quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Bilhar * FC Porto 2 - Benfica 1 * POF * Campeonato Nacional

POF * Campeonato Nacional-Zona Norte * 3ª. Jornada

FC Porto 2 - 1 SL Benfica
DetalheJogadorResultadoJogador
Bola 10Vânia Franco5 - 2Sara Rocha
Bola 9Mariana Marinho6 - 1Sílvia Miranda
Bola 8Luísa Leal2 - 4Ana Oliveira

A equipa feminina do FC Porto, formada por Vânia Franco, Mariana Marino e Luísa Leal, venceu, nesta quarta-feira, o Benfica, por -2-1, em encontro da terceira jornada do Campeonato Nacional de Pool.

As bilharistas dos Dragões, que tinham ficado isentas na primeira ronda, já tinham derrotado o Braga, por 3-0, na segunda jornada.


Na 4ª. jornada, dia 14 de Dezembro pelas 21h30, o FC Porto defronta o Poolfiction no seu reduto.

Andebol * Xico Andebol 22 - FC Porto 36

13ª. Jornada * Campeonato Nacional 
 
Publicado em fcporto.pt
O FC Porto Vitalis venceu na terça-feira no pavilhão do Xico Andebol, por 36-22, em encontro da 13.ª jornada do Andebol 1. 

Ao intervalo, os azuis e brancos já comandavam por 19-9. Destaque-se a eficácia na primeira linha (60 por cento) e o elevado número de contra-ataques (16, sendo que 13 deles foram concretizados). Ljubomir Obradovic teve oportunidade de “rodar” os 14 convocados e, entre os jogadores de campo, apenas Elias Nogueira não marcou. O melhor marcador portista foi João Ferraz, com seis golos.

A equipa comandada por Ljubomir Obradovic, alinhou e marcou da seguinte forma: Hugo Laurentino (g.r.), Gilberto Duarte (4), Wilson Davyes (3), Tiago Rocha (5), Elias Nogueira, Ricardo Moreira (4) e Pedro Spínola (4). Jogaram ainda Alfredo Quintana (g.r.), João Ferraz (6), Filipe Mota (2), Daymaro Salina (2), Sérgio Rola (2), Duarte Carregueiro (1) e Hugo Rosário (3).

O Benfica segue invicto no campeonato, agora com 38 pontos, mais que o segundo classificado, o FC Porto.
Na próxima jornada, dia 8 de Dezembro, o FC Porto recebe o Benfica

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Colorido a Preto e Branco…

Em menos de 1 semana o FC Porto conheceu o sabor amargo da derrota por duas vezes. E para além do sabor da derrota, perdeu igualmente um troféu. Semana negra quando até então o FC Porto era a única equipa na Europa sem derrotas e com mais pontos nas competições europeias.

E tal como na primeira derrota, mais um autogolo e mais uma falha defensiva… coincidências a mais, numa equipa que acusou e muito o peso da derrota e da eliminação em Braga. E mais uma vez fala-se de Braga porque sem sombra de dúvidas, começou nesse jogo esta derrota de hoje.

A equipa, falo nos jogadores, não perceberam a estratégia em Braga e claramente entraram neste jogo com indices de confiança muito baixos e isso notou-se na primeira meia hora de jogo, onde não conseguiu controlar o jogo, mesmo sem dominar, uma equipa baralhada de ideias, quando apresentou o onze habitual e o esquema habitual.

O adversário de hoje era forte mas tal como se demonstrou nos 90 minutos não foi assim tão forte como o peso de alguns nomes que tinha em campo. Vítor Pereira não alterou nada, também não era espectável, mas onde falhou claramente foi na motivação da equipa. A equipa esteve triste em campo, sem motivação, sem rumo em grande parte do jogo. Apenas se encontrou quando se viu a perder por duas vezes.

E nem mesmo durante o jogo Vítor Pereira conseguiu mudar o rumo do jogo. O golo do PSG advinhava-se e o golo logo a seguir do FC Porto poderia ter sido o tónico para a reviravolta e ambição da equipa em conseguir um bom resultado, mas até ao intervalo o jogo voltou a ficar morno.

Na segunda parte, o jogo foi dividido, o FC Porto esteve um pouco melhor e equilibrou, deu por vezes a sensação que queria tentar mais do que o empate, mas novamente um autogolo gelou a defesa do FC Porto, dos adeptos, da equipa técnica, de todos… Se faltava motivação e concentração o lance infeliz de Helton quebrou por completo.
A partir daqui foi mais como coração do que com a cabeça. A equipa entrou em modo piloto automático, saiu Fernando, entrou Defour, saiu Varela entrou Atsu, nada de novo,mais uma vez, as substituições que qualquer adepto faria. Pode ter sido por questões fisicas, mas começa a ser padrão estas substituições, sobretudo a troca de Varela por Atsu!

E aqui se vê que o FC Porto tem uma boa equipa, mas não tem soluções para algumas posições na equipa, nomeadamente no ataque. Falta um outro avançado de qualidade e falta um extremo que desiquilibre com mais regularidade. Nem Varela, nem Atsu conseguem assumir um lugar na equipa com regularidade, o primeiro porque aparentemente não aguenta 90 minutos, o segundo, por falta de experiência nem sempre brilha.

Perante isto, restou ao FC Porto falhar 2 boas oportunidades para empatar, tal como aconteceu em Braga, quando estava a perder. Mais uma coincidência, Lucho falhou em boa posição o golo do empate! E no último lance do jogo, Otamendi, em boa posição não fez melhor.

