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segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Basquetebol * FC Porto perde Troféu António Pratas

Publicado em fcporto.pt

Pavilhão Municipal de Vagos

FC PORTO FERPINTA (63): Reggie Jackson (10), Carlos Andrade (7), João Santos (7), Miguel Miranda (10) e Greg Stempin (13); José Costa (2), David Gomes (2), Anthony Hill (4), Miguel Maria (8), Nuno Marçal (0), Diogo Correia (0)
Treinador: Moncho López

BENFICA (65): Miguel Minhava (11), Ted Scott (17), Sérgio Ramos (6), Seth Doliboa (8) e Elvis Évora (9); Heshimu Evans (11), Fred Gentry (3) e Diogo Carreira (0)
Treinador: Carlos Lisboa

Ao intervalo: 37-31
Por períodos: 21-16, 16-15, 17-12 e 9-22

Dois pontos (63-65) foram margem suficiente para negar o segundo título portista em apenas quatro dias. Depois da vitória na Supertaça, os campeões nacionais, que concluíram em Vagos uma sequência alucinante de cinco jogos em nove dias, perderam, com surpresa, a final do Troféu António Pratas frente ao Benfica, depois de terem entrado no último período com uma vantagem de 11 pontos.

Uma abordagem desconcertante do último quarto e, em particular, dos seus primeiros minutos, em que o FC Porto Ferpinta permitiu um parcial desfavorável de 0-10, revelar-se-ia decisiva e irreparável para o desfecho de um jogo que os azuis e brancos dominaram até então.

Erros próprios e umas quantas decisões duvidosas do trio de arbitragem liderado por Luís Lopes, que resultaram ainda numa falta técnica averbada a Moncho López, culminaram numa derrota que Miguel Miranda quase evitou nos segundos finais, na tentativa de conversão de um triplo que daria a vitória aos Dragões.

Greg Stempin foi o melhor marcador dos portistas, com 13 pontos, seguido por Miguel Miranda e Reggie Jackson, ambos com 10.

O treinador do FC Porto, Moncho Lopez, lamentou a derrota diante do Benfica na final do troféu António Pratas.

«Queria começar por dar uma palavra aos adeptos que nos acompanharam. Fizemos um excelente trabalho ofensivo, mas perdemos o jogo no ataque, sobretudo porque foi decisivo o quarto período», frisou o técnico portista, que, apesar do desaire, admitiu tirar ilações positivas: «Fizemos muitas coisas boas, mas temos muitas coisas a retirar. Demonstrámos grande capacidade de ataque e grande domínio.»

«Se tivesse mais tempo de trabalho e treino, tiraria outras conclusões», rematou.

sábado, 8 de outubro de 2011

Basquetebol * FC Porto na final do Troféu António Pratas

Pavilhão Municipal de Vagos

Sob a arbitragem de: Carlos Santos, Pedro Coelho e Pedro Rodrigues (todos de Lisboa).

FC Porto: Reginald Jackson (9), Diogo Correia (1), Gregory Stempin (17), João Santos (6) e Miguel Miranda (6).
Jogaram ainda: Miguel Cardoso (2), José Costa (2), Nuno Marçal (9), Carlos Andrade (14), André Boavida, David Gomes (6) e Anthony Hill.

Ovarense: Nuno Manarte (9), Cristóvão Cordeiro (9), Fernando Neves (8), Mário Gonçalves (1) e Austen Powers (16). 
Jogaram ainda: José Barbosa (2), André Pinto (11), Nuno Morais, Pedro Costa e James Crowder (4).

Parciais: 17-16; 13-13, 18-14; 24-17

O FC Porto venceu este sábado a Ovarense por 72-60, nas meias-finais do troféu António Pratas de basquetebol, e é o primeiro finalista da competição, a decorrer no Pavilhão Municipal de Vagos.

O equilíbrio marcou todo o encontro, com os actuais campeões nacionais a encontrarem muitas dificuldades para bater o conjunto de Ovar, que vendeu cara a derrota, com um jogo bastante aguerrido.

O primeiro período foi muito intenso na disputa de bola, mas a equipa de Moncho Lopéz esteve sempre à frente do marcador, terminando com uma vantagem frágil de 17-16.

No arranque para o segundo período, os atletas vareiros esboçaram uma reacção e conseguiram até passar para a frente do marcador, mas não confirmaram a reviravolta, graças sobretudo a algum desacerto na concretização (30-29).

A formação portista evidenciou-se pela eficácia ao nível ofensivo, enquanto a equipa de Mário Leite falhou nos lançamentos de três pontos, não conseguindo acertar nenhuma das 12 tentativas.

Após o intervalo, o FC Porto entrou mais concentrado e alcançou a maior vantagem no jogo, mas os jogadores de Ovar não desistiram e conseguiram responder, encerrando o terceiro período com 48-43.

No último parcial, a lucidez portista foi mais evidente e valeu-lhe um passaporte para a final do troféu, num embate muito disputado e fisicamente muito exigente.

O jogador mais valioso da partida foi o norte-americano do FC Porto Gregory Stempin, que marcou 17 pontos.

No final, o técnico vencedor, Moncho Lopéz, destacou a "capacidade da equipa manter a fasquia elevada até final" e elogiou o adversário, sublinhando que é um conjunto "muito bem orientado e posicionado em campo".

Com a presença na final do Troféu António Pratas, do qual o FC Porto Ferpinta é detentor, Moncho López, que já venceu todas as cinco provas do calendário nacional em cerca de dois anos de competição, ameaça somar o seu sexto título no espaço temporal de um ano, oito meses e nove dias, numa sequência iniciada com a vitória na Taça Federação “Hugo dos Santos”, a 31 de Janeiro de 2010.

Na segunda semifinal do dia, que ditou o nome do adversário dos campeões nacionais, o Benfica afastou o Lusitânia dos Açores.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

FC Porto conquista Supertaça de Basquetebol

Pavilhão Municipal de Vagos


FC PORTO FERPINTA (76): Reggie Jackson (6), Carlos Andrade (11), João Santos (5), Miguel Miranda (16) e Greg Stempin (20); Diogo Correira (5), André Boavida (0), David Gomes (2), Anthony Hill (2), Miguel Maria (1), José Costa (8), Nuno Marçal (0)
Treinador: Moncho López

CAB MADEIRA (62): Austin Kenon (13), Jaime Silva (15), Jarvis Gunter (6), Shawn Jackson (11) e Jorge Coelho (7); Jorge Freitas (0), Mário Fernandes (8), João Ferreirinho (0), Barry Shetzer (2)
Treinador: João Freitas

Ao intervalo: 35-24
Por períodos: 20-15, 15-9, 20-20 e 21-18

O FC Porto conquistou nesta quarta-feira a Supertaça de basquetebol, ao derrotar em Vagos o CAB Madeira por 76-62.

É a quinta vez que o clube portista, actual campeão nacional, arrecada o troféu, que lhe fugia já desde a época 2003/2004.

Foi um encontro em que os actuais campeões nacionais confirmaram todo o seu favoritismo. No primeiro período ainda houve algum equilíbrio, com o CAB a conseguir estar na frente em algumas ocasiões.

Mas os homens de Moncho López conseguiram chegar ao fim do parcial já com cinco pontos de vantagem (20-15), que aumentaram para 11 (35-24) ao intervalo, uma diferença que se manteve no final do terceiro período (55-44).

