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sexta-feira, 5 de abril de 2013

Final da Taça da Liga assegurada em meia hora!

Não consegui assistir à partida que ditou a nossa passagem à final da Taça da Liga, após vitória por 4 bolas a 0 diante do Rio Ave.

Pelo que me contaram e pelo que li, a exibição foi pobre, com um ritmo de jogo demasiado baixo, algumas desconcentrações que vêm sido hábito, e muitos nervos. 
Só mesmo após expulsão do guardião dos visitantes, conseguimos ter superioridade no jogo e desmontar a estratégia delineada por Nuno Espírito Santo.

O nosso jogo é previsível, falta-nos velocidade e magia, e por conseguinte qualquer equipa consegue travar o nosso futebol e instalar uma crise de nervos nas bancadas e nos jogadores. 
Ora, seria aqui que o treinador devia ter o condão de abanar a equipa, e ser o anti-depressivo que retirasse ansiedade e motivasse. Somos bicampeões e temos de nos assumir como tal.

A nossa equipa caminha para final da temporada ligada à máquina.
Vai nos valendo o brio e carácter de alguns atletas, que lutam até não terem forças. 
Castro tem sido exemplo daquilo que digo. Pode não ser um prodígio, mas tem aquilo que falta à equipa - Garra e Mística.
A sul americanização do plantel ao longo dos últimos anos tem delapidado a cultura do "Ser Porto".

A nós adeptos compete-nos continuar a apoiar a equipa, para que o final da época seja menos penoso, e sempre na esperança da conquista do tão ambicionado Tri.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Consta que fizemos uma exibição de Lucho!

Ontem não pude acompanhar o jogo pois encontrava-me a trabalhar, e posteriormente em viagem de regresso ao lar.

Pelo que o irredutível portista, meu Pai, me disse, só não goleamos por mérito do guardião do Nacional. 
Ao que parece efectuamos uma excelente exibição.

O meu Pai, tal como muitos portistas, esperava ver o jogo na TV, mas tal não sucedeu, pelo que estava chateado. Teve de recolocar pilhas no velho rádio para acompanhar a partida.

Tirando tudo isto, o mais importante é que iniciamos com o pé direito a participação nesta edição da prova, e este ano vamos lutar por vencer este troféu.

Fica aqui uma pequena súmula ao sucedido retirada do jornal O Jogo.

Dois golos argentinos (Lucho e Otamendi) deram forma a uma grande exibição do campeão nacional. Vítor Pereira apresentou o melhor onze na Choupana e deixou a equipa com um pé nas meias-finais da Taça da Liga.
Depois de duas derrotas (Braga e Paris Saint-Germain) e um triunfo arrancado a ferros (Moreirense), o FC Porto tratou de acabar com as dúvidas na Choupana: o campeão nacional continua forte... muito forte, aliás. Ontem, a vitória chegou acompanhada de uma exibição de grande nível, das melhores nos últimos tempos. Houve dinâmica, inteligência, intensidade e uma enorme variedade de soluções para contornar a (boa) organização do Nacional.

quarta-feira, 21 de março de 2012

E agora só resta o campeonato ...

O FC Porto foi ontem eliminado pelo Benfica, no Estádio da Luz, em jogo referente às meias-finais da Taça da Liga, perdendo por 3-2.

Para o jogo Vítor Pereira decidiu inovar, colocando Alex Sandro do lado esquerdo da defesa e Álvaro Pereira a jogar como extremo esquerdo. O lado direito da defesa foi entregue a Sapunaru, e o centro da defesa foi entregue a Mangala e Rolando, tendo Maicon sido preterido para o banco. À frente da defesa estava Defour no lugar de Fernando, no meio campo Lucho e Moutinho, no ataque Hulk e Kléber, também ele uma surpresa.

O jogo começou mal para os azuis e brancos, ao sofrerem o primeiro golo logo aos 4 minutos por Maxi Pereira. Pode-se dizer que o golo sofrido foi fruto das alterações que se deram no onze portista, com Álvaro Pereira a ser incapaz, a extremo de fazer metade daquilo que sabemos ser capaz a lateral. Ainda por cima dividiu com Alex Sandro responsabilidades no golo sofrido.