O empate até nem era um resultado injusto para o PSG, mas este FC Porto estava destinado à derrota, aliás, entrou como saiu de campo, derrotado!

 

Há que rever imediatamente os níveis de motivação da equipa. E para isso é preciso mudar peças do onze inicial. Fisicamente, nem pode haver desculpas, até porque a gestão de Braga deveria ter servido para alguma coisa, pelos vistos apenas serviu para o FC Porto perder um troféu!

Não é o fim do mundo, mas foi uma semana negra para o FC Porto. O próximo jogo é com o Moreirense, no Dragão, aparentemente, um jogo simples para voltar às vitórias, mas é preciso sangue novo na equipa.

Quanto á Champions o facto de ser primeiro ou segundo é praticamente a mesma coisa, com sorte, até ser Segundo será melhor do que ser Primeiro, mas se este FC Porto quer tentar passar, pelo menos, os oitavos de final, então, o mercado de inverno exige um reforço do ataque da equipa.

Última nota para Vítor Pereira. Espero que tenha apreendido a lição, afinal não valeu de nada as poupanças…

Força Porto.
Ricardo Nuno Gonçalves Jorge

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Crise? Venham de lá mais uns milhares…

Não é novidade para ninguém, até mesmo antes da triste estratégia frente ao SC Braga na Taça de Portugal, que amanhã, o que está em jogo é objectivamente uma questão de dinheiro!

Falar em vantagem por ficar em primeiro, face ao cenário já conhecido e que irá se concretizar, é mera utopia! Senão vejamos.

No lote dos 2ºs classificados já temos o Real Madrid que será o cabeça de série dos segundos, aquele que nenhum primeiro classificado quererá defrontar. E a juntar ao Real Madrid, está o Milão e ainda poderá surgir Juventus, Arsenal em detrimento dos primeiros classificados destas equipas: Schalke, Málaga, Dortmund e Shakhtar.

Se olharmos para o cenário do lote dos 1º classificados, para além de ninguém querer o Barcelona o Man Utd e o Bayern são os seguintes que nenhum 2º classificado quererá encontrar.

Em resumo, ser primeiro ou segundo é como escolher entre Barcelona ou Real Madrid!
Portanto, numa visão realista, a única vantagem segura em amanhã o FC Porto garantir o primeiro lugar, e assim justificar as poupanças que valeram e eliminação da Taça de Portugal, é sem dúvida a questão financeira e o prestigio.

Do lado do PSG, que está a realizar um campeonato aquém do esperado, tem sem dúvida que mostrar aos seus adeptos que querem melhorar e o primeiro lugar é sem dúvida o objectivo, por uma questão motivacional e nem tanto de dinheiro. Jogam em casa, têm a oportunidade de ficar em primeiro e certamente farão tudo para o conseguir.

Vítor Pereira manteve a convocatória do jogo com o SC Braga com excepção da troca de Kadu por Helton. Não eram esperadas mais alterações, sobretudo porque quem poderia e deveria estar na convocatória esteve ontem a jogar pela equipa B. E é bom que seja este o único motivo, pois existem jogadores que não mereciam estar nesta convocatória, depois de oportunidades atrás de oportunidades e não produzirem praticamente nada, nem em jogos fáceis nem em jogos dificeis.

Lista de Convocados: Helton, Fabiano, Danilo, Miguel Lopes, Alex Sandro, Mangala, Otamendi, Abdoulaye, Fernando, Castro, Moutinho, Defour, Lucho, James, Varela, Atsu, Kleber e Jackson.

A equipa para amanhã é mais ou menos esperada. Não se espera uma estratégia táctica diferente do normal 4X3X3. Se frente a adversários de outras divisões, Vítor Pereira insiste em não tentar outros esquemas alternativos seria no mínimo loucura ir a Paris com um modelo novo a estrear!

E para o esquema habitual, a equipa não deverá sofrer alterações. Com a recuperação de Alex Sandro, este será o defesa esquerdo e Mangala deverá opcupar a zona central da defesa ao lado de Otamendi. Do lado direito, se por um lado Danilo esteve desastrado em Braga, Miguel Lopes não esteve muito melhor. Fica a dúvida, mas Vítor Pereira deverá apostar em Danilo por forma a não criar uma frustração no jovem jogador.

No meio campo será o tridente normal e no ataque Varela deverá aparecer em vez de Atsu, que teve a titularidade em Braga e não convenceu em definitivo que merece ser titular.

Equipa Provável: Helton, Danilo, Alex Sandro, Otamendi e Mangala, Fernando, Moutinho e Lucho, James, Varela e Jackson.

Se a formação deverá manter o habitual, fica a dúvida da postura e da reacção da equipa à primeira derrota oficial da época. Uma vitória ou mesmo o empate garante dinheiro e o primeiro lugar, mas será que faz esqueçer a eliminação precoce e estúpida da Taça de Portugal?

A meu ver não faz esqueçer.

Como tal, resta a equipa jogar bem e dar uma alegria a todos os emigrantes que estarão em número recorde de assistência na Europa num jogo do FC Porto.

O jogo está marcado para as 19:45 e terá transmissão na TVI.

