confiante na capacidade da formação portista, mesmo após três semanas sem competição.

Depois de vencerem a fase regular, os azuis e brancos ultrapassaram o Vitória de Guimarães na primeira ronda dos playoffs (3-0). Nas meias-finais, por desistência do CAB Madeira, os Dragões foram automaticamente apurados para a final.



A desistência da formação madeirense causou dores de cabeça a Moncho López: "Uma equipa não pode perder ritmo competitivo, muito menos antes de uma final. Há quem pense que o descanso é benéfico mas não é quando se trata de um período de tempo tão prolongado".

Relativamente ao comportamento da Federação Portuguesa de Basquetebol, o treinador da formação azul e branca preferiu não se alargar nas declarações. "Quando opinei sofri as consequências. Foi aberto um processo disciplinar, mesmo tendo expressado dados objectivos. Portanto, desta vez prefiro não opinar", observou.

"Felizmente", a equipa de Moncho conta com "jogadores muito experientes" e está habituada a crescer com as contrariedades. O treinador acredita que a formação "vai chegar à final em boas condições". Ricky Cadell, o mais recente reforço, "está a integrar-se bem" e é uma mais-valia.

O primeiro jogo da fase final é já este sábado. "Numa eliminatória dos playoffs, o primeiro jogo condiciona sempre o que acontece depois. Sabemos que o Benfica é uma equipa que nos pode vencer", afirmou. No entanto, a confiança está no nível máximo: "Conhecemos as nossas virtudes e vamos tentar utilizá-las".

A final disputa-se à melhor de cinco jogos. O terceiro encontro está marcado para 19 de Maio, na Luz, tal como o quarto, no dia seguinte. A quinta partida terá lugar no Dragão Caixa. Os dois últimos jogos só se realizam se nenhuma das equipas conseguir arrecadar três vitórias.

Bilhetes para a final dos playoffs à venda na sexta-feira

Os ingressos para os dois primeiros jogos entre o FC Porto e o Benfica, da final dos playoffs de basquetebol, estão à venda a partir desta sexta-feira. O primeiro jogo realiza-se no sábado, às 15h15, e o segundo no domingo, às 19h15.

Os bilhetes estão disponíveis na Loja do Associado (dias úteis, 9h00-19h00, e sábado, 10h00-13h00) e nas Lojas Azuis Bom Sucesso, ArrábidaShopping e NorteShopping. No sábado, podem ser adquiridos na bilheteira do Dragão Caixa, a partir das 13h15, e domingo, a partir das 13h00.

Os ingressos têm o valor de quatro euros e estão disponíveis apenas para sócios. A venda será realizada mediante a apresentação do respectivo cartão de sócio, sendo que cada associado pode adquirir dois bilhetes, equivalentes a dois cartões.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Basquetebol * Hoje realiza-se jogo treino com entrada gratuita

Publicado em fcporto.pt

Já qualificado para a final dos Playoffs, após a desistência do CAB Madeira, o FC Porto Ferpinta divide-se pontualmente em duas equipas e abre as portas do Dragão Caixa às 18h00 de hoje, para a realização de um jogo-treino com o qual procura atenuar os efeitos de quase um mês sem competição. A entrada é gratuita.

Detentora do título de campeão nacional e de uma colecção de sete troféus conquistados em pouco mais de dois anos, a equipa orientada por Moncho López venceu a fase regular e afastou (3-0) o Vitória de Guimarães nos quartos-de-final, tendo sido oficialmente informado sobre desistência do CAB Madeira algumas horas antes do primeiro jogo das meias-finais.

E assim decorreu o jogo treino * Publicado no jornal "O Jogo"

