quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Uma história de chorar

O conceito de FC Porto está intrinsecamente ligado ao conceito de cidade, mais concretamente ao da cidade do Porto.
É verdade que outros clubes representam a cidade, como o Boavista, o Salgueiros, o Leixões, entre outros mas, exceptuando estes, de menor expressão, é o FC Porto que representa o Porto no imaginário de todos os portugueses.
A cidade e o clube da cidade, foi assim que sempre foi vista a relação entre o Porto e o FC Porto.
Foi assim que, em 1933, traduzindo o sentimento da cidade, se chegou, numa assembleia geral do clube, ao entendimento de que, sendo o Campo da Constituição já insuficiente para as necessidades do FC Porto, urgia edificar, dentro dos limites urbanos, um recinto desportivo digno da história do clube, e à altura dos pergaminhos da Cidade Invicta.
Em 1943 começou a discutir-se o local da cidade mais indicado para a sua construção. Esta discussão foi renhida, uns defendendo determinada zona da cidade, outros outra, e por aí adiante.
Só em 1949 houve consenso na construção do complexo desportivo do FC Porto no conceituado bairro das Antas.
Em 8 de Dezembro desse ano foi lançada a primeira pedra e, a 28 de Maio de 1952, foi o estádio inaugurado com pompa e circunstância.
Pela imagem que deixo abaixo, resultante de estudos da época, se presume que, inicialmente, estaria prevista a construção de uma porta grandiosa voltada para a Avenida Fernão de Magalhães, composta por duas colunas monumentais, encimadas por estátuas e ligadas por uma estrutura comprida, assente em várias colunas.


Estudo da época

Desconheço as razões que levaram à não construção desta entrada monumental, mas atrevo-me a pensar que, de duas um, ou este desenho se tratou apenas de um estudo não aprovado ou, então, alguns factos posteriores impediram a sua concretização, tais como, desentendimentos, escassez de financiamento, implicâncias administrativas, ou outras. Desconheço, mas tentarei averiguar.
Desconheço, mas também garanto que, a ter sido construída, se o estádio já era bonito, então passaria a ser fascinante.
O Estádio do FC Porto, popularmente conhecido por Estádio das Antas, era uma verdadeira jóia da arquitectura de então. O granito era branquinho, o relvado fino, a pista de atletismo larga e bonita – só concluída em 1960 –  e a bancada, em forma de prato ladeiro, era baixa, para que os adeptos pudessem ver de perto os jogos e as corridas. A bancada central nascente não existia, para dar lugar à maratona.


Este Estádio era uma jóia. À esquerda, a Praça Velasquez, ainda sem prédios.
Ainda não existia qualquer complexo desportivo abaixo da maratona.

O Estádio dessa altura, visto da Praça Velasquez.
Repare-se na brancura do granito e na harmonia das suas formas.
Numa das casas, que ao todo fazem sete janela e correm para a esquina
da praça com a Fernão de Magalhães, veio um dia a viver José Maria Pedroto.

A brancura do granito, agora vista dentro do Estádio,
na pala e cadeiras que ela cobre.

Agora já com  escadinhas que desciam para o novo campo de treinos. À esquerda
deste, já desenhado no chão o espaço onde se viria a construir o pavilhão
 Afonso Pinto de Magalhães.

Nesta fotografia o pavilhão Afonso Pinto de Magalhães
 já se encontra construído. Ainda não existe a piscina
 nem o pavilhão Américo de Sá.

A beleza do Estádio das Antas estava precisamente na brancura do granito, na inclinação das bancadas, na pequena altura destas – à semelhança da dos campos de jogos gregos e romanos – na graciosidade da pala, por cima dos cativos – que na altura ainda não existiam – na pista de atletismo e, sobretudo, na beleza da porta da maratona.



Uma corrida de atletismo na pista das Antas

*

Convém aqui falar um pouco da maratona.
A Grécia Antiga era uma nação com muitos estados dentro de si, cada um correspondente a cada uma das suas cidades.
No ano 490 a.C., os Persas atacaram Maratona, uma cidade grega a 40 quilómetros de Atenas. Milcíades, comandante das tropas de Maratona, ao se aperceber que os soldados persas ascendiam a mais de 20.000, enquanto os seus rondavam apenas os 9.000, enviou o seu melhor corredor a Atenas, pedir aos governantes desta cidade o favor de mandarem o seu exército e se juntassem a ele na defesa de Maratona. Este poderoso corredor percorreu os 40 quilómetros a pé, num tempo recorde, conseguindo que os soldados de Atenas se juntassem aos de Maratona, que assim derrotaram os Persas.