Apesar de praticamente entrar a perder, o FC Porto reagiu muito bem, e aos 8 minutos já estava reposta a igualdade, depois de um remate feliz de Lucho Gonzalez, após boa assistência de Hulk. Até aos 35 minutos o jogo foi todo do Porto. Grande velocidade, boa capacidade de recuperação da bola, boa pressão exercida sobre os jogadores adversários. Não existia Benfica, e isso levou a que aos 17 minutos Mangala fizesse o segundo para os portistas de cabeça, após livre marcado por Hulk.

O problema foi que a equipa do Porto não soube aproveitar este ascendente para dilatar o marcador e resolver a eliminatória: Sapunaru viu Eduardo negar-lhe o golo após grande remate, e Kléber praticamente não se via em jogo. Esta invisibilidade do ponta de lança azul e branco deveria ter sido imediatamente colmatada por uma substituição. Ao não fazê-lo, Vítor Pereira sujeitou-se ao ascendente benfiquista, a
três bolas no poste e, depois disso, ao golo do empate por Nolito.

A segunda parte começou algo esmorecida, na expectativa, sem oportunidades de parte a parte, e era visível que era no banco que teriam que ser encontradas soluções: o Benfica fez entrar Gaitán e Cardoso, e VP James e Janko. Para o lado do Porto as alterações não surtiram o efeito esperado: nunca mais se voltou a ver o FcPorto da primeira parte e James não entrou a fazer a diferença como de costume. E isso levou ao 3º tento do Benfica, apontado por Cardozo, após grande deslize de Mangala.

Só depois do golo o FC Porto de alguma forma acordou, mas a reacção foi tardia e insuficiente para evitar a eliminatória.

É certo que quer presidente, quer treinador, quer jogadores já haviam referido que esta taça não é prioritária, mas se não era prioritária, e se não era para jogar para ganhar, então não se gastavam rios de dinheiro com deslocações, estadias e almoços, nem se fazia os adeptos perderem o seu tempo e dinheiro em ir apoiar a equipa a todo o lado.

Por isso, há opções que não se compreendem. É certo que Bracalli tem sido o guarda-redes titular da Taça da Liga, mas num jogo destes não há que arriscar. E ontem o guarda-redes brasileiro comprometeu, mostrou-se muito nervoso e não deu confiança à defesa. Kléber foi outra mancha no onze portista, porque simplesmente não existiu. E assim o FC Porto assinou a sua sentença de derrota.

Hulk e Moutinho foram, na minha opinião, os melhores em campo.





Resta agora o Campeonato, e esperemos nós que a jogar com melhor qualidade do que aquilo a que temos assistidos nas últimas jornadas, ou então também esse título poderá estar comprometido. Só depende de nós.

Saudações portistas,

Carla Correia

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Foi pouco mas chegou

Capa jornal "O Jogo"
A direcção do FC Porto fechou parte das bancadas e limitou os lugares a 30000 espectadores para este jogo da Taça da Liga, mas apenas 15000 pessoas compareceram neste fria noite de Inverno para apoiar os Dragões.A estreia de Danilo é que, como seria de esperar, foi adiada, possivelmente por questões burocráticas, e Iturbe mais uma vez ficou no banco. Devido à ausência destes dois jogadores no onze incial, o jogo começou com assobios que demonstravam o descontentamento dos adeptos face a estas opções.

Este foi o onze apresentado: Bracali; Maicon, Otamendi, Mangala e Alvaro Pereira; João Moutinho, Souza e Defour; Varela, Kléber e James Rodríguez.

A equipa do Estoril, eles próprios a fazer poupanças para o próximo jogo da Liga Orangina, da qual são líderes, foi um adversário que não colocou problemas de maior. O caudal ofensivo do FC Porto foi sempre intenso, mas o maior problema desta equipa está na finalização. Com Kléber a falhar algumas oportunidades importantes, e a receber assobios por causa disso, esperava-se que James ou Varela tentassem resolver o jogo. Durante a primeira parte, por isso, as melhores oportunidades surgiram de bola parada: primeiro por Mangala, aos 8 minutos, após livre cobrado por Moutinho, falhou a baliza por muito pouco, e depois pelo próprio Moutinho, aos 36 minutos, com a cobrança de um livre que fez Vagner brilhar. Pouco mais há a dizer desta primeira parte, pois o nulo manteve-se até ao intervalo.