Força Porto.
Ricardo Nuno Gonçalves Jorge

Andebol * Yoel Morales reforça FC Porto

Morales (à direita) com o compatriota Salina.
Publicado em fcporto.pt

Yoel Cuni Morales é o novo reforço do FC Porto Vitalis.
O lateral/ponta-direito cubano, que se junta aos compatriotas Alfredo Quintana e Daymaro Salina, tem 25 anos e mede 1,92m. Em declarações ao Porto Canal e www.fcporto.pt revela que cumpre agora o "sonho" de alinhar num "clube famoso", mas quer mais do que isso: afirmar-se na equipa e contribuir para mais títulos.

"Sinto que dei um grande passo na minha carreira como atleta, ao ingressar neste fabuloso clube. Nunca imaginei consegui-lo, mas sempre sonhei jogar num clube famoso. Hoje realizei uma parte do sonho, a outra é destacar-me como um bom atleta e ser reconhecido. Espero cumprir essa meta", afirmou.

O cubano referiu que alinha essencialmente como lateral-direito e enumerou as suas características: "Não tenho grande estatura mas desempenho bastante bem esta posição. Sou ágil, rápido, tenho boa potência de remate e trabalho muito os movimentos de finta, o um contra um. Também aproveito as saídas em contra-ataque, porque sou rápido, e gosto de defender agressivamente".

Yoel Morales reconhece que Quintana e Salina têm sido os seus principais apoios nesta chegada a Portugal, mas também se mostra "agradecido" pela "atenção especial" que o restante grupo lhe tem prestado.

Hóquei em Patins * Fisica 4 - FC Porto 3

 9ª. Jornada do Campeonato Nacional

Publicado em ojogo.pt

À nona jornada mudou o líder do campeonato de hóquei em patins. 
O FC Porto perdeu este sábado em Torres Vedras (3-4) com a Física, mantendo os 22 pontos conquistados até aqui, o que fez os dragões deslizar para a segunda posição, uma vez que o Benfica ganhou com o Turquel (7-6). Agora, a equipa da Luz comanda, com 25 pontos, mais três do que os azuis e brancos.

Em casa da Física, orientada por Vítor Fortunato, os líderes do campeonato foram derrotados por 4-3. O FC Porto abriu o marcador, por Tiago Santos, já depois do intervalo, mas aos 34' Ricardo Pereira empatou. Nos dragões, Ricardo Barreiros respondeu da meia distância, mas Ricardo Pereira voltou a faturar para os anfitriões. O jogador da Física foi o que mais se destacou no encontro, colocando a equipa da casa em vantagem através da marcação de uma grande penalidade. A contagem para a Física aumentou para 4-2 por Samuel Lima aos 47'. Reinaldo Ventura, a poucos segundos, não marcou um livre-direto à primeira, mas numa jogada de insistência reduziu para 4-3.

A equipa orientada por Tó Neves alinhou e marcou da seguinte forma: Edo Bosch (g.r.), Pedro Moreira, Reinaldo Ventura (1), Ricardo Barreiros (1) e Jorge Silva. Jogaram ainda Tiago Santos (1), Vítor Hugo e Hélder Nunes.

Na próxima jornada, dia de 8 de Dezembro pelas 15h30, o FC Porto recebe o HC Braga.

Andebol * De fora da fase de grupos Taça EHF

2ª. mão da terceira eliminatória da Taça EHF

FC Porto 27 - RK Cimos Koper 22

Dragão Caixa
Assistência: 863 espectadores.

Sob a arbitragem de Jurgen Rieber (ALE) e Holger Fleisch (ALE), as equipas alinharam e marcaram:

FC Porto: Hugo Laurentino, Gilberto Duarte (3), Pedro Spinola (6), Tiago Rocha (7), Ricardo Moreira (3), Elias António (4) e Wilson Davyes (3).

Jogaram ainda: Alfredo Quintana, Filipe Mota (1), João Ferraz, Daymaro e Hugo Rosário.

Treinador: Ljubomir Obradovic.

RK Cimos Koper: Skof, Bombac (5), Krivokapic (5), Konecnik, Rapotec (1), Bundalo (1), Osmajic (3). Jogaram ainda Vran, Dobelsek (2), Brumen (3), Poklar (2), N, Poklar e Gavranovic.

Treinador: Fredi Radojkovic.

Marcha do marcador: 3-4 (10 minutos), 09-06 (20), 12-10 (intervalo), 18-14 (40), 20-17 (50) e 27-22 (resultado final).

Publicado em fcporto.pt

O FC Porto Vitalis falhou este sábado a qualificação para a fase de grupos da Taça EHF, após vencer o Cimos Koper por 27-22, na segunda mão da terceira eliminatória. Faltou apenas um golo aos Dragões para recuperar os seis de desvantagem trazidos da Eslovénia.

Os primeiros minutos de jogo foram equilibrados, com o resultado a cifrar-se num empate (5-5) ao fim de 15 minutos. Os Dragões passaram para a frente (7-5) graças a três tentos consecutivos de Pedro Spínola e chegaram a ter quatro de vantagem.

Porém, algumas falhas técnicas e três exclusões impediram o FC Porto de chegar ao descanso com mais do que dois golos de vantagem (12-10). Uma margem curta, que não premiou a velocidade que os azuis e brancos imprimiram na partida e a defesa combativa e concentrada.

Na segunda parte, uma "bomba" de Gilberto Duarte passou o resultado para 18-13 perto dos 40 minutos. Aos 50, o marcador registava 20-17, mas dois contra-ataques concretizados por Ricardo Moreira e Filipe Mota resultaram num promissor 22-17.