De forma a atenuar a paragem forçada na competição, pois já está apurado para a final da Liga Portuguesa de basquetebol, o FC Porto fez  um jogo-treino, no Dragão Caixa, com as portas abertas. Com Moncho López a dividir o plantel em duas equipas, o menos importante era o resultado.
Foi a segunda vez esta semana que os portistas se dividiram em duas equipas, com a diferença de ontem terem os aplausos de cerca de cem adeptos, que viram pela primeira vez Ricky Cadell em ação e tiveram o treinador Moncho López e o adjunto Diogo Gomes não só a orientar as equipas como a arbitrar a partida, embora sem apitos.
Oficialmente, os campeões nacionais apenas jogam dia 12, data em que arranca a final do play-off, frente a Lusitânia ou Benfica, que ainda discutem as "meias". Como o último jogo dos portistas foi a 21 de Abril, em Guimarães, a desistência do CAB Madeira ditará uma paragem de quase um mês.
"Mal soubemos que não íamos jogar focamo-nos imediatamente em manter o ritmo. Este foi o segundo jogo-treino, mas temos trabalhado muito para chegarmos na melhor forma à final", explicou João Santos. "É sempre importante fazer estes jogos. Não sabia era que íamos ter apoio o tempo todo...", afirmou o extremo em tom de brincadeira, referindo-se ao facto de até se ter ouvido um CD com cânticos... "É importante para os adeptos perceberem que a competição ainda não acabou, mas também para nós sabermos que eles estão cá", completou.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Basquetebol * FC Porto na final dos Playoff's por desistência do CAB Madeira

O FC Porto transitou para a final do “play-off” da Liga de basquetebol por desistência do CAB Madeira, referem os “dragões” no seu sítio oficial.

“A Federação Portuguesa de Basquetebol comunicou esta sexta-feira ao FC Porto que o CAB Madeira desistiu da sua participação nas meias-finais dos ‘play-off’ da Liga”, refere em comunicado.

Os portistas acrescentam ainda que, “por esse motivo, ficam sem efeito os encontros já agendados, nomeadamente os dois previstos para o Dragão Caixa, na sexta-feira e domingo”.

Os “azuis e brancos” iniciam assim a disputa da final a 12 e 13 de Maio, no Dragão Caixa, frente a um adversário que irá sair do duelo entre o Benfica e o Lusitânia.

A falta de comparência é provocada pela instabilidade económica que passam os clubes insulares. Sem dinheiro para pagar as viagens ao continente, o CAB Madeira vê-se obrigado a desistir da competição.

De relembrar que o FC Porto estava a preparar esta partida desde 21 de Abril. 
Haverá portanto um hiato competitivo de pelo menos 20 dias, o que poderá afectar o ritmo competitivo da equipa.
Era preferível jogar com o Barreirense que foi eliminado pelo CAB Madeira nestas meias-finais. 
Lá teremos de planear uns encontros treino com equipas disponíveis.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Basquetebol * FC Porto nas Meias-Finais dos Playoffs

Liga Portuguesa Basquetebol * Jogo 3 dos Quartos-de-Final dos Playoffs

V.Guimarães 65 - FC Porto 69

Publicado em fcporto.pt

O FC Porto Ferpinta, campeão nacional e vencedor da fase regular, é também o primeiro a atingir as meias-finais dos playoffs, depois de ter derrotado, na noite desta sexta-feira e em Guimarães, o Vitória por 65-69. 

A equipa de Moncho López, que tinha vencido as duas primeiras partidas dos quartos-de-final, ambas disputadas no Dragão Caixa, experimentou dificuldades inesperadas em Guimarães, diante de uma equipa que utilizou apenas um dos três estrangeiros do plantel, o norte-americano Julian Blanks.

O campeão atingiu o intervalo em desvantagem (40-32) e só uma sucessão de três triplos (dois de José Costa e um de Diogo Correia), no decurso do terceiro período, inverteu definitivamente o resultado, que permaneceu em aberto até a menos de dois segundos do final, altura em que Carlos Andrade encerrou a questão com a conversão de um lançamento livre.

Diogo Correia, que converteu um lançamento desde a tabela defensiva sob a buzina do final do primeiro período, foi o melhor marcador dos Dragões, com 16 pontos, e Greg Stempim distinguiu-se entre a equipa campeã nacional, com a soma de um duplo-duplo de 15 pontos e 15 ressaltos. Carlos Andrade também atingiu os dois dígitos em dois dos principais indicadores de desempenho: 10 pontos e 12 ressaltos.

Os Dragões ficam a aguardar o desfecho da eliminatória que opõe o Barreirense ao CAB Madeira para conhecer o próximo adversário.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Basquetebol * FC Porto 78 - V.Guimarães 70

Liga Portuguesa Basquetebol * Jogo 2 dos Quartos-de-Final dos Playoffs

Dragão Caixa
Assistência: 965 espectadores.