Os dragões beneficiaram, e muito, com as prestações de Gregory Stempin e Miguel Miranda. O internacional português foi eleito MVP da partida e assinou um duplo-duplo, com 16 pontos (3 em 5 em triplos) e 10 ressaltos. Já o extremo norte-americano anotou 20 pontos e conquistou 13 ressaltos - saiu prejudicado nesta luta pelo "título" de melhor em campo devido às 4 perdas de bola.

Entre a formação madeirense, Jaime Silva foi o melhor com 15 pontos (4 em 9 de longa distância) e 5 ressaltos.

Os portistas só tiveram de gerir a vantagem nos últimos dez minutos, conquistando com facilidade o primeiro troféu da temporada.

No final da partida, já depois de ter tocado o quinto troféu conquistado em pouco mais de dois anos (Taça da Liga, Taça de Portugal, Troféu António Pratas, Campeonato da Liga e Supertaça), Moncho López fez questão de alargar o êxito e o mérito ao plantel que dirige e, inclusive, à formação portista. 
“Este grupo de trabalho já tem todas as provas nacionais conquistadas, mas a verdade é que estamos no FC Porto, o que transforma esse feito em algo normal”, observou o técnico galego, que acrescentou: “É um prémio que dedico também aos treinadores da formação, porque hoje tive a oportunidade de colocar o Miguel Maria a jogar e isso também é fruto do trabalho deles”.

Miguel Miranda, o MVP da partida, sublinhou a importância de “começar a ganhar”, facto capaz de “transmitir ainda mais motivação para o trabalho diário”, até porque, conforme reconhece o extremo/poste, “era importante conquistar o primeiro objectivo da época”.


Este está a ser um ano inesquecível para José Costa, que, meses depois, de se sagrar pela primeira vez campeão nacional, juntou a Supertaça ao currículo. Na análise ao encontro, o veterano de 37 anos elogiou o ritmo com que o FC Porto entrou na partida. "O CAB é uma das melhores equipas nacionais, com jogadores de qualidade. Tivemos um ritmo muito forte. No quarto período eles estavam muito mais cansados do que nós. Para começo de época, o ritmo que impusemos foi muito bom". José Costa defendeu ainda que este triunfo pode ser um bom prenúncio para a revalidação do título: "Não sou supersticioso, mas no ano passado começámos a vencer com a conquista do Troféu António Pratas e acabámos campeões. Se a história se repetir, é muito bom sinal".

domingo, 2 de outubro de 2011

Basquetebol * FC Porto garante passagem à Final Four do Troféu António Pratas

Publicado em fcporto.pt

Depois de duas vitórias em dois dias consecutivos, a mais recente obtida neste domingo, em Guimarães, onde triunfou por 70-93, o FC Porto Ferpinta dominou o Grupo Norte, que disputou integralmente em terreno adverso, e assegurou a qualificação para as meias-finais do Troféu António Pratas, do qual é detentor.

Com 20 pontos (2 em 3 lançamentos de 2pts, 4 em 5 lançamentos de 3pts e 4 em 4 na linha de lances livres) e 5 ressaltos, Carlos Andrade distinguiu-se como o MVP da partida de Guimarães, menos de 24 depois de ter emergido como um dos melhores elementos dos Dragões no encontro da primeira jornada, em Barcelos, onde os azuis e brancos ganharam por 70-74.

Nuno Marçal esteve também em plano de evidência, ao somar 15 pontos e 6 ressaltos num jogo em que a equipa de Moncho López dominou desde os primeiros instantes, atingindo o final do primeiro período a vencer por 18-26.

A Final Four da competição está agendada para o próximo fim-de-semana, com o Benfica-Lusitânia e FC Porto-Ovarense nas meias-finais.

Antevisão da Supertaça

Moncho Lopez “O favorito é o campeão”

A informação sobre o adversário é escassa, mas Moncho López mostra-se seguro de que, à hora do jogo da Supertaça, o FC Porto Ferpinta saberá o suficiente sobre o CAB Madeira para poder erguer o troféu. Miguel Miranda, que também participou na superflash, confia na competência portista e no trabalho entretanto desenvolvido.

A Supertaça, que opõe o FC Porto Ferpinta, campeão nacional, ao CAB Madeira, vencedor da Taça de Portugal, joga-se a partir das 17h30 de quarta-feira, no Pavilhão Municipal de Vagos.

Moncho López

“Gostei muito da concentração e do compromisso demonstrado pela equipa nos jogos deste fim-de-semana e estou orgulhoso dos atletas, que conheciam a importância de nos classificarmos para as meias-finais do Troféu António Pratas. Mesmo sabendo que jogamos a Supertaça na quarta-feira, não nos poupamos a esforços.”

“As dificuldades que encontrámos na preparação destes dois troféus, motivada também pelo azar do sorteio, transformam-se num estímulo. Gostávamos de poder preparar as competições em igualdade de circunstâncias com as outras equipas, mas não foi o caso. Não preparámos a Supertaça da mesma forma que o nosso adversário, nem vamos preparar a segunda fase do Troféu António Pratas com uma semana de antecedência, como acontece com os nossos adversários. Tudo isto irá exigir muito mais esforço da parte dos jogadores, e não estou a mencionar estes factos como desculpa, mas sim como realidade.”

“O favorito é o campeão nacional, mas jogamos frente a uma grande equipa, que respeitamos muito e que habitualmente se encontra muito bem nesta fase da época. O CAB tem um técnico muito exigente, que faz com que a equipa comece os campeonatos sempre em boa forma física. É um adversário que respeitamos muito, mas racionalmente temos que assumir uma dose de favoritismo. Espero que os nossos adeptos nos apoiem em Vagos, espero que na quarta-feira sintamos que estamos a jogar em casa.”

“Vamos tentar conhecer o máximo possível da equipa do CAB Madeira. Nós, até agora, mostrámos todas nossas cartas, as nossas armadilhas, as nossas estratégias. O CAB teve várias hipóteses de conhecer o nosso jogo, nós não. No entanto, também temos um óptimo serviço de scouting, conhecemos os atletas do adversário, o trabalho do seu treinador.”

Miguel Miranda

“Numa final não há favoritos, há 50 por cento de hipóteses para cada lado. Vai vencer quem estiver melhor no dia de jogo.”

“Não faço ideia da forma em que o CAB se encontra, mas é uma equipa que tem apresentado equipas fortes nos últimos anos. Neste clube trabalha-se todos os dias e joga-se quando se tem de jogar, lutamos e fazemos tudo para vencer. Há jogos em que temos mais informação sobre o adversário, outros menos, no entanto, preparamos os desafios preocupando-nos essencialmente com o nosso jogo.”

“Temos ainda uma grande margem de progressão e vamos aproveitá-la. Só o futuro nos dirá se estamos mais fortes ou mais fracos do que no ano passado. Somos nós que teremos de demonstrar isso mesmo dentro de campo.”

sábado, 1 de outubro de 2011

Basquetebol * FC Porto vence Barcelos

Publicado em fcporto.pt

O FC Porto Ferpinta venceu, neste sábado, o Barcelos, por 70-77, no terreno da equipa minhota e em jogo da segunda jornada do Grupo Norte do Troféu António Pratas, do qual os Dragões são detentores. Com 13 pontos e 4 ressaltos, David Gomes distinguiu-se como o melhor da formação azul e branca, na qual sobressaiu também Carlos Andrade, somando 14 pontos e 7 ressaltos.