Nos últimos 10 minutos, o FC Porto esteve sempre no limiar dos seis golos de vantagem e Elias Nogueira dispôs de uma oportunidade clara para chegar a essa margem, a poucos segundos do fim. O guarda-redes esloveno evitou aquele que seria o 28.º golo dos azuis e brancos, que ainda tiveram outra ocasião, já com poucos segundos de ataque, para chegar a mais um golo.

sábado, 1 de dezembro de 2012

Ver a final por um canudo!



Tínhamos uma pedra enorme no trilho, que teríamos de mover para continuar o percurso rumo à final da Taça de Portugal, não conseguimos, e pela segunda época consecutiva, vemos a final por um canudo, desta vez não de Coimbra mas de Braga.

Na antevisão ao jogo tinha dito que a incógnita para o jogo de hoje era saber até que ponto VP estaria  disposto a arriscar, fazendo a gestão do plantel, um pouco à semelhança da eliminatória anterior, na qual venceu e convenceu na Madeira diante do Nacional. Todavia na minha opinião, a valia do Braga não permitiria grandes mexidas, sob pena de entregarmos o ouro ao bandido, e assim foi.

VP surpreende, arrisca e faz várias alterações no onze inicial.
Faz entrar Kléber para o eixo do ataque, com James e Atsu nas alas.
Contudo é no meio-campo que VP arrisca mais, ao retirar Lucho e Moutinho, entrando Castro e Defour para os seus lugares.

Penso que foi arriscar demais mexer desta forma no miolo, motor da nossa equipa, e que nas últimas partidas tem sido fundamental nas obtenções de vitórias, inclusive com golos de Lucho e Moutinho.

Quanto às demais alterações eram pacíficas pois mantinham-se peças chave dos respectivos sectores.

Já José Peseiro optou por uma abordagem mais conservadora, apostando praticamente na mesma equipa que jogou no domingo.

A esta hora estaria aqui com outro discurso se mantivéssemos a mesma concentração e atitude da primeira parte, que nos permitiu chegar ao intervalo a vencer justamente, e se Olarápio Benquerença não quisesse ser o protagonista de um jogo bem disputado, mas não violento, e que em vinte minutos amarelou Castro e Miguel Lopes, e expulsou Castro de forma ridícula.


À semelhança do jogo para o campeonato, entramos fortes, pressionantes, e foi com naturalidade que chegamos à vantagem por Mangala, que respondeu de cabeça a livre de James.

Dominamos os primeiros 20 minutos de jogo, e até ao intervalo foi um jogo repartido com oportunidades de golo repartidas. De salientar uma por intermédio de Ruben Amorim para o Braga e de Defour para o FC Porto.

Se até ao apito para intervalo já se denotava uma pressão maior do Braga, era de adivinhar que na segunda parte o Braga busca-se com afinco a reviravolta.

VP até mexeu para segurar, mas cometeu um erro crasso na saída de Fernando, um jogador que tal como os eucaliptos, seca tudo à sua volta, e que minutos antes de sair havia negado o golo a Mossoró numa fantástica antecipação.

Devia ter retirado Castro, pois adivinhava-se a expulsão. Castro disputa cada bola como se não houvesse amanhã, e foi expulso a 18 minutos do fim.

Moutinho demorou demasiado a entrar para equilibrar o miolo, e quando entrou já o Braga tinha igualado o marcador.
Dois minutos depois dá-se a reviravolta, e o Braga aponta o golo que lhe garantiu a passagem aos quartos-de-final.

Pela segunda parte, o Braga mereceu a passagem, pois foi uma equipa que acreditou sempre e buscou o resultado.




VP pode-se queixar de si próprio, pois não foi leste nas alterações e errou ao mexer em demasia no miolo.
De Olarápio podemos nos queixar de não saber gerir a amostragem de amarelos, e por azar nosso fomos penalizados, numa expulsão absolutamente ridícula de Castro.

Kléber é nitidamente uma carta fora do baralho. Um trapalhão de primeira ordem.
Perdemos nitidamente a oportunidade de no mercado ter libertado Kléber e ter apostado em Edér, a título de exemplo.

Mangala e Otamendi foram uns esteios na defensiva, e Fernando fantástico no miolo.

Fica a lição para o futuro. O nosso miolo tem de jogar sempre com Lucho ou Moutinho. São estes dois atletas que tem capacidade técnica e táctica para pensar e delinear o jogo.
A rotação deve ser feita, mas com astúcia.

VP assumiu a responsabilidade pela derrota. Repetimos a época passada e falhamos o objectivo da conquista da Taça de Portugal.

Bom fim-de-semana,
Paulo

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

+ 1 Pedra no trilho da final da Taça de Portugal!

"Um monte de pedras deixa de ser um monte de pedras no momento em que um único homem o contempla, nascendo dentro dele a imagem de uma catedral." Antoine de Saint-Exupéry

VP lançou o mote na antevisão do jogo "Queremos a Taça de Portugal, queremos mais um título, não é um objectivo menor".

Ambição não falta portanto, mas hoje temos um pedra enorme no trilho, que temos de mover para continuar o percurso rumo à final da Taça de Portugal.

Depois de termos obtido uma vitória sofrida para o campeonato, onde o talento de El Bandido definiu a sorte que nos levou à conquista de três pontos na Batalha da Pedreira, hoje adivinham-se novamente dificuldades.