Árbitro principal: Sérgio Silva
Árbitros auxiliares: Pedro Coelho e Hugo Antunes

FC PORTO FERPINTA (78): Reggie Jackson (8), Carlos Andrade (13), João Santos (3), Greg Stempin (31) e Rob Jonhson (8); Diogo Correia (0), Miguel Miranda (1), João Soares (9), David Gomes (2), Miguel Maria (0), José Costa (3), Nuno Marçal (0)
Treinador: Moncho López

VITÓRIA DE GUIMARÃES (70): Julian Blanks (9), Rui Mota (0), Maris Gulbis (28), Paulo Cunha (11) e Brian Morris (7); João Torrié (0), André Bessa (15)
Treinador: Fernando Sá

Ao intervalo: 41-29
Por períodos: 22-17, 19-12, 12-25 e 25-16

Publicado em fcporto.pt

Mais do que proporcionar um jogo intenso, FC Porto Ferpinta e Vitória de Guimarães demonstraram que os mesmos intérpretes, num mesmo cenário, podem contar histórias diferentes. Ainda que repetindo o final. Ao segundo jogo dos playoffs, os Dragões voltaram a vencer (78-70), mas o triunfo esteve em risco. Valeu o MVP Greg Stempin, com um duplo-duplo de 31 pontos e 14 ressaltos.

Além da repetição das equipas inicias, as semelhanças com o jogo da véspera esgotaram-se em pouco mais de cinco minutos, que foi tempo de sobra para quebrar gelo e equilíbrio. Stempin, que ao final do primeiro período somava 13 dos 22 pontos conseguidos pelos Dragões, forneceu o primeiro factor de desequilíbrio, acentuado pelos progressos defensivos revelados pelo campeão, em especial nos ressaltos, matéria que o dominava ao intervalo (28 contra 13).

Sem nada que o fizesse prever, a discussão do resultado seria relançada ao longo de um período de profundo desacerto portista, o terceiro, em que os Dragões permitiram um parcial de 12-25, potenciado pela conversão de três triplos pelo adversário, que garantia a inversão do marcador antes da entrada do último quarto.



Figura
Gregory Stempin
Brilhou na luta das tabelas
Gregory Stempin voltou a fazer as delícias do adeptos. O extremo portista começou a partida com um ritmo elevado e no fim do primeiro período já contava 13 dos 22 pontos do FC Porto e somava seis dos 13 ressaltos. O acerto ofensivo e defensivo de Stempin resultou num duplo-duplo (31 pontos e 14 ressaltos) e no título de MVP.

Ainda que menos eficaz, o FC Porto Ferpinta retribuiu a mesma dose de lançamentos exteriores em momentos de decisão e selou o segundo triunfo da eliminatória com Reggie Jackson na linha de lances livres, com apenas 27 segundos para jogar. 
Em caso de nova vitória, na sexta-feira, já em Guimarães, os Dragões fecham a qualificação para as meias-finais dos playoffs.

sábado, 14 de abril de 2012

Basquetebol * FC Porto 77 - V.Guimarães 59

Liga Portuguesa Basquetebol * Jogo 1 dos Quartos-de-Final dos Playoffs

Dragão Caixa
Assistência: 632 espectadores

Árbitro principal: Luís Lopes
Árbitros auxiliares: Nuno Monteiro e Jorge Cabral

FC PORTO FERPINTA (77): Reggie Jackson (8), Carlos Andrade (15), João Santos (2), Greg Stempin (12) e Rob Johnson (19); José Costa (5), João Soares (4), Miguel Miranda (7), David Gomes (3), Diogo Correia (2)
Treinador: Moncho López

VITÓRIA DE GUIMARÃES (59): Julian Blanks (11), Rui Mota (12), Maris Gulbis (7), Paulo Cunha (13) e Brian Morris (10); André Bessa (6), João Torrié (0)
Treinador: Fernando Sá

Ao intervalo: 31-24
Por períodos: 15-15, 16-9, 20-13 e 26-22

Publicado em fcporto.pt

Nada mais natural do que os playoffs abrirem com um triunfo do vencedor da fase regular. No Dragão, ao primeiro jogo dos quartos-de-final, o campeão derrotou o Vitória. Por números esclarecedores (77-59) e com Rob Johnson a somar a condição de MVP à de melhor marcador da partida. Domingo há mais. No mesmo local, às 18h30 e com os mesmo intérpretes.