Moncho Lopez "Valeu a nossa experiência"

"Foi um jogo difícil, mas estamos a melhorar o entrosamento. O Barcelos foi muito aguerrido e quis dificultar as contas aos campeões. Teve muito mérito ao conseguir equilibrar a partida, mas nos momentos decisivos valeu a nossa experiência e maturidade."

A equipa campeã nacional decide, neste domingo, o acesso às meias-finais da competição, na terceira e última jornada do grupo, defrontando o V. Guimarães, no seu pavilhão, que derrotou o Barcelos (82-69) na primeira ronda. O encontro decisivo joga-se a partir das 16h00.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Basquetebol * FC Porto perde no jogo de apresentação

Publicado em fcporto.pt e jornal "O Jogo"

O FC Porto Ferpinta perdeu esta quinta-feira com o Obradoiro (79-87), no Dragão Caixa, em jogo de apresentação dos portistas aos sócios. Apesar da derrota, os azuis e brancos discutiram a partida frente a uma equipa do principal campeonato espanhol, tendo estado mesmo a vencer a menos de dois minutos do fim. Ao intervalo, o FC Porto também liderava, por um ponto (44-43).

Depois de um início mais forte do Obradoiro, os Dragões fizeram um óptimo segundo período, encaixando defensivamente no adversário, o que lhes permitiu passar para a frente do marcador. O encontro manteve-se equilibrado até ao último minuto, já que o FC Porto vencia por três pontos a 1:40 minutos do final. Em resumo, os portistas mostraram-se prontos para competir oficialmente, o que acontece já este fim-de-semana, no Troféu António Pratas (Barcelos e Guimarães são os adversários, no sábado e no domingo).

Em termos individuais, destacam-se os números de Carlos Andrade (19 pontos e 5 ressaltos), João Santos (15 pontos e 3 ressaltos, 3 triplos em 4 tentativas) e Greg Stempin (17 pontos e 5 ressaltos). Marcaram ainda Reginald Jackson (9), Miguel Miranda (8), Nuno Marçal (7), Anthony Hill (2) e Miguel Maria (2).

Como jogaram os reforços

Jackson Jr.
O base norte-americano de 1,80m e 27 anos estreou-se no cinco inicial da equipa portista. Reginald Jackson Jr. mostrou-se mais activo nas penetrações do que Sean Ogirri e ao longo dos cerca de 28 minutos somou nove pontos, um ressalto e quatro assistências.

Anthony Hill
O poste oriundo do Milwaukee Panthers mostrou mais dificuldades no entrosamento, mas relembre-se que o americano de 2,01m chegou ao Porto mais tarde que Jackson Jr. Na estreia jogou cerca de 13 minutos, tendo registado dois pontos e um ressalto.

Na sala de imprensa, Moncho López mostrou-se agradado com a equipa:
“Estou muito satisfeito com a imagem que transmitimos, contra uma equipa de altíssima qualidade. Temos de gerir melhor alguns momentos do jogo, mas o mais importante foi conseguir contrariar uma equipa do segundo melhor campeonato do mundo. Estou contente com a nossa resposta”.

O técnico criticou ainda a calendarização das competições oficiais:

“Não acredito no sorteio do Troféu António Pratas, voltamos a jogar sempre fora. Este é um troféu que, quando o ganhamos, não tem importância, mas quando perdemos ganha um enorme relevo”.

Extremo portista João Soares pára devido a operação

O extremo portista João Soares vai parar de mês e meio a dois meses devido a uma operação na mão direita. O jogador lesionou-se e só a intervenção cirúrgica resolvia o problema, ficando agora sujeito a um longo período de recuperação, devendo voltar à competição apenas em Dezembro.

O FC Porto joga amanhã em Barcelos, pelas 17h30, em jogo a contar para o Troféu António Pratas, prova que marca o início da época. Contudo, os portistas mostraram já estar a pensar na conquista da Supertaça, na próxima quarta-feira, frente ao CAB Madeira, em Vagos, pelas 17h30.

Troféu António Pratas faz as honras da nova época

A temporada 2011/12 do basquetebol português começa esta noite com a primeira jornada das eliminatórias do Troféu António Pratas, prova que reúne as 12 equipas da Liga, divididas em quatro grupos. A abrir no Grupo Norte, Guimarães (vencedor em 2009/10) e Barcelos medem forças, enquanto o FC Porto, vencedor na época passada, apenas entra em acção amanhã. A Centro-Norte, defrontam-se Ovarense e CAB Madeira, duas equipas que não perderam na fase de preparação da nova época. No conjunto Centro-Sul, Académica e Ginásio protagonizam mais um dérbi , enquanto, a Sul, o Benfica recebe o campeão da última Proliga, o Terceira Basket. Os vencedores de cada grupo garantem a presença na fase final, marcada para o próximo fim-de-semana.

Entretanto o CAB Madeira, equipa que devia esta sexta-feira defrontar a Ovarense na 1.ª jornada do Grupo Centro-Norte, do Troféu António Pratas, informou a Federação Portuguesa de Basquetebol que desistiu da competição.

Os responsáveis da equipa madeirense alegam “questões administrativas” para justificar a ausência na 1.ª competição oficial da temporada.

No entanto, o CAB Madeira garantiu a presença, quarta-feira, em Vagos, para disputar a Supertaça, jogo no qual irá defrontar o campeão nacional, FC Porto.

Eliminatórias

Hoje
Guimarães-Barcelos 21h30
Ovarense-CAB Madeira ????? 21h00
Académica-Ginásio 21h00
Benfica-Terceira Basket 21h00

Amanhã
Barcelos-FC Porto 17h30
Sampaense-CAB Madeira ????? 17h00
Ginásio-Lusitânia 17h00
Barreirense-Terceira Basket 16h00

Domingo
Guimarães-FC Porto 17h00
Ovarense-Sampaense 17h00
Académica-Luistânia 16h00
Benfica-Barreirense 17h00

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Basquetebol * Anthony Hill reforça plantel

Publicado em fcporto.pt

Anthony Hill, de 22 anos, é a mais recente aquisição do FC Porto Ferpinta, que assegurou a contratação do poste norte-americano por uma época desportiva. Natural de Milwaukee, no estado do Wiscounsin, Hill foi o melhor marcador e melhor ressaltador dos Milwaukee Panthers na mais recente edição do campeonato universitário dos Estados Unidos (NCAA1).

Com 2,04 metros e 105 quilos, Hill distinguiu-se no decurso da época passada como o sexto jogador da história da universidade a ultrapassar os 1.000 pontos e os 500 ressaltos, sendo também um dos três atletas a superar a barreira dos 30 pontos em dois jogos da Horizon League, cuja fase regular foi ganha pelos Panthers, com um registo de 15 vitórias e 3 derrotas.

O poste norte-americano, que envergará a camisola dos Dragões, foi também considerado jogador da semana da Horizon League, depois de um "duplo-duplo" de 29 pontos e 15 ressaltos conseguido frente a Green Bay. No jogo seguinte, Hill somou 32 pontos contra os Flames da Universidade de Illinois em Chicago.