Como ficou patenteado no desafio da Liga, o Braga é uma equipa muito bem orientada, e conta nas suas fileiras com excelentes executantes.
O SC Braga nos últimos 4 anos tem-se assumido nitidamente como a terceira melhor equipa portuguesa. É um clube em crescimento, que busca os títulos para afirmação definitiva.

Depois de na última época termos sido eliminados pela Académica de forma categórica, nesta edição da prova queremos voltar a conquistar o troféu que foi nosso três anos consecutivos.

Olhando para a lista de convocados para esta partida, verificamos que a troca de Helton por Kadú é a única alteração na convocatória, relativamente ao passado jogo. 

Fabiano e Kadú; Danilo, Miguel Lopes, Mangala, Abdoulaye, Alex Sandro, Otamendi; Lucho, Castro, João Moutinho, Defour, Fernando; Jackson Martínez, James, Kleber, Varela e Atsu 



A incógnita para o jogo de hoje é saber até que ponto VP está  disposto a arriscar, fazendo a gestão do plantel, um pouco à semelhança da eliminatória anterior, na qual venceu e convenceu na Madeira diante do Nacional.

Na minha opinião, a valia do Braga não permitirá grandes mexidas, sob pena de entregarmos o ouro ao bandido.

O SC Braga tal como na partida anterior, irá privilegiar em grande parte do jogo as transições, deixando ao FC Porto a incumbência da posse de bola.

Espera-se um jogo repartido como o anterior, e que mais uma vez poderá ser resolvido pela valia individual de um atleta.

Todos nós portistas acreditamos nesta equipa, e qualquer que seja o onze de mais logo, terá o nosso apoio, e juntos iremos vencer e passar aos quartos-de-final.

Última nota para o árbitro nomeado, Olegário Benquerença, que geralmente gosta de puxar para si o protagonismo fazendo arbitragens fraquinhas. Esperemos que seja imparcial, e que ambas as equipas no final saiam sem queixas de arbitragem.

O jogo está marcado para as 20:15 e terá transmissão na Sporttv1.

Força Porto!
Paulo

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Uma história de chorar

O conceito de FC Porto está intrinsecamente ligado ao conceito de cidade, mais concretamente ao da cidade do Porto.
É verdade que outros clubes representam a cidade, como o Boavista, o Salgueiros, o Leixões, entre outros mas, exceptuando estes, de menor expressão, é o FC Porto que representa o Porto no imaginário de todos os portugueses.
A cidade e o clube da cidade, foi assim que sempre foi vista a relação entre o Porto e o FC Porto.
Foi assim que, em 1933, traduzindo o sentimento da cidade, se chegou, numa assembleia geral do clube, ao entendimento de que, sendo o Campo da Constituição já insuficiente para as necessidades do FC Porto, urgia edificar, dentro dos limites urbanos, um recinto desportivo digno da história do clube, e à altura dos pergaminhos da Cidade Invicta.
Em 1943 começou a discutir-se o local da cidade mais indicado para a sua construção. Esta discussão foi renhida, uns defendendo determinada zona da cidade, outros outra, e por aí adiante.
Só em 1949 houve consenso na construção do complexo desportivo do FC Porto no conceituado bairro das Antas.
Em 8 de Dezembro desse ano foi lançada a primeira pedra e, a 28 de Maio de 1952, foi o estádio inaugurado com pompa e circunstância.
Pela imagem que deixo abaixo, resultante de estudos da época, se presume que, inicialmente, estaria prevista a construção de uma porta grandiosa voltada para a Avenida Fernão de Magalhães, composta por duas colunas monumentais, encimadas por estátuas e ligadas por uma estrutura comprida, assente em várias colunas.


Estudo da época

Desconheço as razões que levaram à não construção desta entrada monumental, mas atrevo-me a pensar que, de duas um, ou este desenho se tratou apenas de um estudo não aprovado ou, então, alguns factos posteriores impediram a sua concretização, tais como, desentendimentos, escassez de financiamento, implicâncias administrativas, ou outras. Desconheço, mas tentarei averiguar.
Desconheço, mas também garanto que, a ter sido construída, se o estádio já era bonito, então passaria a ser fascinante.
O Estádio do FC Porto, popularmente conhecido por Estádio das Antas, era uma verdadeira jóia da arquitectura de então. O granito era branquinho, o relvado fino, a pista de atletismo larga e bonita – só concluída em 1960 –  e a bancada, em forma de prato ladeiro, era baixa, para que os adeptos pudessem ver de perto os jogos e as corridas. A bancada central nascente não existia, para dar lugar à maratona.


Este Estádio era uma jóia. À esquerda, a Praça Velasquez, ainda sem prédios.
Ainda não existia qualquer complexo desportivo abaixo da maratona.

O Estádio dessa altura, visto da Praça Velasquez.
Repare-se na brancura do granito e na harmonia das suas formas.
Numa das casas, que ao todo fazem sete janela e correm para a esquina
da praça com a Fernão de Magalhães, veio um dia a viver José Maria Pedroto.

A brancura do granito, agora vista dentro do Estádio,
na pala e cadeiras que ela cobre.

Agora já com  escadinhas que desciam para o novo campo de treinos. À esquerda
deste, já desenhado no chão o espaço onde se viria a construir o pavilhão
 Afonso Pinto de Magalhães.

Nesta fotografia o pavilhão Afonso Pinto de Magalhães
 já se encontra construído. Ainda não existe a piscina
 nem o pavilhão Américo de Sá.