A intensidade defensiva, princípio comum ao jogo das duas equipas, decifra, em parte, o ritmo lento do marcador, que ao intervalo apresentava um resultado curto (31-24), capaz de caber, sem grandes problemas de espaço, num só período. A anormal sequência de disparates debaixo do cesto contribuiu com a explicação restante.

Com o Vitória na frente desde o começo, João Soares produziu a primeira situação de vantagem portista (13-11) com menos de dois minutos para jogar no primeiro quarto e o equilíbrio só foi quebrado por dois triplos consecutivos de Carlos Andrade, convertidos nos últimos 30 segundos da primeira parte.

Sobre os sete pontos de vantagem (31-24) com que reentrou na partida, o campeão compôs uma margem de segurança, que, oscilando entre a dezena e as duas dezenas de pontos, o manteve a salvo de todas as tentativas de recuperação, dos quatro triplos convertidos pelo Vitória no último período e da irritação da Brian Morris, excluído à segunda falta anti-desportiva.

Clica para visualizar resumo da partida.

No final, Rob Johnson e Paulo Cunha dividiram a condição de MVP, com o norte-americano dos Dragões a gastar menos 11 minutos de utilização para atingir os 22,5 pontos de valorização e acumulando a vantagem de ter somado mais 6 pontos do que o adversário, que lhe permitiu distinguir-se como o melhor marcador, com 19 pontos.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Basquetebol * Ricky Cadell reforça FC Porto

Publicado em fcporto.pt

O norte-americano Ricky Cadell vem acrescentar poder de fogo aos Dragões para a discussão dos playoffs da Liga de basquetebol. 

O jogador de 1,85m vem reforçar a posição dois (base lançador) e estará ao dispor de Moncho López para atacar a revalidação do título.

Cadell jogava nos St. Francis Terriers, de Nova Iorque, que competem na divisão 1 da NCAA (National Collegiate Athletic Association), uma liga universitária. Nas três últimas épocas atingiu médias superiores a 15 pontos por jogo.



"Desde o início que sabíamos ter uma vaga de estrangeiro disponível e que, a qualquer altura, ela podia ser ocupada. O FC Porto está sempre no mercado, é nossa responsabilidade estar permanentemente atentos, até porque podemos ter uma lesão, um percalço, e temos de ter sempre o trabalho de casa feito." Foi desta forma que Moncho López começou por explicar a contratação de Ricky Cadell, o norte-americano que vem ocupar a quarta vaga de estrangeiro no plantel dos campeões, juntando-se a Gregory Stempin, Reggie Jackson e Rob Johnson.

"Conhecemos vários atletas, fizemos um bom trabalho de prospeção, vimos muitos DVD, muitos jogos, e só falta experimentá-lo aqui. Cadell não tem experiência na Europa, o que poderia ser um pequenino 'handicap', mas como temos uma equipa feita ele pode ser uma mais-valia. A nossa equipa está trabalhada e preparada para conseguir objetivos e o Cadell é só mais um elemento; não veio por pensarmos que algo está a correr mal. Pelo contrário, a equipa está a jogar bem e alcançou o primeiro lugar na fase regular", disse também o treinador portista, sublinhando: "Tínhamos a hipótese de acrescentar ainda mais qualidade ao plantel, foi o que fizemos, e podemos permitir-nos dar-lhe o tempo de adaptação de que ele necessite."

Numa análise às características de Ricky Cadell, Moncho referiu tratar-se de um "um extremo pequeno, habituado a ajudar os bases na construção do contra-ataque, que joga bem no um contra um, com um bom lançamento exterior e com capacidades atléticas muito interessantes, que fazem dele um bom defensor".

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Basquetebol * FC Porto 97 - Barreirense 61

22ª. Jornada * Liga Portuguesa Basquetebol

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O FC Porto Ferpinta assegurou este sábado o primeiro lugar da fase regular da Liga, após bater, por concludentes 97-61, o Barreirense, no Dragão Caixa. Os azuis e brancos necessitavam de um triunfo na 22.ª e última jornada para garantir o factor casa nos playoffs e conseguiram-no com uma exibição colectiva de grande nível. Nos quartos-de-final, o adversário será o Vitória de Guimarães.