Elemento do cinco ideal da Horizon League, Anthony Hill preenche, no plantel portista, o lugar deixado em aberto pela saída de Julian Terrell, tornando-se a segunda aquisição da época da equipa liderada por Moncho López, que já havia assegurado a contratação de Reggie Jackson, base norte-americano que representou o Newcastle Eagles, conseguindo uma média de 21 pontos por jogo e atingindo as meias-finais da Liga Britânica.

Anthony Hill é o número 23



quarta-feira, 31 de agosto de 2011

FC Porto Basquetebol Plantel 2011/2012

Publicado em fcporto.pt

A revalidação do título é objectivo incontornavelmente assumido por Moncho López. E nem poderia ser de outra forma, subscreveu Nuno Marçal. Foi assim, em resumo, o regresso do campeão ao Dragão Caixa. Com o treinador a assumir o peso do favoritismo que a concorrência não suporta e o capitão a reconhecer um acréscimo de responsabilidade. O que, acrescentou, até é normal no FC Porto.

Sem os internacionais José Costa, Carlos Andrade, João Santos e Miguel Miranda, todos a representar Portugal no Eurobasket, nem Greg Stempin, que tem regresso agendado para quarta-feira, o FC Porto Ferpinta entrou na nova época apresentando como principal atracção o base norte-americano Reggie Jackson, que na época passada representou o Newcastle Eagles, da Liga britânica.

Os Dragões, que incorporaram no primeiro treino os juniores Rui Lopes, Eduardo Guimarães, José Miranda, Miguel Soares e Pedro Bastos, revelaram mais do que a predisposição para revalidar o título. No superflash realizado esta segunda-feira, na arena do Dragão Caixa, Nuno Marçal elevou a fasquia, propondo-se a juntar outros títulos ao principal objectivo, e Moncho López alertou para a importância de começar a época a vencer a Supertaça.

Onde Moncho queria estar
"A renovação do contrato soube bem, porque estou precisamente onde queria estar. Estou num clube conhecido mundialmente. Do país de onde eu venho, a marca FC Porto tem muito prestígio. Para um espanhol ligado ao desporto, estar neste clube é bom. A pressão de estar num clube que tem de ganhar as competições é sempre positiva, especialmente se acompanha pela responsabilidade de dispormos de uma boa organização e um grupo de atletas que tem um potencial muito grande. Tudo isto permite-nos assumir o favoritismo que os adversários gostam de nos atribuir."

Com menos investidas no mercado
"A equipa que jogou a final dos playoffs connosco incorporou atletas muito interessantes. No nosso caso, estou convencido de que vamos surpreender com menos investidas no mercado e menos alterações no plantel. As saídas do Sean Ogirri e do Julian Terrell obrigam-nos a procurar jogadores que, não tendo exactamente as mesmas características, possam ser, nessas mesmas posições, mais-valias para o grupo."

Do Eurobasket à Supertaça
"O que eu desejo é que os jogadores do FC Porto que estão no Eurobasket joguem muito bem e que regressem em boas condições físicas e focalizados nos nossos objectivos, porque no dia 5 de Outubro jogamos a Supertaça, que queremos conquistar."

Marçal eleva a fasquia
"Temos objectivos claros, que passam por repetir o êxito do ano passado e, se possível, conquistando mais títulos. Houve mais do que tempo para recarregar baterias, ao ponto de a paragem me parecer um pouco excessiva. Continuaremos a querer vencer tudo. Mantivemos grande parte da estrutura da equipa e o treinador, o que é fundamental para quem quer revalidar o título. Manter o título na nossa posse atribui-nos mais responsabilidade, mas isso no FC Porto é normal, não é nada de extraordinário."

Renovaram contrato:
Gregory Stempin e Carlos Andrade renovaram contrato com o campeão nacional FC Porto.
O norte-americano renovou por três anos e o internacional português por um.
Stempin e Andrade foram duas das grandes figuras do FC Porto, que conquistou a Liga portuguesa de basquetebol, ao vencer na final do playoff o Benfica por 4-3.

Nuno Marçal também renovou.
"É um privilégio continuar nesta casa, onde reside o campeão nacional e o melhor clube português. Estou onde sempre gostei de estar, sinto-me no auge e a decisão de renovar foi fácil", afirmou o capitão dos dragões de 35 anos.
"Não olho para o bilhete de identidade. Pretendo continuar enquanto me sentir com capacidade para ajudar a equipa e, neste momento, sinto-me muito bem", concluiu Marçal.

José Costa prolongou o vínculo contratual com os campeões nacionais por mais um ano. O base, de 37 anos, que se encontra ao serviço da selecção nacional, jogará a segunda época consecutiva de dragão ao peito, razão pela qual se mostra “extremamente contente”.

“Vou continuar no clube onde gosto de estar e vendo reconhecido o meu trabalho”, justificou o internacional português. “Esta época foi marcante”, continuou. “Consegui alcançar duas metas importantes: a conquista do campeonato e a presença na fase final do Europeu”.

Para José Costa, o principal objectivo da temporada que se avizinha está muito claro: “A meta principal será a obtenção do bicampeonato. Vamos trabalhar ainda mais, especialmente concentrados na revalidação do título”.



Moncho López mais dois anos no Dragão

O treinador Moncho López renovou, por dois anos, o contrato com o FC Porto Ferpinta. A assinatura do acordo foi efectuada no Dragão Caixa, com a presença do presidente Jorge Nuno Pinto da Costa. “Demorámos a assinar, mas chegámos depressa a um acordo. Chegou-se a um entendimento porque eu queria ficar e o FC Porto também queria que eu ficasse”, declarou o técnico.

Moncho López “É um sonho”
“Quando cheguei aqui, há dois anos, estava feliz, mas agora estou ainda mais. Profissional e pessoalmente sinto-me feliz, posso dizer que é um sonho. Sabia que seriam os resultados a decidir a minha continuidade e felizmente eles permitiram-no. Espero não ficar aqui apenas mais dois anos.”

“Desde que cheguei, assumi que o FC Porto joga sempre para ganhar. Enfrentamos a nova época com os mesmos objectivos, depois de dois anos de trabalho. Assumo que vamos estar preparados para ganhar o campeonato e que queremos ser bicampeões. Perdemos dois jogadores importantes, como o Sean Ogirri e o Julian Terrell, mas vamos procurar alternativas tão boas como eles, que possam crescer com o trabalho de equipa.”

Pinto da Costa “Garantia de qualidade”
“Esta renovação serve para tentarmos manter o nível a que chegámos no ano passado. Reconquistámos o título após sete anos, muito graças ao excelente trabalho do Moncho López, que se juntou ao valor dos jogadores e à dedicação dos dirigentes, como o Júlio Matos. Esforçámo-nos para manter o treinador, até porque deixou a selecção e agora pode trabalhar a tempo inteiro para nós. Sempre dei muita importância aos treinadores, em qualquer modalidade, e a sua continuidade, nos próximos dois anos, é uma garantia de qualidade.”
 
Entradas:
Reggie Jackson * Base
Anthony Hill * Poste

Saídas:
Sean Ogirri não renovou contrato com o FC Porto e regressou a Espanha, desta vez para actuar pelo Breogan, da Liga LEB Ouro.
O base norte-americano já tinha alinhado pelo Ourense, da mesma competição, com excelentes médias nos triplos (melhor marcador da LEB Ouro), registo que manteve na Liga Portuguesa (média de 44 por cento na final, fase mais competitiva da prova), tendo sido peça importante do título conquistado pelos dragões.