A beleza do Estádio das Antas estava precisamente na brancura do granito, na inclinação das bancadas, na pequena altura destas – à semelhança da dos campos de jogos gregos e romanos – na graciosidade da pala, por cima dos cativos – que na altura ainda não existiam – na pista de atletismo e, sobretudo, na beleza da porta da maratona.



Uma corrida de atletismo na pista das Antas

*

Convém aqui falar um pouco da maratona.
A Grécia Antiga era uma nação com muitos estados dentro de si, cada um correspondente a cada uma das suas cidades.
No ano 490 a.C., os Persas atacaram Maratona, uma cidade grega a 40 quilómetros de Atenas. Milcíades, comandante das tropas de Maratona, ao se aperceber que os soldados persas ascendiam a mais de 20.000, enquanto os seus rondavam apenas os 9.000, enviou o seu melhor corredor a Atenas, pedir aos governantes desta cidade o favor de mandarem o seu exército e se juntassem a ele na defesa de Maratona. Este poderoso corredor percorreu os 40 quilómetros a pé, num tempo recorde, conseguindo que os soldados de Atenas se juntassem aos de Maratona, que assim derrotaram os Persas.


A Grécia, à esquerda e, a Ásia Menor, hoje Turquia, à direita,
separadas pelo Mar Egeu. A Ásia Menor,  em 490 a. C.,
pertencia ao Império Persa.
Ao norte, a cidade de Maratona.

Batalha de Maratona.
Os soldados gregos usavam, a cobrir a cabeça,
um elmo de ferro com um arco no topo, 


O guerreiro de Maratona leva a mensagem de Milcíades
 aos generais de Atenas.

Em 1896 tiveram lugar os primeiros Jogos Olímpicos da era moderna, e criada a prova da maratona, com 40 quilómetros, alusiva à distância Maratona-Atenas, para homenagear o corredor de Milcíades. Em 1948, nos Jogos Olímpicos de Inglaterra, traçado o itinerário  da corrida pela comissão organizadora, verificou-se que a prova terminava a 2 km 150 metros do Palácio de Windsor. Foi então acrescentada esta medida à prova – medida que ainda hoje se mantém – para que a Família Real pudesse apreciar o ponto de chegada dos corredores.
Em Portugal uma lei obrigava a que os estádios fossem construídos com uma determinada abertura, para que os corredores das diferentes provas de maratona por elas pudessem entrar e concluir a corrida depois de uma volta ao estádio.
Assim se construíram os estádios das Antas, Alvalade, Braga, Belenenses e outros. O da Luz foi o primeiro a poder ser construído sem Porta da Maratona.


A maratona do antigo Estádio de Alvalade


A maratona do antigo Estádio do Braga


A maratona do Estádio AXA


A maratona do Estádio do Belenenses
A maratona do Estádio Nacional


Maratona do Estádio da Académica

*

O Estádio do FC Porto era, sem dúvida, o mais bonito de Portugal, por todas as razões, todas as que acima apontámos, mais a da sua originalidade, a da sua harmoniosa aparência e inserção no tecido urbano daquela zona da cidade, bem como o desafogo que lhe dava a ausência de malha urbana em seu redor.
Porém, ao longo dos anos que seguiram doze acontecimentos contribuíram para a progressiva fealdade do Estádio das Antas, para a ruptura com a sua harmonia e quebramento da sua singeleza: o escurecimento do granito pelo tempo, impossível de evitar, a cobertura dos lugares dos cativos, debaixo da pala, com cadeiras de plástico azul, o seu estrangulamento pela edificação de prédios à sua volta, o fechamento da maratona, a construção de uma arquibancada sobre a bancada que fechou a maratona, o rebaixamento do estádio e consequente desaparecimento do corredor dos peões e da pista de atletismo, a construção da Torre das Antas, a não mais de 30 metros da parede exterior da bancada central poente, o cobrimento de todas as bancadas do estádio com cadeiras de plástico azuis, extremamente feias, para além de mais escuras do que as da pala, já queimadas pelo sol, o frio e a chuva, a colocação de painéis electrónicos por cima das bancadas norte e sul do estádio, a colocação de painéis de publicidade a toda a volta do estádio, bem como no fundo e topo da arquibancada, a troca da saída e entrada dos jogadores, que se fazia por uma porta no solo, atrás das balizas - de que não temos fotografias -  por um túnel em harmónio, construído no fundo da bancada central que tapou a maratona, e a própria destruição do estádio que, para além de ter constituído a maior derrota do FC Porto em toda a sua existência, ali deixou nada, assim como o “Ground Zero” que resultou da queda das torres gémeas de Nova Iorque.


O escurecimento do granito pelo tempo


O estrangulamento do Estádio pela urbanização dos terrenos adjacentes.
Nesta fotografia, para além do Pavilhão Afonso Pinto de Magalhães,
já se vêem os edifícios da piscina e do Pavilhão Américo de Sá.


O fechamento da maratona e construção da arquibanca


A edificação à volta do Estádio, o mau escoamento
 e a maratona desaparecida.


O rebaixamento do Estádio. Repare-se nas cadeiras azuis
apenas na zona dos cativos.


O Estádio, depois de rebaixado.


Bilhete para o jogo de inauguração do rebaixamento do Estádio.


A colocação de painéis electrónicos nas curvas norte e sul do Estádio.
Repare-seque, nesta altura, ainda não existia a Torre das Antas.
Nesta foto já se vê,demarcado, o espaço onde se viria a construir
a Torre das Antas.