Com uma defesa agressiva e bons índices de eficácia ofensiva, os Dragões só não lideraram o marcador nos primeiros cinco minutos, terminando o primeiro período a vencer por 18-16. No segundo período, os portistas “dispararam”, concedendo apenas cinco pontos ao adversário e apontando 26. O resultado ao intervalo (44-21) não deixava grande margem de recuperação para a equipa do Barreiro.

Na segunda parte, o FC Porto soube gerir o marcador, apesar de alguma reacção do adversário, especialmente no terceiro período (23-23). O último parcial (30-17) voltou a ser favorável aos Dragões, que estiveram assim perto dos 100 pontos.

Num encontro em que se destacou mais o colectivo do que as individualidades, há ainda assim que destacar a prestação de Greg Stempin (MVP, com 16 pontos, oito ressaltos e duas assistências). Carlos Andrade e João Santos (15 e 13 pontos, respectivamente) mantiveram um nível elevado, assim como os jovens João Soares, Diogo Correia e Miguel Maria.



O FC Porto termina a fase regular com 42 pontos, resultantes de 20 vitórias e duas derrotas. Seguem-se Benfica (41), Ovarense (39), Barreirense (36), CAB Madeira (35), Lusitânia (33), Académica (31) e Vitória de Guimarães (31), que será o próximo rival dos portistas, numa eliminatória à melhor de cinco jogos.

A equipa treinada por Moncho López alinhou e marcou da seguinte forma: Reggie Jackson (8), Carlos Andrade (15), João Santos (13), Gregory Stempin (16) e Rob Johnson (10); Diogo Correia (9), João Soares (12), Miguel Miranda (8), David Gomes, Miguel Cardoso (6), José Costa e Nuno Marçal.

1.ª ronda do Playoff* (início a 14 de Abril):

FC Porto (1.º) - V. Guimarães (8.º)
Barreirense (4.º) - CAB Madeira (5.º)
Ovarense (3.º) - Lusitânia (6.º)
Benfica (2.º) - Académica (7.º)


*À melhor de 5 jogos

sábado, 31 de março de 2012

Basquetebol * FC Porto 80 - CAB Madeira 73

21ª. Jornada * Liga Portuguesa Basquetebol

Dragão Caixa
Assistência: 927 espectadores

Arbitro principal: Fernando Rocha
Árbitros assistentes: Paulo Marques e Pedro Rodrigues

FC PORTO FERPINTA (80): Reggie Jackson (9), Carlos Andrade (12), João Santos (9), Greg Stempin (18) e Rob Johnson (12); Miguel Maria (3), João Soares (0), Miguel Miranda (7), Diogo Correira (0), José Costa (10), David Gomes (0)
Treinador: Moncho López

CAB MADEIRA (73): Mário Fernandes (21), Jaime Silva (14), Fábio Lima (9), Shawn Jackson (17) e Jorge Coelho (8); Austin Kenon (4), João Ferreirinho (0), Bruno Cavalcante (0)
Treinador: João Freitas

Ao intervalo: 35-36
Por períodos: 19-16, 16-20, 12-19 e 33-18

Publicado em fcporto.pt

Um último período assombroso (33-18), em contraste com os três que o precederam, deu para tudo. Para reverter os efeitos de um acumulado de 20 perdas de bola e para quase triplicar a pontuação do parcial anterior. Confirmada a 24 segundos do fim, no Dragão Caixa, a vitória (80-73) sobre o CAB Madeira mantém os Dragões na frente, com apenas uma jornada para o final da fase regular.

O número absurdo de “turnovers” ajudam a contar uma boa parte da história do jogo, sendo que a equipa do CAB, em tarde inspirada, contribuiu com uma fracção considerável das razões que colocaram o campeão em apuros, em especial no decurso do terceiro período. Por duas vezes (37-48 e 42-53), os Dragões estiveram a perder por 11 pontos e entraram no quarto decisivo com uma desvantagem de oito (47-55).



A aproximação à exibição perfeita nos momentos de resolução traçou a recuperação azul e branca, conduzida com requinte por José Costa, que assumiu o lançamento em situações difíceis (foi autor de três triplos), ainda que tenha sido Rob Johnson a distinguir-se como o melhor da equipa, com 12 pontos e 5 ressaltos, superando o duplo-duplo de Carlos Andrade (12 pontos e 12 pontos).