A Grécia, à esquerda e, a Ásia Menor, hoje Turquia, à direita,
separadas pelo Mar Egeu. A Ásia Menor,  em 490 a. C.,
pertencia ao Império Persa.
Ao norte, a cidade de Maratona.

Batalha de Maratona.
Os soldados gregos usavam, a cobrir a cabeça,
um elmo de ferro com um arco no topo, 


O guerreiro de Maratona leva a mensagem de Milcíades
 aos generais de Atenas.

Em 1896 tiveram lugar os primeiros Jogos Olímpicos da era moderna, e criada a prova da maratona, com 40 quilómetros, alusiva à distância Maratona-Atenas, para homenagear o corredor de Milcíades. Em 1948, nos Jogos Olímpicos de Inglaterra, traçado o itinerário  da corrida pela comissão organizadora, verificou-se que a prova terminava a 2 km 150 metros do Palácio de Windsor. Foi então acrescentada esta medida à prova – medida que ainda hoje se mantém – para que a Família Real pudesse apreciar o ponto de chegada dos corredores.
Em Portugal uma lei obrigava a que os estádios fossem construídos com uma determinada abertura, para que os corredores das diferentes provas de maratona por elas pudessem entrar e concluir a corrida depois de uma volta ao estádio.
Assim se construíram os estádios das Antas, Alvalade, Braga, Belenenses e outros. O da Luz foi o primeiro a poder ser construído sem Porta da Maratona.


A maratona do antigo Estádio de Alvalade


A maratona do antigo Estádio do Braga


A maratona do Estádio AXA


A maratona do Estádio do Belenenses
A maratona do Estádio Nacional


Maratona do Estádio da Académica

*

O Estádio do FC Porto era, sem dúvida, o mais bonito de Portugal, por todas as razões, todas as que acima apontámos, mais a da sua originalidade, a da sua harmoniosa aparência e inserção no tecido urbano daquela zona da cidade, bem como o desafogo que lhe dava a ausência de malha urbana em seu redor.
Porém, ao longo dos anos que seguiram doze acontecimentos contribuíram para a progressiva fealdade do Estádio das Antas, para a ruptura com a sua harmonia e quebramento da sua singeleza: o escurecimento do granito pelo tempo, impossível de evitar, a cobertura dos lugares dos cativos, debaixo da pala, com cadeiras de plástico azul, o seu estrangulamento pela edificação de prédios à sua volta, o fechamento da maratona, a construção de uma arquibancada sobre a bancada que fechou a maratona, o rebaixamento do estádio e consequente desaparecimento do corredor dos peões e da pista de atletismo, a construção da Torre das Antas, a não mais de 30 metros da parede exterior da bancada central poente, o cobrimento de todas as bancadas do estádio com cadeiras de plástico azuis, extremamente feias, para além de mais escuras do que as da pala, já queimadas pelo sol, o frio e a chuva, a colocação de painéis electrónicos por cima das bancadas norte e sul do estádio, a colocação de painéis de publicidade a toda a volta do estádio, bem como no fundo e topo da arquibancada, a troca da saída e entrada dos jogadores, que se fazia por uma porta no solo, atrás das balizas - de que não temos fotografias -  por um túnel em harmónio, construído no fundo da bancada central que tapou a maratona, e a própria destruição do estádio que, para além de ter constituído a maior derrota do FC Porto em toda a sua existência, ali deixou nada, assim como o “Ground Zero” que resultou da queda das torres gémeas de Nova Iorque.


O escurecimento do granito pelo tempo


O estrangulamento do Estádio pela urbanização dos terrenos adjacentes.
Nesta fotografia, para além do Pavilhão Afonso Pinto de Magalhães,
já se vêem os edifícios da piscina e do Pavilhão Américo de Sá.


O fechamento da maratona e construção da arquibanca


A edificação à volta do Estádio, o mau escoamento
 e a maratona desaparecida.


O rebaixamento do Estádio. Repare-se nas cadeiras azuis
apenas na zona dos cativos.


O Estádio, depois de rebaixado.


Bilhete para o jogo de inauguração do rebaixamento do Estádio.