A construção da Torre das Antas a menos de 30 metros do Estádio.


A Torre e o Estádio vistos de poente.


Os festejos do Colectivo 95, por um golo do FC Porto, na Curva Norte.
Repare-se na  publicidade a toda a volta do Estádio.


A publicidade nos cativos.


O início da cobertura do Estádio com cadeiras azuis.


O Estádio coberto de cadeiras. Repare-se que as cadeiras
 dos antigos cativos estão mais esbranquiçadas.


No canto superior direito já se vê o início das obras do Dragão.
Das obras para poente já se começa a rasgar a Avenida do Dragão..
A primeira casa à direita da Igreja das Antas,
do ouro lado da avenida, irá desaparecer.


O rasgão da Avenida do Dragão já chegou à Fernão de Magalhães.


As obras do Dragão avançam.
Lá ao fundo, em cima, o Estádio das Antas
mergulhado na sua tristeza.


O princípio do fim.
O Estádio das Antas começa a ser demolido.


Por ironia do destino, a última peça do Estádio das Antas,
a bancada e arquibancada que fecharam a Maratona,
foi também a última a ser destruída.


Vista de avião.
A noroeste do Estádio do Dragão, o "Ground Zero", semelhante ao
buraco que ficou no local das Torres Gémeas de Nova Iorque,
 depois de desabarem, na sequência do atentado terrorista
 de 11 de Setembro.


O "Ground Zero" de Nova Iorque.


Uma ideia: acendam-se dois holofotes azuis virados para o
céu no "Ground Zero" das Antas, tal como no Ground Zero de Nova Iorque.
Ganhava o FC Porto, ganhavam os portistas, ganhava a Cidade e ganhava o País,
enquanto monumento ao Estádio Desaparecido.


Quem me leu até aqui já decidiu que eu sou um conservador retrógrado, que parou em 1952. Mas na realidade não sou retrógrado. Sei que o Homem tem que acompanhar o devir histórico, e o devir histórico muitas vezes exige mudanças.
Sim, sou conservador, mas ser conservador não é ser retrógrado. Ser conservador é promover as mudanças que o devir histórico exige, mas resguardando os modelos antigos que continuam a funcionar bem.
E o estádio das Antas ainda hoje poderia estar a funcionar bem.
Para isso o FC Porto deveria tê-lo mantido de pé, retirar-lhe a publicidade e as cadeiras horríveis que tinha, voltar a subir o relvado até à posição inicial, destruir a bancada e a arquibancada, reconstruindo a maratona, voltar a colocar atrás das balizas as escadas que davam para os balneários, agora reconstruídos de novo, limpar o granito de todo o estádio, até ele ficar branquinho como no dia da inauguração, e cobrir todos os assentos com cadeiras de fibra acrílica transparente, para se poder continuar a apreciar o granito, agora remoçado.
Aliás, defendo que, na parede exterior do estádio, se deveria remover toda a caliça e forrá-la com lâminas de granito iguais ao do interior do estádio.
Para quê? – Perguntarão os mais afoitos. Com que dinheiro? – Perguntarão todos à uma.
Aos segundo responderei que, se o FC Porto pôde negociar toda a construção do Estádio do Dragão, também teria podido negociar o terreno do antigo Estádio, com um passeio largo a toda a sua volta.
Ficaria o Estádio, só o Estádio.
Aos segundos responderei que o velhinho Estádio das Antas, agora remodelado, mantida a sua propriedade nas mãos do FC Porto, passaria a ser um magnífico espaço de espectáculos para a cidade, e de receita para o clube, acrescida de um sistema de visitas ao seu interior, obviamente pagas . Isto para já não falar da sua utilidade para treinos do FC Porto. 


Além disso, teria sido também uma grande homenagem a este Senhor,
podendo-se mesmo dar-lhe o seu nome,
Estádio José Maria Pedroto
NOTE-SE BEM.:

A construção do Estádio do Dragão foi motivo de orgulho para mim e para milhões de Portugueses espalhados por todo o Mundo.
Em 2000 impunha-se partir para a construção de um novo estádio, posto que o das Antas estava completamente ultrapassado, em termos de crescimento, de materiais de segurança, de conforto e de segurança, no quadro mundial, para o exercício do futebol.
O Euro 2004 deu ao FC Porto a hipótese de construir o estádio maravilhoso que é o Dragão, que é, somente, o estádio mais bonito de Portugal e um dos mais bonitos do Mundo.
Que fique claro que eu não sou retrógrado, antes pelo contrário, sou uma pessoa com os olhos postos no futuro.
Que fique bem claro que eu defendo que o Estádio das Antas estava a atingir os últimos níveis da nossa capacidade de o podermos utilizar.
O que eu lamento - isso sim - é que o Estádio das Antas não tivesse sido preservado como museu, sala de visitas, espaço de eventos para a cidade e o País, e até de campo de treinos.

HISTÓRIA DE CHORAR, sim, mas não por desejar que o Dragão se não tivesse construído e devêssemos continuar a jogar nas Antas. Apenas porque acho impossível que os verdadeiros portistas não sintam saudades do Estádio das Antas e porque defendo que este devesse ter sido preservado, nos termos e para os termos que acima referi.

Azulibranco

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Hóquei em Patins * FC Porto 11 - Gulpilhares 3

8ª. Jornada do Campeonato Nacional 

Publicado em fcporto.pt

O FC Porto Império Bonança goleou esta quarta-feira o Gulpilhares, por 11-3, e assegurou desta forma a permanência no primeiro lugar do Campeonato nacional, a par do Benfica, com 22 pontos. 