Moncho López "Se não fosse em casa provavelmente perdíamos. Somos o reflexo de como estamos a pensar e a trabalhar e tenho de puxar as orelhas a mim próprio. Faço-o publicamente, porque no play-off não podemos jogar tão mal"

Com esta vitória o FC Porto mantém a liderança do campeonato com um ponto à maior sobre o segundo classificado, Benfica.
No dia 7 de Abril, o FC Porto recebe o Barreirense na última jornada da fase regular.

sábado, 24 de março de 2012

Basquetebol * FC Porto 67 - Benfica 76

20ª. Jornada * Liga Portuguesa Basquetebol

Dragão Caixa
Assistência: 1.917 espectadores

Árbitro principal: Luís Lopes
Árbitros auxiliares: Nuno Monteiro e Fernando Rezende

FC PORTO FERPINTA (67): Reggie Jackson (9), Carlos Andrade (16), João Santos (5), Greg Stempin (16) e Rob Johnson (8); José Costa (9), Diogo Correia (2), Miguel Miranda (2), David Gomes (0)
Treinador: Moncho López

BENFICA (76): Marcus Norris (3), Ted Scott (20), João Gomes (11), Seth Doliboa (13) e Elvis Évora (16); Heshimu Evans (10), Diogo Carreira (3), Miguel Minhava (0), António Monteiro (0)
Treinador: Carlos Lisboa

Ao intervalo: 29-26
Por períodos: 9-7, 20-19, 14-20 e 24-30

Publicado em fcporto.pt

Final era só para o Benfica. Para os Dragões, líderes destacados da Liga, o encontro decisivo jogara-se uma semana antes, em Fafe, a meio de um percurso que resultou na conquista da Taça de Portugal. No regresso à Liga e a casa, o FC Porto saiu derrotado (67-76) de onde já não perdia há mais de dois anos, permitindo que o adversário adiasse a definição do vencedor da fase regular.

Há números que, de tão óbvios, são incapazes de enganar. E o parcial de 9-7 gerado pelos primeiros 10 minutos é um caso gritante de transparência, certificando a interpretação óbvia sobre um período especialmente marcado pelo rigor defensivo e por uma quantidade exagerada de lançamentos falhados.

Os quartos restantes destoaram do inicial pelo volume de pontos somados, mas não desfizeram o equilíbrio, mantendo a dúvida sobre a identidade do vencedor para lá do último minuto, com Ted Scott a emergir como o elemento decisor, ao converter 5 dos 6 triplos tentados, em profundo contraste com os dados globais conseguidos por toda a equipa portista no lançamento exterior: 6 em 28.

Carlos Andrade e Greg Stempim, ambos com 16 pontos, foram os melhores dos Dragões, que mantêm, apesar da derrota, a primeira posição da época regular, a confirmar nas duas últimas jornadas, ambas a disputar no Dragão Caixa, frente ao CAB Madeira e ao Barreirense.

Declarações de Moncho Lopéz ao site fcporto.pt

Em que é que o Benfica esteve melhor que o FC Porto neste jogo?
Foi um jogo de muita dificuldade para as duas equipas. Houve um grande trabalho ofensivo na primeira parte e o Benfica decidiu o jogo no último quarto. Conseguiu 30 pontos em dez minutos e não é fácil conquistar essa pontuação ao FC Porto. Não conseguimos segurar o jogo e a equipa acabou por apostar no trabalho defensivo. Há que reconhecer a qualidade do ataque adversário.

Como fica a discussão do primeiro lugar?
Queremos assegurar o primeiro lugar. Esta situação obriga-nos a reagir. Vamos ter um trabalho mais complicado em termos emocionais e sabemos que vamos ter dificuldades nos jogos com os próximos adversários. São duas equipas [n.d.r.: CAB Madeira e Barreirense] com muitas potencialidades que estão à procura de um bom posicionamento nos playoffs. Mas antes disso, temos que jogar contra nós mesmos. Temos que fazer um jogo de reacção mental. Assumir que perdemos em casa é sempre duro. Agora o importante é reactivarmo-nos e pensarmos em ganhar os próximos jogos.

Na próxima jornada, dia 1 de Abril, o FC Porto recebe o CAB Madeira.