Julian Terrell não renovou com o FC Porto. O poste, que alinhou nos azuis e brancos durante três temporadas (2007/08, 2009/10 e 2010/11) e ajudou na conquista do título nacional, abandona assim o FC Porto. 

PLANTEL FC PORTO FERPINTA 2011/12

NÚMERO
NOME
POSIÇÃO
DATA NASCIMENTO
ESTATURA (M)
PESO (KG)
NACIONALIDADE
4
Diogo Correia
Base
28-10-1990
1,84
83
Português
7
João Soares
Extremo
27-03-1990
2,02
97
Português
8
Rui Lopes
Extremo / Poste
17-10-1993
1,94
78
Português
10
Gregory Stempin
Extremo / Poste
10-05-1979
2,03
105
Norte-americano
11
Miguel Miranda
Extremo / Poste
09-10-1978
2,05
105
Português
13
André Boavida
Poste
09-02-1988
2,01
107
Português
14
David Gomes
Poste
23-03-1986
2,02
101
Português
17
Miguel Cardoso
Base
15-01-1993
1,84
73
Português
20
José Costa
Base
06-12-1973
1,87
76
Português
21
Reginald Jackson
Base
14-10-1984
1,78
73
Norte-americano
22
Nuno Marçal
Extremo
14-11-1975
2,05
100
Português
23
Carlos Andrade
Extremo
27-04-1978
1,97
109
Português
25
João Santos
Extremo
15-06-1979
2,05
99
Português

        * Anthony Hill * Poste

Novas regras relativamente aos atletas estrangeiros para 2011/2012
A Federação Portuguesa de Basquetebol confirmou que as equipas que participam na Liga portuguesa vão poder contar a partir de agora com 4 jogadores estrangeiros no plantel.
“Não era desejo da Federação Portuguesa de Basquetebol (FPB), mas os clubes da Liga Portuguesa de Basquetebol, em conjunto, decidiram aumentar para quatro o número de estrangeiros que podem fazer parte dos respectivos plantéis”, garantiu Mário Saldanha.
O Presidente da FPB considera esta situação vai prejudicar os jogadores portugueses: “Esta decisão é um mal menor, pois tenho consciência que este aumento de jogadores estrangeiros em nada favorece o atleta português. No entanto, fica o desejo de que a competição seja valorizada, bem como o espectáculo e a qualidade dos jogos da próxima época”.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Basquetebol * Reggie Jackson contratado pelo FC Porto

O jogador norte-americano é o mais recente reforço da equipa de basquetebol do FC Porto, com contrato válido por uma época desportiva.
Reggie Jackson, de 26 anos, foi contratado ao Newcastle Eagles, onde alcançou as meias-finais do playoff da Liga britânica de basquetebol.
O atleta mede 1,80 metros e na época passada, ao serviço da formação inglesa, registou uma média de 21 pontos e quatro assistências em 19 encontros disputados.
Jackson, natural de Hogansville e formado na Universidade de Southern Union, chega ao FC Porto para substitui o compatriota Sean Ogirri, que abandonou o clube na temporada passada.


quinta-feira, 2 de junho de 2011

Basquetebol * FC Porto Campeão Nacional 2010/2011

Playoff * FINAL * Jogo7

FC Porto 86 - Benfica 76

Dragão Caixa, no Porto
Assistência: 2.183 espectadores

Árbitro principal: Fernando Rocha (Porto)
Árbitros auxiliares: Luís Lopes (Porto) e Pedro Coelho (Lisboa)

FC PORTO FERPINTA (86):Sean Ogirri (25), Carlos Andrade (8), Nuno Marçal (7), Greg Stempin (20) e Julian Terrell (11); Diogo Correia (6), João Soares (0), Pedro Catarino (2), Miguel Miranda (2), David Gomes (0), José Costa (0), Nuno Marçal (7), João Santos (5)
Treinador: Moncho López

BENFICA (76): Miguel Minhava (5), Ben Reed (14), Sérgio Ramos (11), Heshimu Evans (16) e Gregory Jenkins (2); Elvis Évora (7), António Tavares (5), Diogo Carreira (0), Marquin Chandler (16)
Treinador: Henrique Vieira

Ao intervalo: 43-38
Por períodos: 21-17, 22-21, 23-17 e 20-21

O FC Porto perante um Dragãozinho lotado com mais de 2000 adeptos, esmaga Benfica e conquista o ceptro de Campeão Nacional, que já nos fugia desde 2003/2004.




Grande jogo de basquetebol, com superioridade absoluta do FC Porto.

Uma nota para o fairplay entre jogadores pós final da partida, e para todos os adeptos que souberam respeitar o adversário na hora da derrota.

Parabéns a todos os atletas, treinador e restante staff, dirigentes e todos aqueles que diariamente contribuem para que nada falte a esta fantástica equipa.


Publicado em fcporto.pt

Venceu o melhor; por 10 pontos (86-76), margem de sobra, mesmo sendo a mais curta da final entre os jogos disputados no Dragão e, ao mesmo tempo, mais ampla do que qualquer diferença conseguida pelo Benfica na Luz, o que diz bem da superioridade portista e atenua a carga de um suposto equilíbrio transferido pela realização do sétimo encontro. O FC Porto Ferpinta volta a ser campeão, somando o 11.º título, que lhe escapava desde 2004.

O desempenho defensivo, que explica uma boa parte do êxito portista e lhe serve de imagem de marca, produziu a primeira diferença entre os pretendentes e a dificuldade crescente do adversário, que aos primeiros minutos do período inicial esgotava, por duas vezes, o tempo de ataque sem lançamento. No outro extremo do terreno, Sean Ogirri alargava a distância, gerindo velocidades e seleccionando, com precisão cirúrgica, o momento para o “tiro” exterior.

Galopante, a vantagem depressa superou a barreira da dezena, que, entre várias oscilações, sofreu redução significativa nos segundos finais do primeiro período e na aproximação ao intervalo. Nada, no entanto, que pudesse travar a determinação de uma equipa superior e especialmente ágil na forma como baralhou marcações, com Stempin a atrair a oposição de dois adversários e a abrir caminho para o afundanço de Terrell, num movimento que conheceria repetição, em articulações inesperadas e brilhantes.

O empate a 26 serviu apenas de estímulo para os Dragões, que chegaram a dispor de uma vantagem de 17 pontos (64-47), já no terceiro quarto, altura em que Greg Stempin, provavelmente o melhor jogador da Liga, reassumiu a condição de elemento preponderante da estratégia portista, ao somar 10 dos 23 pontos da equipa.

Embalado por um ambiente fantástico, o FC Porto Ferpinta resistiu à exclusão de Julian Terrell, que acumulou a quinta falta com pouco menos de três minutos para jogar e a duas anti-desportivas, que não bastaram para recuperar a dúvida sobre a identidade do vencedor, já com contornos definidos a azul e branco. Na verdade, a equipa de Moncho López só esteve em desvantagem por uma vez: na conversão do primeiro lance livre da partida.