Na segunda parte, o Porto começou mais pressionante, com Kléber a entrar bem e a arrancar alguns tímidos e desconfiados aplausos. Aos 62 minutos James Rodriguez envia a bola ao poste depois da marcação de mais um livre directo. O ascendente portista culminou com o tento apontado por Silvestre Varela aos 65 minutos, que, praticamente sem oposição, rematou à entrada da área e colocou os azuis e brancos em vantagem no jogo. Até ao final do jogo pouco mais se viu. Iturbe, que rendeu Defour aos 78 minutos, teve aos 82 uma boa oportunidade, mas rematou ao lado. Já no prolongamento, valeu ao Porto a falta de pontaria de Pedro Moreira, que, de frente para a baliza, poderia bem ter empatado o jogo e complicado as contas portistas.

O jogo foi fraco, sem cor e sem emoção. Perante um frágil Estoril que estava a jogar a poupar, esta equipa do FC Porto tinha obrigação de ter feito mais. Exige-se uma solução viável para o ataque. Varela marcou e deu os três pontos à equipa da casa, mas o até o seu festejo, esmorecido, é imagem de uma equipa sem chama e sem ambição.
Kléber foi uma desilusão para os adeptos, pois mais uma vez não conseguiu facturar, e desperdiçou as poucas oportunidades que teve. Falcao continua a deixar saudades, e esta época poderá ficar comprometida devido ao facto de ainda não termos encontrado um substituto à sua altura.

Varela foi o grande destaque deste jogo, primeiro porque regressou à titularidade, depois porque se esforçou bastante para dar uma alegria aos adeptos, o que acabou por conseguir. Marcou uma posição frente a Vítor Pereira, e provou que ainda tem muito para dar. Álvaro Pereira é o nosso outro destaque positivo. O lateral esquerdo, que acabou por ser titular devido à lesão de Alex Sandro, é dos poucos jogadores que continua  a levar a equipa para a frente, dando profundidade ofensiva.



Obviamente que o FC Porto foi um justo vencedor, o Estoril pouco ou nada fez em todo o jogo, e as melhores oportunidades, e praticamente as únicas, pertenceram aos azuis e brancos.


Todas as imagens dos jogos do FC Porto.
(Clique na imagem para entrar)

Feitas as contas, falta apenas um ponto para a equipa do FC Porto se qualificar para a próxima fase desta mal amada Taça da Liga. Mal amada, mas nunca antes tão desejada, uma vez que a época já prometeu muito mais do que agora.

Saudações portistas,
Carla Correia

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

FC Porto cumpre!

O FC Porto recebeu e venceu o Beira-Mar em jogo a contar para a fase de grupos da Taça da Liga. Com a vitória do Nacional frente ao Gil Vicente, as contas azuis e brancas complicam-se. É necessário vencer o Gil Vicente e esperar que o Beira-Mar ganhe ao Nacional na última jornada desta fase de grupos, para que o FC Porto possa sonhar em passar à próxima fase. Ainda assim, sendo que o desempate é feito por número de golos sofridos e marcados, é também necessário que a equipa consiga marcar muitos golos.

No que diz respeito ao jogo de hoje, o FC Porto cumpriu o que era necessário:venceu e venceu por números expressivos, frente a um Beira-Mar que se tem destacado pela positiva no campeonato português. Villas-Boas não brincou em serviço e não quis arriscar. Por esse motivo este foi o 11 escolhido:

Helton; Fucile, Maicon, Otamendi e Rafa; Fernando, Souza e João Moutinho; James, Walter e Hulk.

Ao todo são seis as alterações no onze, em relação àquele que entrou em campo frente à Naval, no último domingo. Na defesa, Sapunaru e Rolando nem foram convocados. Fucile jogou à direita, Rafa entrou para a esquerda e Maicon fez dupla ao centro com Otamendi. Destaca-se a titularidade de Helton, bem como de Souza no meio-campo e Walter na frente do ataque, acompanhado de James e Hulk.