A colocação de painéis electrónicos nas curvas norte e sul do Estádio.
Repare-seque, nesta altura, ainda não existia a Torre das Antas.
Nesta foto já se vê,demarcado, o espaço onde se viria a construir
a Torre das Antas.


A construção da Torre das Antas a menos de 30 metros do Estádio.


A Torre e o Estádio vistos de poente.


Os festejos do Colectivo 95, por um golo do FC Porto, na Curva Norte.
Repare-se na  publicidade a toda a volta do Estádio.


A publicidade nos cativos.


O início da cobertura do Estádio com cadeiras azuis.


O Estádio coberto de cadeiras. Repare-se que as cadeiras
 dos antigos cativos estão mais esbranquiçadas.


No canto superior direito já se vê o início das obras do Dragão.
Das obras para poente já se começa a rasgar a Avenida do Dragão..
A primeira casa à direita da Igreja das Antas,
do ouro lado da avenida, irá desaparecer.


O rasgão da Avenida do Dragão já chegou à Fernão de Magalhães.


As obras do Dragão avançam.
Lá ao fundo, em cima, o Estádio das Antas
mergulhado na sua tristeza.


O princípio do fim.
O Estádio das Antas começa a ser demolido.


Por ironia do destino, a última peça do Estádio das Antas,
a bancada e arquibancada que fecharam a Maratona,
foi também a última a ser destruída.


Vista de avião.
A noroeste do Estádio do Dragão, o "Ground Zero", semelhante ao
buraco que ficou no local das Torres Gémeas de Nova Iorque,
 depois de desabarem, na sequência do atentado terrorista
 de 11 de Setembro.


O "Ground Zero" de Nova Iorque.


Uma ideia: acendam-se dois holofotes azuis virados para o
céu no "Ground Zero" das Antas, tal como no Ground Zero de Nova Iorque.
Ganhava o FC Porto, ganhavam os portistas, ganhava a Cidade e ganhava o País,
enquanto monumento ao Estádio Desaparecido.


Quem me leu até aqui já decidiu que eu sou um conservador retrógrado, que parou em 1952. Mas na realidade não sou retrógrado. Sei que o Homem tem que acompanhar o devir histórico, e o devir histórico muitas vezes exige mudanças.
Sim, sou conservador, mas ser conservador não é ser retrógrado. Ser conservador é promover as mudanças que o devir histórico exige, mas resguardando os modelos antigos que continuam a funcionar bem.
E o estádio das Antas ainda hoje poderia estar a funcionar bem.
Para isso o FC Porto deveria tê-lo mantido de pé, retirar-lhe a publicidade e as cadeiras horríveis que tinha, voltar a subir o relvado até à posição inicial, destruir a bancada e a arquibancada, reconstruindo a maratona, voltar a colocar atrás das balizas as escadas que davam para os balneários, agora reconstruídos de novo, limpar o granito de todo o estádio, até ele ficar branquinho como no dia da inauguração, e cobrir todos os assentos com cadeiras de fibra acrílica transparente, para se poder continuar a apreciar o granito, agora remoçado.
Aliás, defendo que, na parede exterior do estádio, se deveria remover toda a caliça e forrá-la com lâminas de granito iguais ao do interior do estádio.
Para quê? – Perguntarão os mais afoitos. Com que dinheiro? – Perguntarão todos à uma.
Aos segundo responderei que, se o FC Porto pôde negociar toda a construção do Estádio do Dragão, também teria podido negociar o terreno do antigo Estádio, com um passeio largo a toda a sua volta.
Ficaria o Estádio, só o Estádio.
Aos segundos responderei que o velhinho Estádio das Antas, agora remodelado, mantida a sua propriedade nas mãos do FC Porto, passaria a ser um magnífico espaço de espectáculos para a cidade, e de receita para o clube, acrescida de um sistema de visitas ao seu interior, obviamente pagas . Isto para já não falar da sua utilidade para treinos do FC Porto. 