Figura
Sean Ogirri
De outra dimensão
Com 25 pontos (9 em 9 lançamentos livres), 4 ressaltos, 2 assistências e 3 roubos de bola, o norte-americano Sean Ogirri distinguiu-se como o jogador mais valioso do sétimo e decisivo jogo de uma série que só teve MVP portistas (Greg Stempin, por três vezes, Sean Ogirri e Julian Terrell, ambos por duas), o que ajuda também a explicar a superioridade inequívoca de uma equipa que nunca perdeu no Dragão e só conheceu a derrota em Coimbra, na fase regular, e na Luz, na final dos playoffs.


Seis anos depois, o FC Porto conquista o 11.º título de campeão do seu historial, destronando o grande rival Benfica, o vencedor dos dois últimos anos.

Está bem entregue o título. Venceu o melhor.

MONCHO LÓPEZ
Controlo do jogo
“Este era o nosso grande objectivo, conquistar um título que fugia há vários anos. Esta equipa foi construída na época passada, com o objectivo de ser campeã o mais cedo possível. Conseguimo-lo no segundo ano. Foi uma época complicada, em que nos focamos muito no campeonato, vencendo a fase regular e depois os playoffs. Tivemos sempre o controlo do jogo, apesar do Benfica, a espaços, conseguir recuperar.”

 

Título em família
“Vencemos na nossa casa, com os nossos adeptos, que foram incansáveis no apoio.
Penso que desde 1983/84 que não conseguíamos sagrar-nos campeões em casa. Houve uma carga emotiva muito grande. Nos jogos em casa, há muito que me arrepio com os adeptos, que merecem muito o título. Nem é a questão do número, mas sim da paixão. O grupo que está atrás do nosso banco é fantástico, incansável. Agora, o que mais desejo é que o hóquei em patins também seja campeão.”



FC Porto Campeão Nacional de Basquetebol 2010/2011
from Dragus Invictus

NUNO MARÇAL
“Já não era campeão desde 1998/99. Este título tem um sabor especial porque é o primeiro que festejo em casa, que esteve soberba, com adeptos fantásticos. Para além disso, é a primeira vez que o meu filho tem a felicidade de me ver ser campeão. É o culminar de uma época excelente, em que tivemos os melhores jogadores, treinador, adeptos e directores. O triunfo é dedicado especialmente aos adeptos, que foram de uma importância extrema, em todo o playoff.”

GREGORY STEMPIN
“Era um jogo fundamental, mas só sentimos nervosismo antes da partida, no campo ele desapareceu. Foi um excelente jogo, em que passamos muito a bola. Nesse aspecto, talvez tenha sido a nossa melhor partida. Estivemos sempre em vantagem e ganhámos o título com justiça. Não sei como será o futuro, mas agora só é tempo de festejar.”

CARLOS ANDRADE
“Acreditávamos que podíamos resolver o título mais cedo, mas conseguimo-lo em casa, com os nossos adeptos, e estamos contentes na mesma. Eles foram o sexto jogador, parecia que atacávamos sempre com seis. A vitória é muito merecida para eles. Ao intervalo aproveitamos sempre para corrigir alguns aspectos e por isso é habitual que sejamos mais fortes no terceiro período. Sabíamos que tínhamos de entrar determinados para conseguir uma boa vantagem e depois gerir. Também sabíamos que o Benfica tem qualidade e iria reagir, mas estivemos sempre concentrados.”

JOSÉ COSTA
“Estou no céu, ainda tenho de despertar para a realidade. Em vinte épocas de profissional, só tinha sido campeão da segunda divisão. Estou muito emocionado. No campeonato, para além das derrotas na final, só tínhamos perdido com a Académica e isso mostra a nossa superioridade. O público do Dragão Caixa foi maravilhoso.”




Galeria do "Fotos Da Curva" - FC Porto Campeão Nacional 2010/2011.
(Clique na imagem para entrar)

Basquetebol * Hoje decide-se o Campeão Nacional 2010/2011

Moncho López “Está tudo nas nossas mãos”

Publicado em fcporto.pt


A meio caminho do título há uma meta que desmistifica e relativiza o grau de dificuldade colocado pelo sétimo e último jogo da final, frente ao Benfica.

No Dragão Caixa, ambiente que vai dissipar todas as dúvidas sobre a atribuição do título, o FC Porto venceu sempre. Por isso, Moncho López sublinha que a decisão reside nas mãos dos seus jogadores e na voz dos adeptos.

Hoje, no Dragão, a identidade do campeão 2010/11 começa a definir-se a partir das 20h30 e Carlos Andrade adverte sobre a importância dos detalhes no sétimo encontro consecutivo entre duas equipas que desenvolveram um conhecimento mútuo profundo. No jogo decisivo, o extremo português, cuja preponderância mereceu o elogio do treinador no final da quinta partida, preconiza uma exibição perfeita.

Certeza de Moncho López
“Tenho a certeza que vamos manter a invencibilidade em casa. Está tudo nas nossas mãos. Há muito que o FC Porto Ferpinta não perde no Dragão Caixa e temos que continuar a vencer. Vamos jogar com o apoio dos nossos adeptos e os resultados demonstram que aqui conseguimos vencer mesmo os jogos mais complicados.”

“Mesmo que não jogássemos em casa, estaríamos convencidos de que poderíamos vencer e conquistar o título. Fomos primeiros na fase regular, soubemos utilizar o factor casa de forma extraordinária e agora esperamos fazer o pleno.”

“Há que saber aproveitar os nervos, reconduzindo-os e utilizando-os para trabalhar com mais intensidade.”

“Não noto ansiedade na equipa. Apercebo-me, isso sim, de alguma frustração por não termos ganho qualquer jogo na Luz, o que estivemos sempre perto de conseguir. Mas, mais do que isso, noto muita ambição e desejo de nos proclamarmos campeões diante dos nossos adeptos.”

“Sempre disse que os árbitros portugueses de topo são muito bons e espero apenas que façam o seu trabalho.”

Experiência de Carlos Andrade
“O factor psicológico é importante, mas depois de jogarmos tantas vezes com o Benfica, o que permite um conhecimento mútuo profundo, os detalhes é que vão decidir.”

“No sétimo jogo não há favoritos. As probabilidades de vitória dividem-se pela metade.”

“Pelo apoio que sempre nos transmitiram ao longo de toda a época, os nossos adeptos merecem o título.”

“Agradeço as palavras do treinador, ele tem muita confiança em mim e vou procurar dar o melhor de mim. Não para ser o MVP, mas para ajudar a equipa. Sou dos jogadores mais experientes do plantel e tento responder da melhor maneira.”

Houve uma grande procura de bilhetes por parte dos adeptos. Vamos ter o Dragãozinho lotado, a lançar labaredas a cada cesto concretizado. 

É nestas alturas que tenho saudades do Américo Sá, que tinha capacidade para receber mais adeptos (7.000 mil). 