Vítor Hugo, com um "hat-trick", foi o melhor marcador e MVP do encontro.

Os Dragões inauguraram o marcador logo aos 44 segundos, através de uma "stickada" de meia-distância de Reinaldo Ventura. O capitão "bisou" aos oito minutos, em nova "bomba". O FC Porto dominava por completo o desafio, com o guarda-redes do Gulpilhares, Paulo Santos, em plano de evidência. Porém, os forasteiros reduziram aos 12 minutos por Eduardo Brás.

O cariz do encontro manteve-se e, com um domínio a espaços avassalador, que não deixava os gaienses partirem para o ataque, os portistas marcaram mais dois golos até ao intervalo, por Pedro Moreira (16 minutos) e Vítor Hugo (21), com um desvio à boca da baliza.

No segundo tempo, em que Nélson Filipe esteve a tempo inteiro na baliza e em que entrou em rinque o ainda júnior Renato Castanheira, o resultado foi-se avolumando.

Jorge Silva, aos 28 minutos (na recarga a um livre directo) e aos 30, aumentou para 6-1. Vítor Hugo, aos 32, após várias bolas ao poste e Hélder Nunes, aos 34, ampliaram ainda mais a vantagem.

Vítor Hugo, na conversão do livre directo correspondente à 15.ª falta do adversário, e Tiago Losna, com um "bis", apontaram os restantes tentos azuis e brancos. Vítor Oliveira e Frederico Saraiva marcaram pelo Gulpilhares.


 

A equipa orientada por Tó Neves alinhou e marcou da seguinte forma: Edo Bosch (g.r.), Pedro Moreira (1), Reinaldo Ventura (2), Ricardo Barreiros e Jorge Silva (2). Jogaram ainda Nélson Filipe (g.r.), Tiago Santos (2), Vítor Hugo (3), Hélder Nunes (1) e Renato Castanheira.


Na próxima jornada, dia de 1 de Dezembro, o FC Porto desloca-se a Torres Vedras para defrontar o Física.
Calendário (clica para visualizar).

Classificação (clica para visualizar).

Bilhar * CAR * Torneio de Abertura-Zona Norte-Série 2



Atletas inscritos para 2012/2013 (clica para visualizar).


 
CAR * Torneio de Abertura-Zona Norte-Série 2 * 1ª. Jornada 

FC Porto / CIN 4 - 0 Fenianos B
DetalheJogadorResultadoJogador
Jogo 4Pedro Pais40(39) - 23(39)José Costa
Jogo 3Fernando Cunha40(39) - 23(39)Sebastião Rolo
Jogo 2Santos Oliveira40(39) - 19(39)Luis Paulo Cunha
Jogo 1Rui Manuel Costa40(50) - 31(50)Rui Felizes

CAR * Torneio de Abertura-Zona Norte-Série 2 * 2ª. Jornada 

Académica De Leça 0 - 4 FC Porto / CIN
DetalheJogadorResultadoJogador
Jogo 4Nicolau Vaqueiro24(48) - 40(48)Pedro Pais
Jogo 3Gonçalo Rodrigues18(31) - 40(31)João Ferreira
Jogo 2Vieira Da Silva24(60) - 40(60)Fernando Cunha
Jogo 1Joaquim Moreira24(31) - 40(31)Rui Manuel Costa
  
CAR * Torneio de Abertura-Zona Norte-Série 2 * 3ª. Jornada 

Leixões SC - A 0 - 4 FC Porto / CIN
DetalheJogadorResultadoJogador
Jogo 4Jorge Neto34(42) - 40(42)Pedro Pais
Jogo 3Fernando Maia34(49) - 40(49)Fernando Cunha
Jogo 2Paulo Veloso39(57) - 40(57)Santos Oliveira
Jogo 1Coriolano Santos31(42) - 40(42)Rui Manuel Costa

CAR * Torneio de Abertura-Zona Norte-Série 2 * 4ª. Jornada 

Fenianos B 0 - 4 FC Porto / CIN
DetalheJogadorResultadoJogador
Jogo 4Eduardo Madeira29(50) - 40(50)Pedro Pais
Jogo 3Sebastião Rolo25(46) - 40(46)João Ferreira
Jogo 2Casimiro Malho28(49) - 40(49)Santos Oliveira
Jogo 1Luis Paulo Cunha29(38) - 40(38)Rui Manuel Costa

CAR * Torneio de Abertura-Zona Norte-Série 2 * 5ª. Jornada  

FC Porto / CIN 3,5 - 0,5 Académica De Leça
DetalheJogadorResultadoJogador
Jogo 4Pedro Pais40(50) - 40(50)Abel Amaral
Jogo 3Alípio Jorge Fernandes40(48) - 28(48)Manuel Aguiar
Jogo 2Fernando Cunha40(32) - 10(32)António Jaques
Jogo 1Rui Manuel Costa40(32) - 21(32)Alberto Ruivinho

Classificação:
PosEquipaClubeJogosVEDFCGanhasPerdidasMédiaPontos
FC Porto / CINFC Porto5500020015
Leixões SC - ALeixões SC5221012811
Académica De Leça Académica De Leça511306148
Fenianos BFenianos501404166

Na sexta e última jornada, dia 10 de Dezembro, o FC Porto recebe o Leixões SC-A.