Além disso, teria sido também uma grande homenagem a este Senhor,
podendo-se mesmo dar-lhe o seu nome,
Estádio José Maria Pedroto
NOTE-SE BEM.:

A construção do Estádio do Dragão foi motivo de orgulho para mim e para milhões de Portugueses espalhados por todo o Mundo.
Em 2000 impunha-se partir para a construção de um novo estádio, posto que o das Antas estava completamente ultrapassado, em termos de crescimento, de materiais de segurança, de conforto e de segurança, no quadro mundial, para o exercício do futebol.
O Euro 2004 deu ao FC Porto a hipótese de construir o estádio maravilhoso que é o Dragão, que é, somente, o estádio mais bonito de Portugal e um dos mais bonitos do Mundo.
Que fique claro que eu não sou retrógrado, antes pelo contrário, sou uma pessoa com os olhos postos no futuro.
Que fique bem claro que eu defendo que o Estádio das Antas estava a atingir os últimos níveis da nossa capacidade de o podermos utilizar.
O que eu lamento - isso sim - é que o Estádio das Antas não tivesse sido preservado como museu, sala de visitas, espaço de eventos para a cidade e o País, e até de campo de treinos.

HISTÓRIA DE CHORAR, sim, mas não por desejar que o Dragão se não tivesse construído e devêssemos continuar a jogar nas Antas. Apenas porque acho impossível que os verdadeiros portistas não sintam saudades do Estádio das Antas e porque defendo que este devesse ter sido preservado, nos termos e para os termos que acima referi.

Azulibranco

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Hóquei em Patins * FC Porto 11 - Gulpilhares 3

8ª. Jornada do Campeonato Nacional 

Publicado em fcporto.pt

O FC Porto Império Bonança goleou esta quarta-feira o Gulpilhares, por 11-3, e assegurou desta forma a permanência no primeiro lugar do Campeonato nacional, a par do Benfica, com 22 pontos. 

Vítor Hugo, com um "hat-trick", foi o melhor marcador e MVP do encontro.

Os Dragões inauguraram o marcador logo aos 44 segundos, através de uma "stickada" de meia-distância de Reinaldo Ventura. O capitão "bisou" aos oito minutos, em nova "bomba". O FC Porto dominava por completo o desafio, com o guarda-redes do Gulpilhares, Paulo Santos, em plano de evidência. Porém, os forasteiros reduziram aos 12 minutos por Eduardo Brás.

O cariz do encontro manteve-se e, com um domínio a espaços avassalador, que não deixava os gaienses partirem para o ataque, os portistas marcaram mais dois golos até ao intervalo, por Pedro Moreira (16 minutos) e Vítor Hugo (21), com um desvio à boca da baliza.

No segundo tempo, em que Nélson Filipe esteve a tempo inteiro na baliza e em que entrou em rinque o ainda júnior Renato Castanheira, o resultado foi-se avolumando.

Jorge Silva, aos 28 minutos (na recarga a um livre directo) e aos 30, aumentou para 6-1. Vítor Hugo, aos 32, após várias bolas ao poste e Hélder Nunes, aos 34, ampliaram ainda mais a vantagem.

Vítor Hugo, na conversão do livre directo correspondente à 15.ª falta do adversário, e Tiago Losna, com um "bis", apontaram os restantes tentos azuis e brancos. Vítor Oliveira e Frederico Saraiva marcaram pelo Gulpilhares.


 

A equipa orientada por Tó Neves alinhou e marcou da seguinte forma: Edo Bosch (g.r.), Pedro Moreira (1), Reinaldo Ventura (2), Ricardo Barreiros e Jorge Silva (2). Jogaram ainda Nélson Filipe (g.r.), Tiago Santos (2), Vítor Hugo (3), Hélder Nunes (1) e Renato Castanheira.


Na próxima jornada, dia de 1 de Dezembro, o FC Porto desloca-se a Torres Vedras para defrontar o Física.
Calendário (clica para visualizar).

Classificação (clica para visualizar).

Bilhar * CAR * Torneio de Abertura-Zona Norte-Série 2



Atletas inscritos para 2012/2013 (clica para visualizar).


 
CAR * Torneio de Abertura-Zona Norte-Série 2 * 1ª. Jornada 

FC Porto / CIN 4 - 0 Fenianos B
DetalheJogadorResultadoJogador
Jogo 4Pedro Pais40(39) - 23(39)José Costa
Jogo 3Fernando Cunha40(39) - 23(39)Sebastião Rolo
Jogo 2Santos Oliveira40(39) - 19(39)Luis Paulo Cunha
Jogo 1Rui Manuel Costa40(50) - 31(50)Rui Felizes