Foram muitos os que não conseguiram bilhete. Resta a alternativa Sportv1.

domingo, 29 de maio de 2011

Basquetebol * Final do playoff decide-se no Dragão Caixa

Playoff * FINAL * Jogo 6

Benfica 85 - FC Porto 79

Pavilhão da Luz, em Lisboa

Árbitro principal: Fernando Rocha
Árbitros auxiliares: Luís Lopes e Sérgio Silva

BENFICA (85): Miguel Minhava (8), Ben Reed (22), Sérgio Ramos (12), Heshimu Evans (13), Gregory Jenkins (6); António Tavares (3), Diogo Carreira (2), Rodrigo Mascarenhas (0), Elvis Évora (7), Marquin Chandler (12)
Treinador: Henrique Vieira

FC PORTO FERPINTA (79): Sean Ogirri (10), Carlos Andrade (6), Nuno Marçal (5), Greg Stempin (23) e Julian Terrell (20); Diogo Correia (0), João Soares (2), Miguel Miranda (4), David Gomes (0), José Costa (3), João Santos (6)
Treinador: Moncho López

Ao intervalo: 34-39
Por períodos: 15-19, 19-20, 25-21 e 26-19

Publicado em fcporto.pt

Decisão adiada para quinta-feira.

O título de campeão nacional joga-se no Dragão, onde a final dos playoffs regressa para a sétima e decisiva partida da série, que os azuis e brancos estiveram a ponto de dispensar, quando, a 43 segundos do fim do sexto encontro, venciam na Luz por 78-79, antes de uma falta, acompanhada da perda de ressalto, precipitar a derrota (85-79) da equipa que esteve quase sempre na frente.

Os Dragões, que saíram para intervalo com uma vantagem de cinco pontos (34-39), abordaram o último período com a diferença favorável reduzida à expressão mínima (59-60), depois de um terceiro quarto em que chegou a alargar o fosso à barreira da dezena (34-44).

Sem Julian Terrell e João Santos, que atingiram entretanto a quinta falta, e Greg Stempin condicionado pela acumulação da quarta falta ainda antes do intervalo.

O FC Porto tinha a vitória garantida no derradeiro minuto, mas o norte-americano Ben Reed, ao apontar um triplo e ganhar uma falta a pouco mais de 30 segundos do fim, quando o FC Porto vencia por 78-79, deu a volta à partida, embalando a equipa da Luz para a vitória final, por seis pontos de diferença.

Apesar de limitado a uma utilização invulgarmente reduzida (25 minutos precisos) pelo registo da quarta falta ainda antes de concluído do segundo período, o portista Greg Stempin distinguiu-se como o melhor marcador e o MVP da partida, somando 23 pontos, 3 ressaltos, 1 roubo de bola e 2 desarmes de lançamento.

O técnico do FC Porto, Moncho López, criticou duramente a equipa de arbitragem.



Resumo do jogo:



O sétimo jogo da final, que irá decidir o campeão nacional da presente época, realiza-se na quinta-feira, às 20h30, no pavilhão Dragão Caixa.

Jogo 7
Quinta-feira, 3 de Junho, às 20h30 no Dragão Caixa, com transmissão na Sportv1.

Live streams em:

http://www.cocas.tv/

http://www.tvtuga.com/

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Basquetebol * FC Porto 91 - Benfica 79

Playoff * FINAL * Jogo 5

Dragão Caixa, no Porto
Assistência: 2.098 espectadores

Árbitro principal: Fernando Rocha (Porto)
Árbitros auxiliares: Carlos Santos (Lisboa) e Paulo Marques (Porto)


FC PORTO FERPINTA (91): Sean Ogirri (14), Carlos Andrade (16), Nuno Marçal (0), Greg Stempin (27) e Julian Terrell (24); João Santos (2), Miguel Miranda (6), José Costa (2), João Soares (0)
Treinador: Moncho López


BENFICA (79): Miguel Minhava (6), Ben Reed (13), Sérgio Ramos (1), Heshimu Evans (16) e Gregory Jenkins (17); Elvis Évora (2), António Tavares (1), Marquin Chandler (21), Diogo Carreira (2), Rodrigo Mascarenhas (0)
Treinador: Henrique Vieira

Ao intervalo: 38-38
Por períodos: 24-18, 14-20, 29-18 e 24-23

Publicado em fcporto.pt

De novo na frente (3-2). No mais equilibrado jogo da final (91-79) entre os disputados no Dragão, o FC Porto Ferpinta, brilhante na segunda parte, chegou a dispor de uma vantagem de 18 pontos e teve nos norte-americanos Terrell e Stempin os elementos decisores. Provam-no os números, que Moncho contornou para destacar Carlos Andrade. A série e o título podem ser fechados no domingo, na Luz.

Com o adversário a reassumir, ao quinto jogo, uma versão extremamente agressiva na defesa, testando os limites da legalidade e a atenção da equipa de arbitragem a cada movimento, o FC Porto Ferpinta experimentou dificuldades pouco frequentes, mas não de todo imprevistas. A capacidade e a disponibilidade física dos postes serviriam, como já antes acontecera na final, de primeiro argumento encarnado.

A adversidade gerada pela intensidade e a anormal frequência do contacto físico produziu um parcial desfavorável de 2-8, antes de os Dragões alargarem a amplitude das acções ofensivas ao lançamento exterior redescoberto por Sean Ogirri, cujos triplos se revelaram de uma oportunidade cirúrgica: quatro, um por período e todos convertidos em momentos chave: a empatar, a recuperar a vantagem e a elevar a diferença para números irreparáveis. Ironicamente, na Luz, ao terceiro jogo, sete não lhe bastaram para evitar a derrota.

Com a partida empatada a 38 pontos à saída para o intervalo, o terceiro período revelar-se-ia de extrema importância, ao ponto de definir o vencedor. Mantendo o mesmo rigor defensivo, que é parte da imagem de marca da equipa de Moncho López, os azuis e brancos mostraram-se mais precisos e, simultaneamente, mais criativos no ataque, compondo um parcial de 29-18, com reflexos irreversíveis no último quarto. Na conferência de imprensa, o treinador galego diria que os seus jogadores “reencontraram o cesto”.

No último período, embalados pelo ambiente fantástico gerado por um pavilhão lotado, os Dragões acrescentaram mais um ponto à diferença (24-23), enquanto devolviam o apoio dos adeptos com afundanços e “alley-ups”. Moncho, que reconheceu, então, alguns excessos criativos, atribuindo-lhes outro nome (“infantilidades”, disse), mostrou-se predisposto a corresponder ao apoio da plateia, que, nos últimos segundos e já com a vitória assegurada, pedia a conquista de mais um título na Luz.

Resumo do jogo



Vejam em especial o intervalo entre os minutos 2,53 ao 3,12...Fantástico!

“Estamos absolutamente convencidos de que vamos ganhar no domingo, porque podemos fazê-lo”, assumiu o treinador dos Dragões. “O carácter e a experiência desta equipa permitem-nos pensar assim, porque ela nunca desiste”. Mas, para o conseguir, ressalvou o técnico, é preciso manter os jogadores concentrados no objectivo: “Não vamos à Luz para festejar, vamos para jogar basquetebol. Só assim conseguiremos ser campeões”.