A primeira parte foi de total superioridade do FC Porto. A equipa aproveitou bem as oportunidades e concretizou. O primeiro golo surgiu após livre cobrado por Hulk. O guarda-redes adversário defendeu para a frente e Walter, oportuno, marcou, mostrando-se bastante eficaz. O jovem lateral esquerdo Emídio Rafael marcou o segundo golo, após passe de Walter, rematando cruzado para o fundo das redes. Foi o primeiro golo deste jovem com a camisola portista.

O FC Porto manteve sempre a superioridade, o Beira Mar mostrava-se permissivo defensivamente e não causou perigo para a baliza defendida por Helton. Aos 39 minutos, Fernando marcou um grande golo, potente e colocado, sem hipótese para Paes. O trinco brasileiro agudiza assim a luta pela posição 6 no plantel do FC Porto, luta essa que tem vindo a ser travada com Guarin desde que se lesionou. Esta disputa só pode ser positiva. Villas Boas conseguiu encontrar uma alternativa a Fernando dentro do próprio plantel, algo que Jesualdo nunca conseguiu efectivamente.

Com a segunda parte saem Hulk e Moutinho para a entrada de Mariano e Ruben Micael. Em termos exibicionais a equipa esteve bastante pior, notando-se claramente uma redução no ritmo. O jogo já estava ganho. Por volta dos 80 minutos inúmeras paragens no jogo devido ao arremesso de objectos por parte dos adeptos portistas. Uma atitude descabida e sem sentido, que só prejudica o espectáculo. Espera-se penalização para a direcção portista.

Não há propriamente um jogador que se tenha destacado pela positiva. Destaca-se o primeiro golo com a camisola portista por parte de Rafa e o golo de Fernando. Destaco ainda a intervenção positiva de Helton enquanto capitão de equipa. Sem dúvida, uma mais valia.

Pela negativa, Fucile voltou a não aproveitar a titularidade para dar luta a Sapunaru. Esta época parece ser a do jogador romeno.


O árbitro esteve bem. O jogo não se mostrou também muito difícil. Aos 87 minutos apenas um lance duvidoso, com Mariano a pedir mão na bola e consequente grande penalidade.

Declarações de Villas-Boas:


Com esta vitória, o FC Porto soma os primeiros três pontos nesta fase da competição. A tarefa parece ser difícil. Para continuar na Taça da Liga o FC Porto não depende só de si. Mas nada é impossível. E aquilo que se pedia hoje está cumprido. No próximo fim-de-semana o FC Porto volta a defrontar o Beira-Mar, novamente em casa, em jogo a contar para a 17ª jornada do campeonato. E essa vitória sim, é crucial.

Saudações portistas,
DF

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Taça da Liga * FC Porto no Grupo A

Realizou-se ontem o sorteio da fase final da Taça da Liga.

Grupos sorteados:

Grupo A
F.C. Porto, Nacional, Beira Mar, Gil Vicente

Grupo B
Benfica, Marítimo, Olhanense, D. Aves

Grupo C
Sp. Braga, V. Guimarães, P. Ferreira, Arouca

Grupo D
Sporting, Naval, Penafiel, Estoril


Poderá haver um FC Porto- Sp. Braga, se confirmarem o favoritismo, numa das meias-finais uma vez que esta colocará frente a frente o vencedor do Grupo A, na condição de visitado, com o vencedor do Grupo C.

Na outra meia-final, se confirmarem o favoritismo, Benfica e Sporting poderão defrontar-se , uma vez que esta será disputada entre o clube vencedor do Grupo B, na condição de visitado, com o vencedor do Grupo D.

As meias-finais são disputadas a 2 e 3 de Março de 2011, a uma mão.
A final está marcada para o dia 23 de Abril, no Estádio Cidade de Coimbra.

Calendário dos jogos do Grupo A:

Jornada 1 (02/01/2011)

FC Porto-Nacional
Gil Vicente-Beira-Mar

Jornada 2 (19/01/2011)

Nacional-Gil Vicente
FC Porto-Beira-Mar

Jornada 3 (29/01/2011)

Gil Vicente-FC Porto
Beira-Mar-Nacional