CAR * Torneio de Abertura-Zona Norte-Série 2 * 2ª. Jornada 

Académica De Leça 0 - 4 FC Porto / CIN
DetalheJogadorResultadoJogador
Jogo 4Nicolau Vaqueiro24(48) - 40(48)Pedro Pais
Jogo 3Gonçalo Rodrigues18(31) - 40(31)João Ferreira
Jogo 2Vieira Da Silva24(60) - 40(60)Fernando Cunha
Jogo 1Joaquim Moreira24(31) - 40(31)Rui Manuel Costa
  
CAR * Torneio de Abertura-Zona Norte-Série 2 * 3ª. Jornada 

Leixões SC - A 0 - 4 FC Porto / CIN
DetalheJogadorResultadoJogador
Jogo 4Jorge Neto34(42) - 40(42)Pedro Pais
Jogo 3Fernando Maia34(49) - 40(49)Fernando Cunha
Jogo 2Paulo Veloso39(57) - 40(57)Santos Oliveira
Jogo 1Coriolano Santos31(42) - 40(42)Rui Manuel Costa

CAR * Torneio de Abertura-Zona Norte-Série 2 * 4ª. Jornada 

Fenianos B 0 - 4 FC Porto / CIN
DetalheJogadorResultadoJogador
Jogo 4Eduardo Madeira29(50) - 40(50)Pedro Pais
Jogo 3Sebastião Rolo25(46) - 40(46)João Ferreira
Jogo 2Casimiro Malho28(49) - 40(49)Santos Oliveira
Jogo 1Luis Paulo Cunha29(38) - 40(38)Rui Manuel Costa

CAR * Torneio de Abertura-Zona Norte-Série 2 * 5ª. Jornada  

FC Porto / CIN 3,5 - 0,5 Académica De Leça
DetalheJogadorResultadoJogador
Jogo 4Pedro Pais40(50) - 40(50)Abel Amaral
Jogo 3Alípio Jorge Fernandes40(48) - 28(48)Manuel Aguiar
Jogo 2Fernando Cunha40(32) - 10(32)António Jaques
Jogo 1Rui Manuel Costa40(32) - 21(32)Alberto Ruivinho

Classificação:
PosEquipaClubeJogosVEDFCGanhasPerdidasMédiaPontos
FC Porto / CINFC Porto5500020015
Leixões SC - ALeixões SC5221012811
Académica De Leça Académica De Leça511306148
Fenianos BFenianos501404166

Na sexta e última jornada, dia 10 de Dezembro, o FC Porto recebe o Leixões SC-A.

Bilhar * POF * Campeonato Nacional-Zona Norte




Atletas inscritas (clica para visualizar)


POF * Campeonato Nacional-Zona Norte * 1ª. Jornada

FC Porto folgou..

POF * Campeonato Nacional-Zona Norte * 2ª. Jornada

SC Braga A 0 - 3 FC Porto
DetalheJogadorResultadoJogador
Bola 10Ana Macedo2 - 5Luisa Leal
Bola 9Susana Peixoto0 - 6Vânia Franco
Bola 8Dulcinéia Vilaça1 - 4Eliana Sousa


Classificação:
PosEquipaClubeJogosVEDFCGanhasPerdidasPMPSPontos
SL Benfica SL Benfica2200060  4
SC Braga BSC Braga2101033  3
FC Porto FC Porto1100030  2
SC Braga ASC Braga2002006  2
Poolfiction Poolfiction1001003  1

Na 3ª. jornada, dia 30 de Novembro pelas 21h30, o FC Porto recebe o Benfica.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Natação * 45 medalhas conquistadas nos Campeonatos Regionais de Absolutos da ANNP

Publicado em fcpnatacao.com

O FC Porto foi o clube mais medalhado e com maior número de vitórias nos Campeonatos Regionais de Absolutos de piscina curta da Associação de Natação do Norte de Portugal, que se realizaram no último fim-de-semana, na piscina do Clube Fluvial Portuense.

A equipa azul e branca conquistou 45 medalhas (14 de ouro, 19 de prata e 12 de bronze), seguido do Gespaços com 23 (10 de ouro, 5 de prata e 8 de bronze) e do Famalicão com 17 (10 de ouro, 3 de prata e 4 de bronze).

Jovem promessa croata revela paixão pelo FC Porto


Hoje é notícia uma declaração de Sime Vrsaljko lateral-direito do Dínamo Zagreb, jovem promessa do futebol croata, que a propósito do interesse de várias equipas italianas, revelou ao portal calciomercato.com a sua paixão pelo Real Madrid e FC Porto.