Com um “duplo-duplo” de 24 pontos e 15 ressaltos, Julian Terrell foi o MVP da partida, que teve em Greg Stempin o melhor marcador, com 27 pontos, conseguindo ambos números impressionantes, que mereceram, inclusive, um sublinhado especial de Moncho López, imediatamente antes de o espanhol alargar o plano de destaque a Carlos Andrade (16 pontos, 6 ressaltos, 8 assistências). “Não posso deixar de distingui-lo. É impossível encontrar um jogador que signifique tamanha mais-valia para a equipa”, justificou-se. Especialmente quando apoiado pela presença de irmã Mery Andrade, jogador do Lucca, de Itália, e fonte de inspiração assumida por Carlos.



domingo, 22 de maio de 2011

Basquetebol * Benfica 79 - FC Porto 75

Playoff * FINAL * Jogo 4

Pavilhão da Luz, em Lisboa

Sob arbitragem de Fernando Rocha, Sérgio Silva e Pedro Coelho, as equipas alinharam e marcaram:

BENFICA (79) – Miguel Minhava (5), Ben Reed (13), Sérgio Ramos (13), Heshimu Evans (2) e Greg Jenkins (8). Jogaram ainda: António Tavares (9), Marquin Chandler (18), Diogo Carreira (8) e Elvis Évora (3).

Treinador: Henrique Vieira

FC PORTO (75) – José Costa (8), Carlos Andrade (15), Julian Terrell (3), Nuno Marçal (4) e Greg Stempin (25). Jogaram ainda: Diogo Correia (2), Sean Ogirri (10), Miguel Miranda (6), David Gomes (0) e João Santos (2)..

Treinador: Moncho López.

Publicado em fcporto.pt e jornal "O Público"

O FC Porto Ferpinta, vencedor da fase regular, voltou a perder na Luz (79-75), no quarto jogo da final dos playoffs da Liga, agora empatada a duas vitórias. A próxima partida devolve a série decisiva ao Dragão Caixa, com o quinto encontro a disputar-se às 21h00 da próxima quinta-feira.

Depois das diferenças dilatadas registadas no Dragão, com os portistas a vencerem as duas primeiras partidas da final por 26 e 33 pontos, respectivamente, o segundo jogo na Luz foi, à imagem do de sexta-feira, resolvido nos últimos segundos, com um triplo de Miguel Miranda a reduzir para 76-75 a 42 segundos do fim.

A equipa do Benfica entrou melhor na partida e esteve sempre em vantagem no primeiro período, com excepção para o empate a dois pontos logo no início do jogo.

No período inicial, a equipa de Henrique Vieira conseguiu mesmo um avanço de nove pontos, muito por culpa dos lançamentos triplos, com Ben Reed em destaque com oito pontos neste período.

O FC Porto melhorou, em especial com a entrada do base Sean Ogirri, e conseguiu encurtar a distância, que no final do primeiro período era de apenas três pontos (18-15).

O Benfica voltou a entrar melhor no segundo período, conseguindo uma vantagem de 10 pontos, enquanto a equipa de Moncho López tentava não deixar fugir muito o adversário, com Carlos Andrade em destaque (10 pontos ao intervalo).

O Benfica chegou ao intervalo a vencer por 37-29, muito por culpa do acerto dos seus tiros exteriores, com oito triplos convertidos até ao intervalo.

No terceiro período, foi a vez de o FC Porto entrar melhor, fruto de um bom desempenho de Greg Stempin, com 12 pontos no período, com o Benfica a sentir dificuldades para ultrapassar a defesa zona do seu adversário.

O FC Porto chegou ao final do período a perder por três pontos (57-54), mas logo na entrada no último quarto, o base José Costa, com um triplo, empatou a partida.

O jogo decorria de forma equilibrada no período decisivo, sempre com poucos pontos de diferença entre as duas equipas, apesar do FC Porto nunca conseguir passar para a frente no marcador.

Nos últimos segundos, o FC Porto estava a três pontos do Benfica mas não conseguiu converter o lançamento, com a equipa de Henrique Vieira a garantir a segunda vitória da final.

Greg Stempin, autor de 25 pontos e oito ressaltos foi eleito o Jogador Mais Valioso da partida.

O quinto jogo da série, à melhor de sete, realiza-se na próxima quinta-feira no Dragão Caixa às 20h30 (transmissão na Sportv1).


No próximo domingo, dia 29, as duas equipas voltam a encontrar-se, desta feita no pavilhão da Luz.

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sábado, 21 de maio de 2011

Basquetebol * Benfica 86 - FC Porto 79

Playoff * FINAL * Jogo 3

Pavilhão da Luz, em Lisboa

Árbitro principal: Luís Lopes
Árbitros auxiliares: Carlos Santos e Nuno Monteiro

BENFICA (86): Miguel Minhava (4), Ben Reed (8), Sérgio Ramos (2), Heshimu Evans (16) e Gregory Jenkins (10); António Tavares (5), Diogo Carreira (10), Elvis Évora (10), Marquin Chandler (21)
Treinador: Henrique Vieira

FC PORTO FERPINTA (79): Sean Ogirri (31), Carlos Andrade (11), Nuno Marçal (4), Greg Stempin (15) e Julian Terrell (4); Diogo Correia (0), Miguel Miranda (4), David Gomes (0), José Costa (0), João Santos (10)
Treinador: Moncho López

Ao intervalo: 51-43
Por períodos: 24-15, 27-28, 20-14 e 15-22

Publicado em fcporto.pt

Depois das duas vitórias no Dragão, o FC Porto Ferpinta perdeu, esta sexta-feira, no Pavilhão da Luz, o terceiro jogo da final dos playoffs da Liga, por 86-79, ainda que a recuperação encetada nos últimos minutos da partida tenham feito tremer o adversário e relançado as dúvidas sobre a identidade do vencedor.

A entrada em jogo, com um parcial desfavorável de 8-2, e a saída para o intervalo, permitindo ao Benfica a conversão de 8 pontos sem resposta nos últimos dois minutos da primeira parte, foram os pontos baixos da exibição portista, que teve no norte-americano Sean Ogirri a face mais visível do inconformismo que manteve os Dragões em jogo até ao último suspiro do encontro.

Com 31 pontos, 21 deles conseguidos na conversão de 7 triplos, Ogirri não merecia o desfecho, especialmente depois de se ter distinguido como o melhor marcador e o MVP da partida, em que Carlos Andrade esteve também em plano de destaque, conseguindo 11 pontos, 7 ressaltos e 6 assistências.

Moncho López, treinador do FC Porto, referiu que a derrota na Luz (79-86), no terceiro jogo da final da Liga, serve de "aprendizagem" para o que ainda falta jogar neste "playoff".

"O FC Porto devia ter feito um jogo melhor, mas ficámos com a ideia de que somos superiores ao Benfica. Sabemos o que temos de fazer para lhes ganhar, mas desta vez não o fizemos tão bem. Faltou-nos a concentração necessária para vencer o encontro", disse o espanhol.


Moncho aproveitou ainda para visar o trabalho da equipa de arbitragem: "Este jogo foi uma aprendizagem. Mantivemos os parâmetros legais, enquanto eles (Benfica) aproveitaram bem a linha de ação da equipa de arbitragem. Houve duas faltas antidesportivas que não foram assinaladas. Os árbitros não mantiveram o critério que tiveram durante a temporada e isso não pode acontecer".


Apesar da derrota, os azuis e brancos entram em vantagem (2-1) no quarto jogo da final, a disputar à melhor de sete partidas. O próximo encontro está agendado para as 17h00 de domingo, novamente no Pavilhão da Luz.

Jogo 4
22 de Maio de 2011 às 17h00 na "Galinhas" TV
Benfica-FC Porto Ferpinta

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