Mais uma vez é demonstrado o crescimento e notoriedade do FC Porto a nível internacional.
É normal ouvir de qualquer jovem a sua ambição de jogar no Real Madrid ou Barcelona, agora do FC Porto não é muito frequente, embora jovens promessas do futebol mundial o tenham revelado nos últimos anos.



Tem sido noticiado o interesse do FC Porto em Vrsaljko , contudo Inter, Juve e Milan estão na corrida. A Ser verdade, veremos se o coração falará mais alto que qualquer outro valor.

Quem é Sime Vrsaljko. Confesso que só o vi actuar esta época diante do FC Porto.
Mas nada melhor do que a análise do blog Olho Clínico para ficarmos a conhecer este jovem.

Por Ricardo Figueiredo, em 26/10/2011

"No Dínamo Zagreb e na selecção croata actua um promissor lateral-direito que pode almejar a altos voos no contexto do futebol europeu. Refiro-me a Sime Vrsaljko.
Nascido a 10 de Janeiro de 1992 em Zadar, Croácia, Sime Vrsaljko iniciou a sua carreira futebolística no Zadar, saltando depois para Dínamo Zagreb e acabando emprestado em 2009/10 ao clube satélite do gigante da capital croata, o Locomotiva.
No modesto clube de Zagreb nem terminou a temporada, tendo saltado novamente para o Dínamo Zagreb, onde actua desde meio dessa época de 2009/10 e pelo qual já realizou 27 jogos (1 golo). No clube onde neste momento actua Tonel, Vrsaljko já conquistou dois campeonatos croatas e uma Taça da Croácia, o que para um jogador de apenas 19 anos é bastante significativo.

Uma promessa como Modric

Sime Vrsaljko é preferencialmente um lateral-direito de perfil ofensivo, ainda que também possa actuar como ala-direito se o treinador assim o desejar.
Rápido, raçudo e com enorme pulmão, o internacional croata é muito forte nas transições defesa/ataque e ataque/defesa, sendo seguro a defender e incisivo no processo ofensivo, assumindo-se como um lateral extremamente completo e promissor.
Na missão defensiva, o jogador do Dínamo destaca-se pelo posicionamento inteligente, pela capacidade de antecipação e de desarme, demonstrando ainda qualidade no jogo aéreo. Por outro lado, no processo ofensivo, Sime Vrsaljko destaca-se pela velocidade como ganha a linha, pela técnica individual e pela boa qualidade no cruzamento, que garante, invariavelmente, boas assistências para os avançados do Dínamo Zagreb.
Neste momento, aos 19 anos, o jogador que há tempos foi considerado uma promessa ao nível de Modric, continua o seu trajecto em ascensão no futebol europeu e começa a espreitar um merecido voo para uma liga mais representativa do futebol do velho continente.


segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Desporto Adaptado * FC Porto conquista Taça de Portugal de Ténis de Mesa

Publicado em fcporto.pt

A equipa de Ténis de Mesa do FC Porto venceu a Taça de Portugal 2012, numa final disputada nas instalações do Clube Desportivo e Cultural das Antas.

Os atletas António Macedo e António Santos foram os grandes protagonistas da conquista, ao derrotar a dupla André Jesus e Carlos Sousa (Clube de Gaia) num resultado total de 3-1.


Resultados colectivos:
1.ª faseFC Porto B-Clube de Gaia B, 1-3
2.ª faseFC Porto A-Clube de Gaia B, 3-0
Clube de Gaia A-Mapadi, 3-0
FinalFC Porto A-Clube de Gaia A, 3-1

Resultados individuais:
André Jesus (Clube de Gaia)-António Santos (FC Porto), 1-0
Carlos Sousa (Clube de Gaia)-António Macedo (FC Porto), 1-1
André Jesus e Carlos Sousa (Clube de Gaia)-António Santos e António Macedo (1-2)
André Jesus (Clube de Gaia)-António Macedo (FC Porto), 1-3

Hóquei em Patins * FC Porto 6 - Noia 4

2ª. Jornada da Liga Europeia * Grupo B

Publicado em fcporto.pt

O FC Porto Império Bonança recebeu e venceu o Noia por 6-4 e continua na liderança do grupo B da Liga Europeia. Jorge Silva foi a grande figura do encontro, ao anotar três golos, sendo secundado na perfeição por Ricardo Barreiros, com dois, e Reinaldo Ventura, com um.

Os comandados de Tó Neves fizeram jus ao estatuto de bons anfitriões e cedo começaram a dar espectáculo. Com uma entrada muito forte em jogo, os Dragões encostaram nos espanhóis com três remates consecutivos que o guarda-redes Xavier Puigbi defendeu com a cabeça, mas sofreram o 0-1 aos seis minutos, por intermédio de Joan Feixas.

O tento adversário teve o condão de espicaçar ainda mais a determinação azul e branca e rapidamente Ricardo Barreiros estabeleceu a igualdade, já depois de Jorge Silva ter gritado “golo” num lance que a dupla de arbitragem não considerou. Se à primeira não contou, à segunda e à terceira o mesmo Jorge Silva já pôde festejar: num instante, o FC Porto dava a volta ao resultado e chegava ao 3-1.

A poucos minutos do intervalo, um lance de cartão azul a Pedro Moreira abrandou a dinâmica portista e o Noia aproveitou para reduzir a distância no marcador. Sem assustar, pois um tiro de Reinaldo Ventura, resvalado num defesa, e mais um movimento clássico de Jorge Silva ampliaram novamente a vantagem para um simpático 5-2.

Sem colocar o pé no travão, o segundo tempo começou com o 6-2 do FC Porto, num grande remate de Ricardo Barreiros desde o “meio da rua”. Apesar de conseguirem ter a partida totalmente controlada, os Dragões sentiram agora mais dificuldades no último toque e nem de bola parada conseguiram marcar. Do outro lado, a resposta do Noia redundou em mais dois golos, que em nada puseram em causa o triunfo azul e branco.

 

O “cinco” inicial do FC Porto compôs-se com Edo Bosch, Pedro Moreira, Jorge Silva, Ricardo Barreiros e Reinaldo Ventura. Jogaram ainda Hélder Nunes, Tiago Losna e Vítor Hugo.

Marcadores: Ricardo Barreiros (2), Jorge Silva (3) e Reinaldo Ventura (1).

Andebol * RK Cimos Koper 29 - FC Porto 23

1ª. mão da terceira eliminatória da Taça EHF

Publicado em fcporto.pt

O FC Porto perdeu este sábado por 29-23 no terreno do Cimos Koper, em encontro da primeira mão da terceira ronda da Taça EHF. Os Dragões, que até venciam ao intervalo (10-11) e perdiam apenas por uma bola aos 43 minutos (18-17), acabaram por consentir, nos últimos dez minutos, uma margem de seis golos no marcador aos eslovenos.

Recorde-se que, se ultrapassarem o Cimos Koper, os azuis e brancos entram numa nova fase da competição: serão integrados num de quatro grupos, com quatro clubes. Os dois primeiros de cada grupo deverão ser apurados para os quartos-de-final e depois realizar-se-á uma "final four", concentrada num fim-de-semana.

A equipa orientada por Ljubomir Obradovic alinhou e marcou da seguinte forma: Hugo Laurentino (g.r.), Gilberto Duarte (4), Wilson Davyes (3), Tiago Rocha (3), Elias Nogueira (4), Ricardo Moreira (3) e Pedro Spínola (4). Jogaram ainda Alfredo Quintana (g.r.), João Ferraz, Filipe Mota (1), Daymaro Salina e Hugo Rosário (1).

Na segunda mão, no Dragão Caixa, no próximo sábado (18h), os portistas terão a possibilidade de dar a volta à eliminatória, face a um rival com experiência de Liga dos Campeões e muitos jogadores internacionais.

domingo, 25 de novembro de 2012

"A sorte de ter talento não basta, é preciso, também, ter talento para a sorte."

Hector Berlioz, compositor francês, no século XIX disse "A sorte de ter talento não basta, é preciso, também, ter talento para a sorte", e foi o talento de El Bandido que definiu a sorte que nos levou à vitória na Batalha da Pedreira.

À partida para este desafio, adivinhavam-se dificuldades, o adversário é de qualidade evidente, tem excelentes executantes, e tratava-se portanto do primeiro grande desafio na Liga para a nossa equipa.

O adversário vinha de uma derrota europeia pesada, da humilhação de não ter conseguido o apuramento para os oitavos da champions num grupo acessível, e por conseguinte iria querer dar uma resposta positiva aos seus adeptos, que passava naturalmente por tentar levar de vencida o campeão nacional.

O FC Porto por sua vez é uma equipa confiante, que joga com alegria e que iria querer manter a fasquia de qualidade dos últimos desafios.
Com a vitória dos encarnados ontem, o FC Porto entrava na Pedreira com a intenção de vencer e reocupar o lugar que é seu por mérito.

Vítor Pereira apostou nos regressos de Alex Sandro e Fernando, relegando Abdoulaye e Defour para o banco, e colocou Mangala no centro da defesa ao lado de Otamendi.

O FC Porto entrou bem no jogo, com pressão alta, e rapidez nas trocas de bola, encostou o Braga às cordas por 20 minutos, e podia mesmo aos quatro minutos ter aberto o marcador por duas ocasiões que tiveram o mesmo protagonista, Otamendi, que num canto desviou de cabeça para o poste e logo depois após passe fantástico de El Comandante, isolado pela meia direita remata desastrado para fora.

Os primeiros vinte minutos foram assim marcados pelo domínio do FC Porto, com muita posse e com o Braga a tentar sair mas sem sucesso.

Mas a partir dos vinte minutos, o Braga conseguir achar o antídoto para o equilíbrio do jogo. Subiu as linhas, acertou nas marcações no miolo, e o jogo ficou repartido, numa toada de bola lá bola cá.

Ao minuto vinte e três, os arsenalistas numa jogada perigosa pela direita reclamam penalti por mão de Alex Sandro após cruzamento de Alan, o que na minha modesta opinião, apesar da bola ter batido no braço, não é penalti, pois o cruzamento é muito em cima, e o defesa portista tem o movimento típico para tentar opor-se ao cruzamento, e não se configura  portanto intenção de cortar a bola com a mão.

O Braga empolga-se e surge o seu melhor período no jogo, em resposta ao período inicial forte do FC Porto.

Nesta fase de pressão arsenalista, Helton faz duas excelentes defesas, uma a remate de Mossoró, e outra numa tentativa de canto directo de Hugo Viana, que obriga o guardião portista a voar e impedir a bola de entrar na baliza.

O jogo parte para intervalo após uma falta dura de Alan sobre Varela, que não é punida com cartão amarelo, e o mais ridículo, Xistra depois das equipas se posicionarem para a cobrança da falta, apita e manda recolher aos balneários.
Foi assim uma primeira parte repartida, com o resultado a ajustar-se ao futebol produzido.
Uma primeira parte de muita luta e jogo de parada e resposta, com o FC Porto a ter mais posse de bola, e o Braga a privilegiar mais o contra-ataque.
As defesas levaram vantagem sobre os ataques.


A segunda parte trouxe mais do mesmo, muito equilíbrio e luta, sem que os ataques conseguissem produzir oportunidades de golo “cantado”.

Realce para um cabeceamento perigoso de Jackson após canto, e para dois remates de Éder entre o minuto 86 e 88.

O resultado parecia predestinado para o empate e repartição de pontos, mas eis que em cima do minuto noventa, a sorte sorriu ao audaz El Bandido, que num fantástico remate a bola ganha altura, passa por cima de Beto, vai à barra e entra!

Golaço de El Bandido, e muita alegria nos festejos entre jogadores e adeptos na bancada.

Bola ao centro e o 0-2 surge por Jackson Martínez. Uma bomba!
Salino perde a bola para o colombiano, que de pé esquerdo à entrada da área fuzila Beto.

Apito final e vitória sofrida do FC Porto, e rude castigo para o Braga.



Realces individuais para Helton, que transmitiu segurança à defensiva, Otamendi que fez mais um excelente jogo e que com Mangala foram uns esteios na defesa, para James, o homem do jogo, que apontou o golo que nos abriu o caminho para a vitória, e por último para Jackson que apontou mais um fantástico golo.

Muito apagados na partida de hoje Lucho e Moutinho, estando bem VP nas substituições.

De saudar os regressos de Fernando e Alex Sandro que estiveram bem na partida após pausa prolongada.

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Na sexta-feira, nova Batalha na Pedreira, desta vez para a Taça de Portugal.

Espera-se mais um jogo disputado e que poderá ser tal como o de hoje, definido por um momento de magia de um jogador.

Última nota para o fantástico apoio dos nossos adeptos à equipa.

Força Porto!
Boa semana.

Paulo